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Arquivo : Carli Lloyd

Melhor jogadora do mundo, Carli Lloyd reforça o Manchester City
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Celso de Miranda

O Manchester City anunciou nessa quarta-feiraa contratação da meia-atacante norte-americana Carli Lloyd, vencedora do prêmio FIFA de Melhor Jogadora em 2015 e  2016;

Ex-jogadora do Houston Dash, Lloyd é a 2ª jogadora da seleção campeã do mundo a trocar a NWSL (liga profissional de futebol feminino dos EUA) pelo futebol europeu nessa janela de transferências, depois  que a atacante Alex Morgan trocou o Orlando Pride pelo  Lyon, em janeiro.

Além delas, outras 4 norte-americanas disputam o título da Liga dos Campeões da UEFA nessa temporada: Janelle Cordia (Fortuna Hjørring), Claire Falknor , Gina Lewandowski (Bayern de Munique) e Ella Masar (Rosengård).

Se o City conquistar o título, Lloyd se torna apenas a 3ª norte-americana a vencer a competição, depois Alex Krieger e Gina Lewandowski com o Frankfurt em 2008.

Craque
Aos 34 anos, Lloyd, que passou toda a sua carreira nos Estados Unidos, assinou um contrato de curto prazo (apenas até o início de junho)´e é o grande reforço do atual campeão inglês para a reta final da Liga dos Campeões.

Em sua estreia no torneio, o City chega às quartas-de-final, onde enfrenta o Fortuna Hjørring, da Dinamarca, nos dias 23 e 30 de março.

“Estou empolgada por estar aqui e estou ansiosa para começar a trabalhar com minhas novas companheiras de equipe”, disse Lloyd à CityTV. “Esta é uma oportunidade única e eu não poderia estar mais orgulhosa de fazer parte desse clube.”

Além da Liga dos Campeões, a norte-americana ainda deve jogar pela fase final da Copa da Inglaterra.

Números

  • Com mais de 200 partidas e 96 gols pela seleção dos Estados Unidos, Lloyd é famosa pelos gols decisivos: foi dela o gol do título na final dos Jogos Olímpicos de 2008, na prorrogação contra o Brasil.
  • 4 anos mais tarde, Lloyd voltou a marcar os 2 gols, quando os EUA venceram o Japão, por 2-1, em Wembley, para conquistar o ouro olímpico de 2012.
  • Em 2015, ela marcou 3 gols na final da Copa do Mundo, na vitória contra o Japão (4-1) – um deles concorreu, ainda, ao prêmio Puskas, como um dos mais bonitos daquela temporada
  • Lloyd foi escolhida Jogadora do Ano pela FIFA em 2015 e em 2016

 

 


Marta é finalista ao Prêmio de Melhor do Mundo, mas alemã é favorita
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Celso de Miranda

Depois de ficar de fora da lista em 2015, a atacante Marta volta a figurar entre as finalistas ao Prêmio de Melhor Jogadora do Ano anunciadas pela FIFA nessa sexta-feira.

Essa é a 12ª vez em 13 anos, que a brasileira é listada entre as 3 melhores do mundo.

Marta: de volta entre as mulheres

Marta: de volta entre as melhores

Cinco vezes vencedora do Prêmio, a brasileira disputa a coroa com a norte-americana Carli Llyod, que recebeu o prêmio em 2015, e com a alemã campeã olímpica Melanie Behringer.

Chuteira de Ouro (artilheira) das Olimpíadas do Rio, com 5 gols, a meia Behringer, 31 anos, pinta como a favorita, depois da excelente temporada com seu clube, o Bayern de Munique.

O time além de vencer a Frauen-Bundesliga, conquistou uma inédita classificação para as quartas-de-final da Liga dos Campeões da UEFA, onde enfrenta o Paris Saint-Germain, em dois jogos que acontecem em março (nos dias 22 e 29).

Com a seleção, além medalha de ouro, Behringer ajudou a Alemanha a avançar com 100% de aproveitamento para a fase decisiva das Eliminatórias da Euro’17, na Holanda.

