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Feminino: Alemanha desbanca EUA e reassume o topo do ranking da FIFA
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Celso de Miranda

Atual campeã europeia e olímpica, a Alemanha reassumiu a liderança do ranking da FIFA, divulgado nessa sexta-feira.

O time da técnica Steffi Jones superou os Estados Unidos, que lideravam a lista desde março de 2015.

A França se manteve na 3ª posição.

Dois anos depois, campeãs olímpicas reassumem o topo

Os resultados da ‘Copa SheBelieves’, no início de março foram decisivos para as mudanças no topo do ranking.

No torneio quadrangular disputado nos Estados Unidos, a França terminou em 1º (com vitórias sobre Inglaterra e EUA) e um empate diante da Alemanha, que terminou em 2º, com uma vitória contra a Inglaterra (1-0), um empate contra a França (0-0) e uma derrota contra os EUA (0-1).

Com derrotas para a Inglaterra (0-1) e para a França (0-3), as anfitriãs ficaram em último lugar.

Algarve e Cyprus
A Espanha (13ª), que venceu a Copa Algarve,  e a Suíça (16ª), campeã da Copa Cyprus, em março, também avançaram no ranking.

Em abril, a Alemanha enfrenta o Canadá e a França joga contra a Holanda, em jogos preparatórios para a Euro’17, que começa em julho.

Já os EUA voltam a campo para enfrentar a Rússia em jogo amistoso.

Sem pontuar no período, o Brasil manteve a 9ª colocação.

As 10 melhores seleções femininas do ranking FIFA

Próxima lista será publicada em 23 de junho

 


Final Olímpica: Suécia e Alemanha em números
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Celso de Miranda

Pela primeira vez, a final de futebol feminino dos Jogos Olímpicos será disputada por dois times europeus: a história dos confrontos entres as duas seleções favorece esmagadoramente a Alemanha.

De seu lado, a Suécia tem no banco a treinadora Pia Sundhage, que disputa sua 4ª final e pode chegar ao seu 3º ouro olímpico consecutivo. Compare:


Germany v Sweden 4-1 Highlights 21-06-2015… por letshavefun-channel

Títulos: (Alemanha vs Suécia):
> Ouro Olímpico: 0 – 0
> Medalhas: 3 (bronze em 2000,  04 e 08) – 0
> Eurocopa: 8 (1989, 91, 95, 97, 2001, 05, 09 e 13) – 1 (1984)
> Copas do Mundo: 2 (2003 e 07) –  0

Confronto direto (Alemanha vs Suécia):
> Total de vitórias: 18 da Alemanha, 7 da Suécia (As equipas nunca empataram!!!)
> Gols: 48 – 31
> Cartões vermelhos: 0 – 0
> Em finais: 3 a 0 (1995 e 2001, na Euro, e 2003, na Copa do Mundo, sempre por 1 gol de diferença)
> No prorrogação: 3 a 0
> Em Jogos Olímpicos em: 3 – 0
> Às sextas-feiras: 1 – 1

Suécia e Alemanha: rivais europeus na decisão Olímpica

Suécia e Alemanha: rivais europeus na decisão Olímpica

Últimos cinco jogos:
> 20/6/2015: Alemanha 4-1 Suécia (Copa do Mundo, Ottawa-CAN)
> 11/3/15: Alemanha 2-1 Suécia (Copa Algarve, Portugal)
> 4/3/15: Alemanha 2-4 Suécia (Copa Algarve)
> 29/10/14: Suécia 2-1 Alemanha (Amistoso, Orebro-SUE)
> 5/3/12: Alemanha 4-0 Suécia (Amistoso, Portugal)

Ouro: Sundhage em busca do 3o ouro consecutivo

Ouro: Sundhage em busca do 3º título consecutivo

Treinadoras:

> Suécia: a técnica Pia Sundhage está em busca de seu 3º triunfo olímpico consecutivo depois de ter guiado os Estados Unidos a ouro em 2008 e 2012.Além disso, ela tem a medalha de prata em 2004

> Alemanha: Silvia Neid, que dirigiu a Alemanha na conquista do bronze olímpico em 2000, 2004 e 2008, vai deixar o cargo após 11 anos como treinador Nationalelf na sexta-feira. Ex-jogadora, Neid esteve na final da Euro 1995, quando a Alemanha venceu a Suécia por 3-2

Entrevista: Almuth Schult
Apesar de já ter feito história chegando pela primeira vez a uma decisão dos Jogos Olímpicos, após vencer o Canadá na terça-feira, a seleção feminina da Alemanha, bicampeã mundial em 2003 e 2007 e atual campeã europeia, não esconde a ansiedade pela final diante da Suécia na sexta-feira, onde vai poder repetir o feito dos homens de 2 anos atrás e vencer um título no Maracanã.

