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Arquivo : novembro 2016

Brasileiro marca dois na 1ª partida da decisão da Liga dos Campeões da Ásia
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Celso de Miranda

O atacante Leonardo marcou duas vezes e o Jeonbuk Hyundai Motors, da Coreia do Sul, venceu de virada (2-1) o Al Ain, dos Emirados Árabes Unidos, na primeira partida da decisão da Liga dos Campeões da Ásia, nesse sábado.

 

Depois de um primeiro tempo sem gols, os visitantes abriram o placar aos 63′ depois de uma jogada de Omar Abdulrahman: o astro do time cortou pela direita e cruzou para o colombiano Danilo Asprilla, que dominou e bateu com estilo no ângulo do goleiro de Kwoun Sun-Tae.

Impulsionado pelos mais de 42 mil torcedores, que lotaram no Estádio Jeonju World Cup, o time da casa respondeu em grande estilo, apenas 7 minutos depois.

De costas para o gol, o brasileiro Leonardo recebeu a bola do lado esquerdo da grande área, cortou para o meio e acertou um chute preciso para empatar a partida.

Decisivo: brasileiro marcou duas vezes na final

Decisivo: brasileiro marcou duas vezes na final

O gol da virada foi de pênalti, aos 77′: o zagueiro Mohamad Fayez derrubou Kim Shin-Wook na área e o brasileiro bateu bem, deslocando o goleiro Khalid Eisa.

Números
Aos 30 anos,  o brasileiro está em sua 5ª temporada no Jeonbuk Motors. Formado na Desportiva Ferroviária (ES), o atacante passou 6 temporadas na Grécia, onde atuou no Thrasyvoulos, Lavadiakos e no AEK.

Leonardo marcou seu 10º gol na competição e assumiu a vice-liderança da artilharia, atrás apenas de outro brasileiro, Adriano Michael Jackson, do FC Seoul (13).

A partida de volta acontece no próximo sábado, dia 26, no Estádio Hazza Bin Zayed, em Abu Dhabi.

As duas equipes buscam o título pela 2ª vez: o Jeonbuk venceu em 2006 e pode dar o 11º título a uma equipe sul-coreana.

Única equipe dos EAU a vencerem a Liga dos Campeões da Ásia, o  Al Ain levantou o título em 2003.


Feminino: Bayern, PSG e Wolfsburg nas 4as de final da Liga dos Campeões
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Celso de Miranda

Paris Saint-Germain, Bayern e Wolfsburg venceram seus jogos e confirmaram nessa quinta-feira as últimas 3 vagas nas 4as. de final da Liga dos Campeões Feminina.

Eles se juntam Barcelona (ESP), Fortuna Hjørring (DEN), Lyon (FRA), Manchester City (ENG) e Rosengård (SWE), que já haviam garantido vaga na quarta-feira.


All Goals UEFA Women’s Champions League Round 2… por sofiene-l

O PSG goleou o BIIK-Kazygurt (4-1), no Estádio Charlety, em Paris e fechou o confronto com um 8-1 no placar agregado.

Destaque da partida, a atacante Ouleymata Sarr, de 21 anos, marcou duas vezes: Shirley Cruz Traña e Marie-Laure Delie também marcaram.

Primeira equipe cazaque a chegar às 8as. de final do torneio, o BIIK já está garantida na edição 2017/18 como campeão nacional dessa temporada.

PSG: de volta às 4as de final

PSG: de volta às 4as de final

Primeira vez 
Depois de vencer a primeira partida por goleada, as representantes alemãs não tiveram dificuldades para avançar: mesmo jogando em Khimki, na Rússia, o Bayern repetiu o placar da semana passada e venceu o Rossiyanka por 4-0 (8-0 agregado).

Com a vitória, o Bayern – atual campeão da vai disputar as 4as-de-final pela primeira vez em sua histórias

Em casa, as atuais vice-campeãs do Wolfsburg venceram as suecas do Eskilstuna por 3-0, fechando o confronto em 8-1 no agregado.