Ouro na Rio 2016, a meia do Bayern é favorita

Artilheira da Alemanha na Rio 2016, a meia do Bayern é a favorita

Por fora
Apesar de cair nas quartas dos Jogos Olímpicos – diante da Suécia ,nos pênaltis – a camisa 10 do Houston Dash, Carli Lloyd vencedora do prêmio no ano passado, mais uma vez se destacou entre as estrelas do time líder do ranking da FIFA, marcando 17 gols pela seleção norte-americana na temporada.

Outra que amargou grande decepção na Rio 2016, Marta, aos 30 anos, mais uma vez foi o destaque do time brasileiro, que ficou com o 4º lugar na competição: apesar das derrota na semifinal (para a Suécia) e na disputa da medalha de bronze para o Canadá, a atacante conseguiu cativar a nação com gols e atuações apaixonadas.

Com o Rosengård, a jogadora vive boa fase, marcando os gols decisivos na conquista da Liga e da Copa da Suécia e está nas quartas-de-final da Liga dos Campeões, onde enfrenta o Barcelona.

A vencedora será escolhida pelos técnicos e capitães das seleções, bem como representantes da mídia durante evento em Zurique, no dia 9 de janeiro de 2017.

 


Primeira ‘FIFPro Women’s World XI’ não tem nenhuma brasileira
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Celso de Miranda

Em mais um passo positivo no crescimento do futebol feminino em todo o mundo, o  sindicato mundial de jogadores de futebol profissional (FIFPro) revelou essa semana seu primeiro “FIFPro Women’s World XI”, uma espécie de seleção do ano escolhida pelos próprios jogadores.

Bravo à Amandine Henry, Eugénie Le Sommer et Wendie Renard Officiel qui font partie de l’équipe type de la FIFPro. Nous sommes fiers de nos Bleues ! #AllezLesBleues

Publicado por Équipe de France de Football em Sábado, 20 de fevereiro de 2016

A versão masculina do ‘FIFPro World XI’ já existe desde 2005.  Em 2010, o sindicato dos jogadores juntou-se à FIFA no Prêmio FIFA Bola de Ouro e desde então, todos os anos o prêmio é entregue aos 11 jogadores durante a cerimônia de gala durante o mês de janeiro.

Ainda não foi confirmado, mas só podemos esperar que a FIFA siga o terno e inclua as “seleção” de mulheres no evento do próximo de 2017.

A lista das mulheres foi escolhida por votos de jogadoras de 33 nacionalidades diferentes. Cada jogadora votou numa goleira, quatro defensoras, três meio-campistas e três atacantes.

Lloyd e Solo: as veteranas

Lloyd e Solo: as norte-americanas são maioria

A FIFPro World XI 2015:

  • Goleira: Hope Solo (EUA, Seattle Reign)
  • Zagueiras e laterais: Kadeisha Buchanan (Canadá, West Virginia University), Wendie Renard (França, Lyon), Julie Johnston (EUA, Chicago Red Stars), Meghan Klingenberg (EUA, Portland Thorns).
  • Meio-campistas: Amandine Henry (França, Lyon), Carli Lloyd (EUA, Houston Dash), Aya Miyama (Japão, Okayama Yunogo Belle).
  • Atacantes: Anja Mittag (Alemanha, Paris Saint Germain), Eugénie Le Sommer (França, Lyon), Célia Šašić (Alemanha, Frankfurt).

São 4 norte-americanas, incluindo a meia Carli Lloyd (escolhida como melhor jogadora do mundo em 2015 pela FIFA), 3 francesas, 2 alemãs, 1 japonesa e 1 canadense.

O Brasil e a Suécia pela tradição e a Inglaterra, pela colocação na última Copa do Mundo (3ª) foram as ausências mais notadas.

 


Rio’2016: EUA vencem e avançam à semifinal do Pré-Olímpico da CONCACAF
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Celso de Miranda

A seleção feminina dos Estados Unidos deu mais um passo rumo à classificação para os Jogos Olímpicos do Rio com a vitória por 1-0 sobre o México, nesse sábado, no Toyota Stadium em Frisco, no Texas.

O resultado assegurou ao atual campeão olímpico um lugar na semifinal do Pré-Olímpico da CONCACAF com uma rodada de antecedência.