Ainda como jogadora, Silvia Neid venceu a Euro em 1995: 3-2 sobre a Suécia

Ainda como jogadora, Silvia Neid venceu a Euro em 1995: 3-2 sobre a Suécia

“A Suécia é um adversário especial,” avalia a goleira Almuth Schult, do Wolfsburg, que disputa sua primeira grande competição, depois que assumiu a vaga de titular da bicampeã mundial Nadine Angerer, vencedora do Prêmio Bola de Ouro FIFA em 2013, que se aposentou após a Copa do Mundo do ano passado.

“É um time que conhecemos bem, com jogadoras que já nos acostumamos a enfrentar nos torneios europeus e onde várias de nós temos companheiras de clubes e até boas amigas”, diz. “Mas agora estamos na final dos Jogos Olímpicos e essa é uma situação especial.”

Segundo Schult, a equipe está vivendo um momento especial: “Há um forte espírito de equipe e uma alegria fora de campo, que o grupo está compartilhando e que acaba se refletindo na grande coesão que o time tem demonstrado dentro de campo.”

Schult comemora vitória sobre o Canadá e classificação para a final: sonho

Schult comemora a classificação para a final: desfrutando cada momento

Para ela, chegar à decisão já é a realização de um sonho: “Dois anos atrás, quando os homens decidiram a Copa do Mundo no Maracanã fazer uma final no Rio de Janeiro parecia impossível. Agora estamos aqui!”

“É um momento incrível para o futebol feminino do nosso país e quando eu penso nisso sinto que será uma honra apenas estar em campo nessa sexta-feira.”

“O objetivo é, claro, ganhar o ouro e isso certamente não será fácil. Mas vamos jogar e lutar pela vitória sabendo que estamos vivendo um grande momento das nossas vidas. E que temos que desfrutar cada momento.”


Pela 1ª vez um país disputa o ouro no futebol masculino e feminino
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Celso de Miranda

Com a vitória por 2-0 sobre a Nigéria nessa quarta-feira na Arena Corinthians, em São Paulo, a Alemanha se tornou o primeiro país a chegar às finais dos torneio de futebol masculino e feminino na mesma edição dos Jogos Olímpicos.

Na verdade, é apenas a 2ª vez que um mesmo país será medalhista no futebol desde 1996, quando os torneios masculino e feminino passaram a ser disputados simultaneamente.

A medalha é certa: a No masculino, Alemanha faz a final contra o Brasil

A medalha é certa: no masculino, Alemanha faz a final contra o Brasil

A única vez que isso aconteceu anteriormente foi em 2008, em Pequim, quando o Brasil foi Prata no feminino, perdendo a decisão para os EUA, e Bronze no masculino, depois de perder para a Argentina na semifinal num enfático 3-0 e bater a Bélgica na decisão do 3º lugar.

Em outras duas ocasiões, um mesmo país chegou às semifinais, mas saiu com apenas uma medalha: em 2000, em Sydney, os EUA foi vice-campeão feminino e 4º lugar no masculino.

O mesmo aconteceu em Londres, em 2012, com o Japão, que no feminino eliminou a França na semifinal e acabou com a medalha de Prata depois de perder a final para os EUA (2-1), e no masculino perdeu a semifinal para o México (1-3) e voltou a perder na disputa do 3º lugar para a Coreia do Sul (0-2).

Final feminina reedita decisão da Euro 2015

Final feminina marca despedida da técnica Silvia Neid, há 11 anos no cargo

Duas medalhas
No masculino, a classificação para a ‘final dos sonhos’ contra o Brasil, no Estádio do Maracanã veio depois de um duelo intenso diante da Nigéria, medalha de Ouro em 1996 e Prata em 2008: o zagueiro do RB Leipzig Lukas Klosterman marcou o primeiro (9′) e o atacante do Freiburg Nils Petersen, que veio do banco no 2º tempo, marcou seu 6º gol no torneio (89′) e fechou o placar.