Bayern: festa nos bastidores

Bayern comemora classificação inédita para as 4as. de final

Na quarta, 5 confrontos já haviam definido os primeiros classificados:
Brøndby 1-1 Manchester City (agr: 1-2)
Zürich 0-9 Lyon (agr: 0-17)
Rosengård 3-0 Slavia Praha (agr: 6-1)
Twente 0-4 Barcelona (agr: 0-5)
Fortuna Hjørring 3-1 Brescia (agr: 4-1)

>> O sorteio dos confrontos das 4as. de final acontece em Nyon (SUI), na próxima sexta-feira, dia 25.


Liga dos Campeões Feminina: Barça, City e Lyon avançam às 4as de final
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Celso de Miranda

A brasileira Andressa Alves marcou o 2º e o Barcelona, que já havia vencido em casa por 1-0 voltou a bater o Twente na Holanda (4-0) e avançou para as quartas de final da Liga dos Campeões Feminina.

Manchester City, Lyon, Rosengård e Fortuna também garantiram na tarde dessa quarta-feira vagas nas quartas de final das Liga dos Campeões Feminina.

A maior vantagem nos confrontos dessa fase foi do Lyon, que goleou Zurich nessa quinta no Stadion Letzigrund, em Zurique, por 9-0. O atual campeão da competição já havia vencido as estreantes suíças na semana passada em casa por 8-0.

Reserva de luxo, Lavogez entrou e marcou duas vezes

Reserva de luxo, Lavogez entrou e marcou duas vezes

Apesar de 7 jogadoras diferentes terem marcado, o destaque foi a jovem atacante Claire Lavogez, de 22 anos, que entrou apenas no 2º tempo (60′), no lugar da melhor jogadora da Europa na temporada, a artilheira norueguesa Ada Hegerberg, e ainda marcou duas vezes.

O Rosengård também avançou sem dificuldades, eliminando do Slavia Praha: depois de vencer a primeira partida por 3-1, o time da brasileira Marta venceu por 3-0 no Malmö Idrottsplats.

Rodada se completa na 5a. com mais 3 jogos

Rodada se completa na 5ª com mais 3 jogos

Nessa fase, a classificação mais equilibrada foi a do City: depois de vencerem em casa por 1-0, as inglesas empataram nessa quarta com o Brøndby (1-1), na Dinamarca.

Favoritas
Nessa quinta, o Bayern enfrenta Rossiyanka, em Khimki, na Rússia: na semana passada, em Munique, as alemãs golearam por 4-0.

Barcelona: 2a temporada seguida entre as 8 melhores da Europa

Barcelona Femení: 2ª temporada seguida entre 8 melhores da Europa

As atuais vice-campeãs do Wolfsburg também joga em vantagem diante do Eskilstuna United, da Suécia: na semana passada as alemeãs no AOK Stadium: na semana passada, na Suécia, as alemãs venceram por 5-1.

Na 3ª partida da quinta-feira, o Paris Saint-Germain recebe o BIIK-Kazygurt: na semana passada, jogando no Cazaquistão as francesas venceram por 3-0.


Com um gol do veterano Rafael Marquez no final, México vence os EUA
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Celso de Miranda

Com uma cabeçada perto do apito final, o zagueiro Rafael Marquez pôs fim à “maldição de Columbus” e deu a vitória ao México sobre os Estados Unidos no início do hexagonal decisivo das Eliminatórias da CONCACAF para a Copa do Mundo da Rússia.

A vitória do México quebrou um tabu histórico: o time não vencia uma partida oficial dos Estados Unidos como visitante havia 42 anos.

Nos últimos 15 anos, em jogos das Eliminatórias, El Tri havia sido derrotada nas 4 vezes sempre em Columbus (Ohio) e sempre  pelo mesmo placar (2-0), num tabu que já ficara conhecido como ‘fantasma do Dos-a-Cero’.