A meia Carli Lloyd marcou já na reta final da partida (80′) o único gol do jogo, que nasceu de uma penalidade marcada pela árbitra Melissa Borjas, de Honduras, num discutível toque de mão da zagueira Karla Nieto.

Lloyd cobrou e a goleira Cecilia Santiago defendeu. No rebote a própria Melhor Jogadora de 2015 da FIFA aproveitou e marcou seu 2º gol no torneio.

Goleada
Na abertura da rodada, a Costa Rica, que havia sido goleada estreia pelos EUA (5-0), derrotou Porto Rico por 9-0.

Na segunda-feira, México e Costa Rica decidem a segunda vaga do Grupo A: o empate dá vaga ao México, que tem um gol a mais no saldo.

Nesse domingo, acontece a segunda rodada do Grupo B, com Guiana vs Guatemala e Canadá vs Trinidad e Tobago.


EUA estreiam com goleada no Pré-Olímpico da CONCACAF
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Celso de Miranda

A seleção feminina dos EUA começou nessa quarta-feira a campanha para se classificar à sua 6ª edição consecutiva dos Jogos Olímpicos com uma vitória por 5-0 diante da Costa Rica, na abertura do torneio Pré-Olímpico de Futebol Feminino da CONCACAF no Toyota Stadium, em Frisco, Texas.

E o primeiro passo rumo ao Rio foi dado logo aos 12 segundos de jogo, quando a atacante Alex Morgan abriu o placar com o gol mais rápido da história da seleção feminina dos EUA e do torneio, completando um lançamento de Lindsey Horan desviado de cabeça por Carli Lloyd.

Até então o gol mais rápido pertencia a outra norte-americana: Abby Wambach, que havia marcado aos 35 segundos contra a República Dominicana, em 2012).

Logo depois Crys Dunn foi derrubada na entrada da área,mas a árbitra marcou pênalti e antes dos 10′ de jogo, a artilheira Carli Lloyd fez o 2º: a Melhor Jogadora do Ano da FIFA marcou seu 9º gol em torneios pré-olímpicos e o 83º com a camisa da seleção.

A própria Dunn marcou seu primeiro gol da temporada aos 15′, aproveitando o rebote da goleira Dinnia Diniz, que não segurou o chute de Morgan.

Após o intervalo, Morgan marcou mais um de cabeça (63′), num cruzamento de Lloyd, e Christian Press fechou a goleada (83′).

No sábado (13), os EUA voltam a campo para enfrentar o México e na segunda (15), encerra o Grupo A contra Porto Rico.

  Depois de participar da Copa do Mundo pela primeira vez em 2015, a Costa Rica busca sua primeira aparição nos Jogos Olímpicos no Rio, em agosto.

No Grupo B, estão Canadá, Guatemala, Trinidad e Tobago e Guiana.

As duas melhores equipes de cada grupo, avançam para as semifinais em Houston, Texas. Apenas as duas seleções finalistas têm vaga nas Olimpíadas no Rio 2016.  

 

Números
Foi a 13 ª vitória dos EUA sobre a Costa Rica (em 13 jogos).

Dos 20 nomes que integram a lista de jogadoras da seleção norte-americana para o pré-olímpico, 13 estavam no time campeão da Copa do Mundo de 2015 no Canadá.

E 7 participaram do pré-olímpico em 2012 para os Jogos de Londres, quando os EUA venceram amedalha de Ouro. A goleira Hope Solo e as meias Tobin Heath e Carli Lloyd são os únicas jogadores no atual elenco que participaram das Eliminatórias para os Jogos Olímpicos de 2008.

México
Na outra partida do Grupo A, com 3 gols da capitã Maribel Domínguez o México fez 6-0 em Porto Rico.

Nessa quinta, pelo Grupo B no BBVA Compass Stgadium estreiam Guatemala diante de Trinidad e Canadá contra Guiana.


Aos 32 anos, a melhor jogadora do mundo promete vir ao Rio
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Celso de Miranda

Carli Lloyd nega que vai parar de jogar, muito pelo contrário: “A festa está só começando”, disse a atacante norte-americana vencedora da Bola de Ouro como melhor jogadora da Copa do Mundo do Canadá, em entrevista ao site da MLS.