Na terça, em Belo Horizonte, com gols de duas jogadoras do Bayern de Munique – Melanie Behringer e Sara Däbritz – a seleção feminina já havia garantido a vaga para enfrentar a Suécia, na primeira final 100% europeia da história do futebol feminino nos Jogos Olímpicos, depois de bater o Canadá, também pelo placar de 2-0.

A decisão no Rio de Janeiro, que pode dar à técnica da Suécia Pia Sundhage o 3º título olímpico consecutivo, depois de ela dirigir os Estados Unidos em 2008 e 2012, marca a despedida da treinadora alemã Silvia Neid, que deixa o cargo após 11 anos.


Alemãs goleiam em último amistoso antes dos Jogos Olímpicos
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Celso de Miranda

Doze dias antes da estreia contra o Zimbábue nos Jogos Olímpicos no Brasil, a seleção feminina da Alemanha fez hoje seu último amistoso e, após marcar incríveis 9 gols no primeiro tempo, goleou Gana por 11-0.

Além de preparação para o torneio, a partida serviu para a torcida se despedir da técnica Silvia Neid, que dirigiu a seleção pela última vez na Alemanha diante de 6.243 torcedores, que compareceram à Benteler Arena, em Paderborn.

 

Depois de 20 anos na seleção alemã – primeiro como assistente de Tina Theune, entre 1996 e 2004, e desde então como técnica principal – Neid vai entregar o cargo para sua assistente, a ex-zagueira e ex-capitã do time Steffi Jones, após as Olimpíadas.

Além da técnica duas vezes vencedora da Copa do Mundo (em 2003 e 2007) e três vezes medalha de bronze nas Olimpíadas, a ex-jogadora Nadine Kessler, do Wolfsburg, vencedora do prêmio FIFA de melhor do mundo em 2014, que abandonou a seleção e o futebol nessa temporada com apenas 28 anos, por causa de um problema crônico no joelho, também foi homenageada antes da partida.

E as campeãs europeias demoraram apenas 45 segundos para abrir o placar: a veterana Melanie Bahringer, do Bayern arriscou da entrada da área, a goleira Patrícia Mantey não segurou e a atacante Anja Mittag, do Paris Saint-Germain, marcou no rebote o primeiro de seus 4 gols no jogo.

Goleada e despedida: Alemanha pronta para os Jogos

Goleada e despedida: Alemanha pronta para os Jogos

Dzsenifer Marozsán, ex-Frankfurt aumentou aos 6′, pegando de primeira um cruzamento de Alexandra Popp da direita. A atacante recém contratada pelo Lyon marcou 2 na partida.

Popp (Wolfsburg),  Saskia Bartusiak (Frankfurt), Sara Däbritz (Bayern) e Mandy Islacker (Frankfurt), além de um gol contra da lateral Cynthia Abobea completaram o placar.

“Nós jogamos muito concentradas e estamos confiantes para os Jogos no Brasil”, disse Neid, na coletiva após a partida.

Neid passa o comando à Jones: continuidade

Neid passa o comando à Jones: continuidade

Belo Horizonte
A Alemanha estreia no Grupo F contra o Zimbábue na Arena Itaquera no dia 3, depois enfrenta a Austrália (São Paulo, dia 6 ) e o Canadá (Brasília, dia 9).

“Entramos muito focadas no primeiro tempo e conseguimos criar e converter as oportunidades os gols”, disse Alexandra Popp, que entrou de titular na vaga que tem sido da sua companheira de Wolfsburg Lena Goeßling, que foi poupada.

“Depois do intervalo o time voltou pouco fora do ar, mas estamos confiantes que o time é capaz de jogar num bom nível. Estamos com um bom sentimento para o Brasil.”


Seleção olímpica da Alemanha: “Vamos ao Rio pensando em Ouro”
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Celso de Miranda

Nos Jogos Olímpicos do Rio, entre 3 e 20 de agosto, pela primeira vez na história tanto as seleções masculina e feminina de futebol da Alemanha vão participar ao mesmo tempo.

Nessa sexta-feira, os dois treinadores Horst Hrubesch e Silvia Neid se reuniram em Frankfurt, na sede da Federação Alemã (DFB) para anunciar a lista dos 44 homens e mulheres (36 titulares e 8 suplentes) convocados.

Vamos para o Rio

Horst Hrubesch: pensando em ouro

De volta
Em sua primeira participação olímpica desde 1988, a seleção masculina será representada pela equipe Sub-21, que vem disputando as eliminatórias para a Euro 2017, na Polônia.