Dessa vez, nem o frio de 3º ajudou os norte-americanos, que não perdiam uma partida das eliminatórias a 30 jogos: foram 28 vitórias e 2 empates.

Jogo
O México abriu o placar ainda no primeiro tempo: o lateral esquerdo Miguel Layun, do Porto, marcou aos 20′, num chute da entrada da área, que ainda desviou em Matt Besler antes de entrar.

 

Bobby Wood empatou para o time da casa logo no início do segundo período: o atacante do Hamburgo marcou aos 49′, depois de receber passe de Jozy Altidore.

Depois de boas chances de lado a lado, o gol da vitória saiu na cobrança de um escanteio: Layun cobrou da esquerda e o veterano Rafa Marquez desviou no primeiro pau.

Após a partida, o  Juan Carlos Osório, o técnico colombiano da seleção mexicana agradeceu o apoio do torcedor e dedicou a vitória a todo o povo mexicano “espalhado” pelo mundo

Os poucos torcedores mexicanos fizeram a 'fiesta'

Os poucos torcedores mexicanos fizeram a ‘fiesta’

Visitantes
Nos outros dois jogos da rodada, os visitantes também se deram bem: o Panamá venceu Honduras no Estádio Olímpico em San Pedro Sula (0-1) e a Costa Rica bateu Trinidad & Tobago, no Hasely Crawford Stadium, em Port of Spain (0-2).

Na próxima terça-feira, dia 15, o México enfrenta o Panamá, no Estadio Rommel Fernandez em Panama City e os EUA enfrentam a Costa Rica no Estádio Nacional em San Jose.

Honduras e Trinidad & tobago jogam em San Pedro: nessa fase, as 6 seleções farão jogos de ida e volta e as 3 melhores têm vaga direta na Copa do Mundo: a 4ª melhor seleção ainda terá a chance de se classificar disputando um playoff contra o campeão das Eliminatórias da Oceania.

 


Eliminatórias: EUA e México se enfrentam na esteira da eleição de Trump
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Celso de Miranda

As tensões antes de um jogo de futebol entre Estados Unidos e México sempre são grandes, mas características incomuns cercam a partida nessa sexta-feira, dia 11, na abertura do hexagonal decisivo das Eliminatórias da CONCACAF para a Copa do Mundo.

Os dois maiores rivais do continente se enfrentam apenas 3 dias após a eleição de Donald Trump reconhecido pela incendiária retórica xenófoba, sobretudo direcionada à imigração de mexicanos como 45º presidente dos EUA.

Trump abertamente denegriu os imigrantes mexicanos, a quem chamou entre outras coisas de ‘estupradores’ e ‘traficantes’ e durante meses de campanha prometeu a deportação em massa de mexicanos dos Estados Unidos criando um cenário, que poderia facilmente  elevar a temperatura de uma rivalidade que já teve seu quinhão de incidentes desagradáveis.

Nos últimos jogos, torcedores mexicanos têm sido criticados por vaiarem ostensivamente o hino dos EUA, enquanto mensagens e cantos racistas e símbolos anti-mexicanos foram vistos e ouvidos entre os torcedores norte-americanos nas arquibancadas.

Desde 2015, a imagem do político do Partido Republicano têm sido associadas a essa famosa rivalidade: tanto a TV Azteca, quanto a FoxSports usaram trechos de suas declarações em vídeos para promover, em outubro passado a partida entre as duas seleções.

O capitão dos EUA Michael Bradley falou sobre o impacto das eleições nos EUA na entrevista coletiva de quarta-feira: “Tudo que aconteceu nos últimos meses criou uma camada adicional para esse jogo,” disse meio-campista do Toronto FC.

“Eu entendo a polarização causada pelas declarações políticas de lado a lado, mas o mais importante é que no estádio haja respeito entre todas as pessoas, independentemente de serem norte-americanos, mexicanos, homens, mulheres ou crianças,” disse o volante do Toronto FC.