Hrubesch terá à disposição jogadores, que apesar da pouca idade já são titulares em seus clubes, como os meias Max Meyer, do Schalke e Julian Brandt, do Bayer Leverkusen, e o goleiro Timo Horn, do Colônia. A lista inclui ainda o zagueiro campeão do mundo com a seleção principal em 2014, Matthias Ginter, do Borussia Dortmund.

Além do time Sub-21, o técnico chamou 3 jogadores com idade acima dos 23 anos: os irmãos gêmeos Sven e Lars Bender e o atacante Nils Petersen, do Freiburg. Todos com 27 anos.

Gnabry: revelado, recém contratado do Arsenal

Gnabry: ala revelado no Stuttgart está no Arsenal desde 2012

“Temos uma boa mistura”, acredita Hrubesch. “A partir da atual Sub-21 agregamos jogadores mais experientes e chegamos num grupo de muita qualidade.”

“Estou certo de que com esses caras vamos fazer um bom papel no Rio.”

“Essa é  uma experiência única para todos nós e a expectativa pelos Jogos Olímpicos é enorme”, disse. “É  um  torneio muito difícil, mas vamos ao Brasil pensando em vencer todos os jogos e chegar ao ouro. De outra forma não faria sentido.”

A seleção masculina estreia no dia 4 de agosto contra o México, na Arena Fonte Nova, em Salvador, onde faz também o 2º jogo contra a Coreia do Sul, no dia 7. Os alemães encerram a participação no Grupo C contra Fiji, no Mineirão,  Belo Horizonte, no dia 10.

Meyer: talento no meio campo alemão

Meyer: talento no meio campo alemão

A lista completa (18 titulares + 4 suplentes):

  • Goleiros: Timo Horn (Colônia) e Jannik Huth (Mainz)
  • Zagueiros: Robert Bauer (Ingolstadt), Matthias Ginter (Dortmund), Lukas Klostermann (RB Leipzig), Philipp Max (Augsburg), Niklas Süle (Hoffenheim) e Jeremy Toljan (Hoffenheim)
  • Meio-campistas: Lars Bender (Leverkusen), Sven Bender (Dortmund), Julian Brandt (Leverkusen), Max Christiansen (Ingolstadt), Serge Gnabry (Arsenal), Leon Goretzka (Schalke), Max Meyer (Schalke), Grischa Prömel (Karlsruher)
  • Atacantes: Nils Petersen (Freiburg) e David Selke (RB Leipzig)

Suplentes: Leonardo Bittencourt (Colônia), Christian Günter (Freiburg), Sebastian Kerk (Freiburg) e Eric Oelschlägel (Werder Bremen)

Versatilidade e força
Sem a barreira da idade, a técnica Silvia Neid escolheu 6 vencedoras da medalha de bronze nos Jogos Olímpicos de Pequim, em 2008 para montar sua seleção: Saskia Bartusiak, Simone Laudehr, Annike Krahn, Babett Peter, Anja Mittag e Melanie Behringer vão representar a atual 2ª colocada no Ranking da FIFA e uma das favoritas ao título no Brasil.

Neid: última chance

Neid: última chance

Mas experiência, segundo a treinadora 3ª colocada na última Copa do Mundo, em 2015, não foi tão decisivo em sua escolha quanto o condicionamento físico e médico: “Faremos até 3 jogos no prazo de uma semana e se você considerar que vamos dispor de um elenco  reduzido, vê que esse é um torneio muito exigente nesse aspecto,” comentou.

Meike Kämper, Lena Petermann, Pauline Bremer e Felicitas Rauch, que vinham se recuperando de lesões e estavam treinando com o grupo acabaram dispensadas da lista final, que além das 18 titulares conta com 4 suplentes.

“A versatilidade também desempenhou um papel importante na definição da lista,” explicou. “Precisamos de um grupo de jogadoras capazes de desempenhar diferentes funções em campo, até dentro da mesma partida.”

O time ainda faz uma partida amistosa contra Gana em Paderborn, na próxima sexta (22 de julho), antes de viajar para o Brasil. A Alemanha faz seus dois primeiros jogos na Arena Corinthians, em São Paulo, contra Zimbábue (3 de agosto) e Austrália (6).

As alemãs encerram sua participação na fase de grupos no Estádio Mané Garrincha, em Brasília, contra o Canadá, no dia 9.

Veja a lista completa:

  • Goleiras: Laura Benkhart (Freiburg) e Almuth Schult (Wolfsburg)
  • Defensoras: Saskia Bartusiak (Frankfurt), Josephine Henning (Arsenal), Tabea Kemme (Turbine Potsdam), Annie Krahn (Bayer Leverkusen) e Bebett Peter (Wolfsburg)
  • Meio-campistas: Melanie Behringer (Bayern München), Sara Däbritz (Bayern), Lena Goeßling (Wolfsburg), Isabel Kerschowski (Wolfsburg), Simone Laudehr (Bayern), Melanie Leupolz (Bayern), Mandy Islacker (Frankfurt), Dzsenifer Marozsán (Lyon)
  • Atacantes: Anja Mittag (PSG), Alexandra Popp (Wolfsburg),

Suplentes:  Svenja Huth (Potsdam), Lina Magull (Freiburg), Kathrin Hendrich (Frankfurt) e Lisa Weiß (Essen)


Löw permanece técnico da Alemanha
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Celso de Miranda

Após a derrota para França na semifinal da Eurocopa,(0-2), o técnico campeão do mundo Joachim Low havia deixado em aberto o seu futuro no comando da Alemanha.

Nessa terça, ele colocou fim às dúvidas e confirmou que segue como treinador da Nationamannschaft até o final da Copa do Mundo de 2018.

Löw: Time não decepcionou

Löw: Time não decepcionou

A data não podia ser mais simbólica: exatamente 10 anos atrás, com a saída do técnico Jürgen Klinsmann após a derrota da Alemanha na Copa de 2006, em casa, Löwentão seu assistente, assumia o cargo.

A confirmação veio numa conversa por telefone com o presidente da Federação Alemã (DFB), Reinhard Grindel: além de uma primeira análise sobre a performance da seleção nas últimas semanas, o técnico foi informado de que seu contrato seria mantido até 2018.

“Para nós é uma questão de respeito depois de um torneio tão intenso dar alguns dias de descanso ao treinador antes de fazer qualquer análise dos eventos,” disse Grindel, num comunicado de imprensa.

“A continuidade do treinador no cargo, porém nunca esteve em dúvida,” garantiu Grindel. “Löw é o melhor treinador para essa equipe defender o título em 2018. Ele tem a nossa plena confiança e temos certeza de que com ele teremos sucesso em futuro breve.”

Grindel: Total confiança

Grindel: Löw é o melhor para defender o título em 2018

“Não decepcionou”
“Um torneio é sempre um ponto de transformação,” disse Löw. “Ficamos todos obviamente desapontado após a semifinal. Apesar da nossa decepção, no entanto a equipe não decepcionou.”

“Tínhamos o grupo mais jovem do torneio e ainda vejo um grande potencial nesse time e estou certo que nós ainda teremos muitas alegrias com ele.”

Para Löw, a Euro mostrou que o elenco tem qualidades: “Vamos trabalhar a partir desse núcleo de jogadores e desenvolver esse time tendo em vista a Copa do mundo 2018 na Rússia.”

Mais jovens: base para as Eliminatórias

Mais jovem: base para chegar à Copa de 2018

A Alemanha estreia nas eliminatórias da Copa do Mundo em 4 de setembro em Oslo contra a Noruega. Antes, o time faz um amistoso contra a Finlândia no dia 31 de agosto em Mönchengladbach.

Cinco vezes
Löw chegou à semifinal da Euro pela primeira vez em 2004 como assistente de Jurgen Klinsmann. Em 2006, ele se tornou seu sucessor.

Desde então em cada um dos cinco torneios principais ele levou a Alemanha pelo menos, as semifinais, incluindo o título mundia em 2014.

 


Imagens para estômagos fortes
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Celso de Miranda

Depois de muito futebol, violência entre torcedores e alguns golaços, o momento mais memorável dos três primeiros dias da Euro 2016 provavelmente foi capturado quase sem querer pelas câmeras de TV nesse domingo em Lille, na partida em que a Alemanha venceu a Ucrânia por 2-0, com gols de Shkodran Mustafi (19′) e Bastian Schweinsteiger, já nos acréscimos do segundo tempo.

Um momento horrível e nojento protagonizado pelo técnico alemão Joachim Lowm,  que foi flagrado perto dos 30 minutos do segundo tempo enfiando a mão direita nas calças.