Em entrevista ao canal Univision o atacante mexicano Javier ‘Chicharito’ Hernandez concorda que a eleição de Trump acrescentou um elemento especial ao clássico contra os EUA: “Vamos dar tudo nesse jogo,” disse.

“Há momentos em que as coisas não saem como você queria, a terça-feira podia ter sido mais feliz para todos os latinos, mas a vida continua,” comentou o jogador do Bayer Leverkusen.

Hernandez ressaltou que a equipe está ciente que a partida é apenas um evento esportivo, mas afirmou que espera que uma vitória sobre o rival se torne um motivo de alegria para os mexicanos que vivem nos Estados Unidos e que os ajudem a enfrentar esse momento de incerteza.

“Infelizmente, foi a decisão tomada por esse país e devemos enfrentá-la,” afirmou. “Espero que nosso time possa dar alguma alegria às pessoas e ajudar a superar esses maus momentos e sentimentos ruins.”

O veterano goleiro norte-americano Tim Howard, do Colorado Rapids se esquivou das perguntas sobre o assunto, limitando-se a dizer que não votou, mas que se tivesse votado não teria sido em Trump.

Chicharito: "jogo especial"

Chicharito: alegria num momento difícil

O zagueiro da seleção dos EUA Omar Gonzalez, de ascendência mexicana, disse que a rivalidade é natural entre dois grupos que perseguem um mesmo objetivo, mas que espera uma disputa respeitosa.

“Eu não odeio o México, mas eu não quero perder para eles”, disse ele. “Eu sou um mexicano-americano, tenho um monte de familiares e amigos no México. Este jogo é muito importante para mim. Então, eu não odeio os mexicanos, pelo contrário eu respeito muito o futebol, os torcedores bem como todos os mexicanos.”

“Apesar de os ânimos às vezes saírem de controle nos últimos, não creio que haja qualquer má vontade entre os jogadores de lado a lado”, afirmou o jogador que atualmente atua no Pachuca.

Gonzalez admite que em Columbus os jogadores esperam uma vantagem em jogar em casa, que eles raramente têm em outros lugares do país: “Não é o maior estádio, mas é o nosso caldeirão”, disse. “A proximidade da torcida e o clima são ótimos para o jogador.”

Minoria
As tensões têm aumentado entre os dois rivais futebolísticos: 32 prisões foram feitas e 17 torcedores foram retirados do estádio por brigar após o último encontro entre as duas equipes, em outubro de 2015, no Rose Bowl, no jogo que classificou o México para a Copa das Confederações de 2017.

Michael Bradley e Omar Gonzalez foram dois dos 26 convocados por Jürg ...

Bradley e Gonzalez: 2 dos convocados para enfrentar o México

Entre as autoridades de Columbus, há um medo real de que a retórica que Trump durante a eleição possa encontrar eco entre radicais nas arquibancadas e ruas ao redor do estádio, tendo como alvo os torcedores mexicanos, que vão estar em minoria em Ohio.

De acordo com o tenente Marc Dopp, da divisão de eventos especiais do Departamento de Polícia de Columbus, os jogos entre EUA e México já tem uma operação de segurança complexa e dessa vez a não será diferente. Dopp, no entanto não deu detalhes ou números sobre o trabalho da polícia.

Mesmo com a popularidade do futebol aumentando nos Estados Unidos e torcedores de Seattle, ou Kansas City ansiando para receber uma partida contra o México, a Federação dos EUA programou o encontro o estádio do Columbus Crew, que comporta apenas 23.665mil torcedores e que receberam as partidas entre as duas seleções pelas últimas 4 Eliminatórias, desde 2001: coincidentemente, os EUA venceram todas pelo placar de 2-0.