Depois de alguns segundos, quando Low se sentou no banco vem a cena de revirar o estômago: o técnico cheira a própria mão.

 

Que nojo! Low coçando e cheirando

Que nojo! Low coçando e cheirando


Quatro dias antes de estreia, Alemanha muda de novo
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Celso de Miranda

Às vésperas da abertura do Campeonato Europeu e quatro dias antes de seu jogo de estreia contra a Ucrânia, no domingo, o treinador da seleção da Alemanha Joachim Löw ainda tem muito trabalho para acertar seu time.

Nessa quarta, o treinador voltou pelo menos a contar com 23 jogadores: Löw chamou o zagueiro Jonathan Tah, de 20 anos, do Bayer Leverkusen para substituir Antonio Rüdiger, de 23, da Roma, cortado na terça após uma grave lesão.

Tah: zagueiro do Leverkusen se junta  ao grupo

Tah: zagueiro do Leverkusen se junta ao grupo

“Essa manhã foi confirmado no hospital o que o Departamento Médico suspeitava”, confirmou Löw. “O rompimento do ligamento cruzado.”

“Ficamos muito tristes por Toni [Rüdiger]. Ele teve um ótima temporada, e tanto conosco na seleção, quanto no clube mostrou um desenvolvimento contínuo.”

“Ele estava em muito boa forma, estava pronto física e mentalmente para o torneio”, afirmou o treinador. “E havia conquistado seu espaço com dinamismo, liderança e muita força de vontade.”

Segundo Löw, formações e táticas terão de ser reexaminadas após a saída de seu titular: “Optamos em trazer um defensor central, que conhece bem as nossas práticas, bem como o ambiente da seleção,” explicou.

O zagueiro Jonathan Tah estreou pelo time principal em 26 de março, na derrota diante da Inglaterra em Berlim: “Tah integra nosso ‘círculo’, também está em excelente forma, já que vinha treinando após o fim da temporada com o time olímpico.”

Trocas
Na estreia contra a Ucrânia, porém Löw deve escalar Benedikt Höwedes ou Shkodran Mustafi no centro da defesa: “Ambos já têm um longo tempo ao lado de Jerome Boateng”, explicou.

Ajustes:

Contagem regressiva: ajustes na defesa e um novo capitão

“Vamos praticar nesses dias restantes e, em seguida, tomar uma decisão.”

A outra questão que ainda deveria ser tomada – sobre quem será o capitão do time, já que Bastian Schweinsteiger não joga na estreia – já foi tomada, segundo o treinador:

“Eu já decidi, mas isso será conversado apenas com a equipe e, é claro,com o Schweinsteiger, que volta a assumir o posto assim que se recuperar da lesão no joelho.”

Segundo fontes em Evian, onde treina a seleção alemã, é que o meia do Real Madrid Sami Khedira ou goleiro do Bayern Manuel Neuer assumam o posto.

Braçadeira: o meia Khedira é um dos candidatos a ocupar a vaga na estreia

Braçadeira: o meia Khedira é um dos candidatos a ocupar a vaga na estreia

Hummels se recuperando
Na sessão de treino dessa quarta-feira de manhã, não treinaram o jovem Joshua Kimmich e Julian Weigl: o volante do Bayern está resfriado e Weigl, do Dortmund ainda se recupera de uma leve distensão muscular na panturrilha.

O campeão mundial Mats Hummels mais uma vez treinou individualmente para se recuperar de uma distensão muscular na coxa e Lukas Podolski teve mais um dia de licença por causa do nascimento de sua filha.

No treinamento Löw se concentrou no comportamento defensivo e ensaiou cobranças de escanteio e faltas: “Nós temos problemas nas jogadas defensivas e esse será um foco nos últimos treinamentos .”


Rio-16: Sorteio define chaves dos torneios masculino e feminino
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Celso de Miranda

Nessa quinta-feira, a partir das 10h30, direto do Maracanã, no Rio de Janeiro, acontece o sorteio dos grupos dos torneios de futebol masculino e feminino dos Jogos Olímpicos, que serão realizados entre 3 e 20 agosto em 5 cidades-sedes: Belo Horizonte, Brasília, Manaus, Salvador e São Paulo, além das finais, que serão no Rio.

Brasil é o único cabeça de chave no masculino e no feminino

Brasil é o único cabeça de chave no masculino e no feminino

Os 16 participantes do torneio masculino foram dividido em 4 grupos: além do Brasil, como país-sede, no Pote 1 ficaram as seleções mais bem classificadas nas últimas 5 edições do torneio: os campeões dos pré-olímpicos também foram privilegiados. Os potes masculinos ficaram assim:

  • Pote 1 – Brasil, Argentina, México e Japão
  • Pote 2 – Nigéria, Coreia do Sul, Honduras e Iraque
  • Pote 3 – Suécia, Fiji, Portugal e África do Sul
  • Pote 4 – Argélia, Colômbia, Dinamarca e Alemanha

Com 12 times, o torneio feminino também terá quatro potes, mas nesse caso as seleções, com exceção do Brasil foram agrupadas seguindo a posição no Ranking da FIFA (de 25 março).

  • Pote 1: Brasil, Estados Unidos e Alemanha
  • Pote 2: França, Austrália e Suécia
  • Pote 3: Canadá, China e Nova Zelândia
  • Pote 4: Colômbia, África do Sul e Zimbábue

Além do Brasil, Alemanha, Suécia, Colômbia e África do Sul vão levar tanto o time masculino quanto o feminino nos Jogos Olímpicos.

Hrubesch: no pote 4, Alemanha é o 'bicho-papão' do sorteio

Hrubesch: no pote 4, Alemanha é o ‘bicho-papão’ do sorteio

“Estou contente em estar aqui e, sinceramente um pouco ansioso para ver quem vai acabar na nossa chave,” confessa o técnico da seleção Sub-21 da Alemanha Horst Hrubesch, que está no Rio para acompanhar o sorteio no Maracanã.

A Alemanha se classificou apenas em 4º lugar na Euro Sub-21, em 2015, atrás de Suécia, Portugal e Dinamarca, e por isso está no Pote 4. Ou seja, vai cruzar com um cabeça de chave logo na primeira fase.

“Mas minha principal preocupação e em visitar as diversas cidades e estádios que vão receber os jogos e conhecer as condições locais,” disse Hrubesch, que está no Rio com a delegação alemã, que inclui ainda a treinadora da equipe feminina Silvia Neid e a gerente de seleções da Federação Alemã Doris Fitschen.

“O resultado do sorteio é importante para nosso planejamento”, disse Neid. “É um torneio difícil, muito curto com apenas 12 equipes de alta qualidade.”

Sub-21: Alemanha se classificou em 4 e pode cair no Grupo do Brasil

Sub-21: Alemanha se pode cair no Grupo do Brasil

África do Sul
Será a segunda Olimpíada da capitã das Banyana Banyana (como é conhecido o time feminino sul-africano), Janine van Wyk, de 28 anos, que se tornou recentemente a atleta – incluindo os homens – que mais vezes vestiu a camisa da seleção de futebol da África do Sul (com 127 jogos).

Em Londres, num grupo dificílimo, as sul-africanas perderam duas – para Suécia e Canadá (que seria medalha de Bronze) – e empatou uma, diante do Japão (medalha de Prata) e caiu logo na primeira fase.

Agora, depois de duas vitórias contra Botswana em abril e da classificação para a Copa Africana das Nações ela está confiante que o time pode ir mais longe.

Como foram os preparativos para os Jogos Olímpicos
Dos 11 anos que estou na seleção não me lembro de ter feito uma preparação tão boa, tão completa. Acabamos de voltar de uma excursão por Camarões, onde jogamos duas partidas vencendo uma e empatando outra. E depois vencemos as duas diante de Botswana e garantimos vaga para a CAN.

Janine van Wyk: capitã sul-africana em sua segunda Olimpíada

Janine van Wyk: capitã sul-africana em sua segunda Olimpíada

Jogar as Eliminatórias não atrapalhou?
Pra falar a verdade estar em campo desde o ano passado teve mais pontos positivos que negativos: afinamos o nosso estilo de jogo nos últimos cinco meses e o resultado apareceu. O condicionamento físico também melhorou. Muitas de nós melhoram fisicamente quando estão na seleção e isso é o tipo de coisa que vai nos ajudar nos Jogos Olímpicos.

Em relação ao sorteio alguma expectativa?
Eu estou realmente animada com o sorteio e mal não posso esperar para saber quem vamos enfrentar. A verdade é que você não pode escolher as equipes contra quem vai jogar, porque todos os países ali são adversários difíceis,  com qualidades diferentes e estilos diferentes, por isso você deve se preparar para tudo.