Muito além da coincidência numérica, porém a escolha de Columbus tem justificativas naturais: em primeiro lugar, os jogos acontecem nos meses de inverno no Hemisfério Norte.

E além do clima frio o estado de Ohio – de menor influência de imigrantes e distante da fronteira – é relativamente inconveniente para o grande número de torcedores pró-México presentes em muitas outras cidades norte-americanas.

“Nós certamente poderíamos ganhar mais com ingressos em estádios maiores,” disse Sunil Gulati, presidente da US Soccer. “Mas esse não é um jogo amistoso e a equação leva em consideração muito mais coisas que o número de acentos vendidos.”

Para Gulati, o ambiente em Columbus é um impulso para sua seleção: “Temos muita confiança em jogar aqui, onde nós tivemos boas performances no passado e sempre contamos com grande apoio da torcida.”

“O clima também tem seu papel, claro”, concorda o dirigente. “Faz parte do jogo: quando vamos no México enfrentamos a altitude e a  norte-americanos começaram a ter um modesto sucesso no futebol, que sempre foi muito mais importante culturalmente no México.

Só vitórias

Só vitórias: EUA nunca perderam para o México em Columbus

História
A história do confronto entre as duas seleções tem 3 períodos bem distintos: primeiro, entre os anos 1930 e 1985 foram os anos de predomínio do México, que venceu 22 dos 27 jogos. Houve ainda 3 empates e apenas duas vitórias dos EUA.

O período entre 1985 e 1999 foi marcado pelo equilíbrio, com 5 vitórias do México, 6 empates e 3 vitórias dos EUA. A partir de 1999 e até hoje, no entanto os norte-americanos viraram o jogo, vencendo a maioria dos confrontos: foram 13 vitórias, 5 empates e 6 derrotas, incluindo a primeira em vitória dos EUA em solo mexicano, já sob a direção de Jurgen Klinsmann, por 1-0 em 2011.

Porém, é o México que comemora as mais recentes conquistas sobre o rival, e ambas em solo norte americano, no ano passado: primeiro o time venceu a CONCACAF Gold Cup, em julho, batendo a Jamaica na final, e depois, em outubro, venceu o rival por 3-2, na prorrogação, no confronto direto por uma vaga na Copa das Confederações da Rússia.

As tensões entre as duas equipes vêm aumentando ao longo dos anos, com as duas seleções lutando pela supremacia e decidindo os principais torneios da CONCACAF: 32 prisões foram feitas e 17 torcedores foram retirados do estádio por brigar após o último encontro entre as duas equipes, em Los Angeles em outubro de 2015, no jogo que classificou o México para a Copa das Confederações de 2017.

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Parte do problema é desportivo e é normalmente visto em rivalidades em todas as regiões do mundo, em jogos entre Brasil e Argentina, Inglaterra e Escócia, por exemplo.

Mas outra parte é um reflexo de que em muitas comunidades norte-americanas os imigrantes mexicanos e seus descendentes ainda serem alvos dos discursos políticos xenófobos, principalmente num cenário de recessão global prolongada.

O esporte sempre tenta fingir que é apolítico, mas na realidade quando as seleções de dois países que têm compartilhado uma história controversa se enfrentam apenas 3 dias depois de uma eleição presidencial que levou a tantas polêmicas não é surpresa que o jogo produza reações que extrapolam o campo de jogo.

Torcedores norte-americanos e mexicanos vão gritar e torcer como sempre e podem achar que tudo é apenas uma brincadeira,  mas é provável que as palavras que músicas que decidirem cantar ou aquilo que resolverem escreverem em suas faixas durante o jogo sejam levados mais a sério nessa sexta-feira.

Eliminatórias
Nessa fase, 6 equipes disputam 3 vagas diretas para a Rússia 2018. Na próxima terça, 15, os Estados Unidos voltam a campo contra a Costa Rica, no Estádio Nacional em San Jose.

Na quarta, o México enfrenta o Panamá, na Cidade do Panamá, na


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