E vai ser sua segunda…
Sim, poucos jogadores tiveram essa honra de ir a dois Jogos Olímpicos, mas para nós de um país que luta tanto para atingir cada conquista isso tem um valor especial. Temos que comemorar muito porque mostra o quanto temos progredido como equipe.

África do Sul: duas olimpíadas seguidas tem um gosto especial

África do Sul: duas olimpíadas seguidas tem um gosto especial

Em relação a Londres, como você acha que a África do Sul pode se sair?
É uma competição muito difícil e estaremos competindo contra alguns dos melhores do mundo. Eu acredito que a África do Sul tem talento e pode enfrentar as melhores. Quando olhamos para trás a gente vê que superamos muitas dificuldades para chegar aqui, então não há porque temer os desafios que estão a nossa frente.

Como se sente em ter mais jogos pela seleção de seu país que qualquer outro jogador de futebol  – masculino ou feminino?
Estou realmente honrada por ter chegado tão longe, orgulhosa por esses 11 anos e ainda continuar motivada. Só fico meio preocupada… porque parece que eu sou velha: escreve aí que eu tenho só 28, que eu comecei novinha. [Risos]

Você se lembra do seu primeiro jogo na seleção?
Foi contra a Nigéria em 2005, mas eu já tinha sido chamada mais cedo para um jogo contra Zimbábue, mas ficado no banco. Então eu tenho uma história contra a Nigéria [Risos]. A Nigéria é um dos adversários mais difíceis no continente.

Pauw: ex-técnica da seleção da holanda assumiu a África do Sul em 2014

Pauw: ex-técnica da seleção da Holanda assumiu a África do Sul em 2014

O que mudou na seleção da África do Sul de lá pra cá?
Ah, o futebol feminino é mais muito mais reconhecido. Naquela época as pessoas não nos levavam a sério. Agora há mais apoio. Desde 2012, o time feminino conta com um patrocinador próprio, nossos jogos são todos transmitidos na televisão, a cobertura da mídia aumentou e o interesse pelo esporte também.

Claro que isso só aconteceu porque também houve o investimento na qualidade do jogo: a Federação trouxe profissionais experientes, uma treinadora de ponta como a Vera Pauw, que mostrou o quanto eles estavam dispostos a valorizar o jogo e as mulheres. Tivemos bons treinadores no passado, mas uma treinadora tão bem preparada como Vera realmente mostrou que eles queriam fazer a diferença no futebol feminino.

 

 

 


Futebol não é tudo: mas Schweinsteiger quer voltar em duas semanas…
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Celso de Miranda

Afastado do futebol desde 9 de janeiro, quando rompeu o ligamento medial do joelho direito na vitória do Manchester United por 1-0 sobre o Sheffield na Copa da Inglaterra, Bastian Schweinsteiger não está completamente afastado do esporte e aproveita o tempo ocioso para apoiar os treinos da namorada, a tenista Ana Ivanovic.

Namorado: Schweisteiger aproveita últimos dias de folga

Namorado: Schweinsteiger aproveita últimos dias de folga

Nessa sexta-feira, o meio-campista alemão, que espera voltar a correr já na próxima semana, foi fotografado acompanhando a 16ª melhor jogadora do ranking na sua sessão de treino num clube no Norte de Didsbury, na região metropolitana de Manchester.

Essa semana, em entrevista ao aplicativo SportsBild o capitão da seleção alemã, de 31 anos negou que sua contusão é mais grave do que aparenta e que haja qualquer risco de que ele não possa disputar a Euro, em junho, na França: “Só se a Eurocopa fosse antecipada para o início de março”, disse.

Inglaterra e Itália: capitão quer jogar amistosos no final de março

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“A ruptura do ligamento medial leva tempo, mas tudo está curando bem”, afirmou. “Eu conheço meu corpo e sei que tudo vai ficar ok.”

“Em cerca de cinco ou sete dias, eu vou começar a correr e cinco dias depois vou estar treinando com bola novamente.”

Seleção
Segundo essas previsões, Schweinsteiger deve estar completamente de volta ainda no mês de março.

O jogador que já atuou 144 vezes pela seleção da Alemanha espera participar dos amistosos contra a Inglaterra, em Berlim no dia 26 de março e contra a Itália, em Munique, no dia 29.