Com duas medalhas de ouro olímpicas e agora um título mundial no currículo, a jogadora de 32 anos afirmou que pretende vir ao Rio de Janeiro nos próximos Jogos Olímpicos: “Espero conquistar outra medalha de ouro no Rio e  participar do novo ciclo para defender o troféu de campeãs na próxima Copa.”

Alçada à categoria de “herói nacional” nos EUA, a jogadora falou ainda sobre o golaço (o 3º) que marcou na decisão contra o Japão: “Eu me lembro de correr e comemorar com os braços para o alto… Eu não conseguia mais parar de rir”, conta. “Eu nunca achei que faria um gol desses numa final.”


A campeã voltou!
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Celso de Miranda

A seleção feminina dos Estados Unidos derrotou o Japão por 5-2 no BC Place, na noite de domingo, em Vancouver e conquistou a Copa do Mundo Feminina de 2015, tornando-se a primeira seleção a vencer três vezes a competição (1991, 1999 e 2015).

Não foi só essa marca, porém que a equipe norte-americana alcançou numa partida quase perfeita: em 16 minutos, os EUA já venciam por 4-0, quando Carli Lloyd marcou o “hat-trick” mais rápido da história da Copa do Mundo Feminina. Lauren Holliday fez o 3º (14′) e Robin Heath o  5º (54′).

Depois de ter passado quatro anos vivendo com o fato de ter perdido a cobrança na disputa de pênaltis decisiva que deu o título ao Japão na final da Copa do Mundo da Alemanha em 2011, a atacante precisou de apenas cinco minutos para fazer 2-0. Com 6 gols, Lloyd só não ficou também com a Chuteira de Ouro (de artilheira), porque a alemã Celia Sasic marcou os mesmos 6 gols em menos tempo em campo (critério de desempate).

A atuação da camisa 10 garantiu a Bola de Ouro como melhor jogadora da Copa. Ela é apenas a segunda norte-americana a ganhar o prêmio, ao lado de Carin Jennings, que venceu em 1991.

A goleira Hope Solo recebeu a Luva de Ouro pela segunda vez consecutiva, depois de ter sido escolhida a melhor goleira também em 2011, na Copa da Alemanha, quando praticamente eliminou o Brasil na semifinal defendendo a cobrança de Daiane na decisão por pênaltis.

Além de ser o único país a vencer a Copa do Mundo três vezes, os EUA são agora o país a marcar mais gols (5) em uma final feminina: nenhum outro time havia marcado mais de dois.

Rylie e Reece e a mamãe campeã: "No Rio? Quem sabe?!

Rylie e Reece e a mamãe campeã: “No Rio? Quem sabe?!

Capitã da equipe nas últimas partidas, Carli Lloyd ainda tinha uma última jogada de craque reservada para o fim da partida: aos 86 minutos quando a veterana Christie Rampone entrou em campo substituindo Alez Morgan, ela passou a faixa para a veterana de 40 anos, única remanescente do título de 1999 e que disputa sua 5ª Copa do Mundo, pudesse ter a honra de levantar a taça.

Ao lado das filhas Rylie e Reece, Rampone agradeceu à Lloyd, dizendo que não poderia estar mais feliz ou orgulhosa. “É como completar uma ciclo, começando com uma vitória e terminando com uma vitória” comemorava.

Mas quando você pensa que ela vai se despedir, ela surpeende: “Os Jogos Olímpicos… são no Rio no ano que vem, não é? Depois dessa festa, quem sabe a gente não se vê lá”, ri.

Em campo
A USWNT volta a campo para dois amistosos contra a Costa Rica nos dias 16 e 19 de agosto, em Pittsburg (Pensilvânia) e Chattanooga (Tennessee), respectivamente, antes de embarcar em turnê nacional para comemorar o título com a torcida (detalhes ainda serão anunciados).


EUA vencem a China e terão a Alemanha na semi
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Celso de Miranda

Um gol de cabeça de Carli Lloyd aos seis minutos depois do intervalo foi o suficiente para os EUA eliminarem a disciplinada e elegante equipe da China nas quartas de final da Copa do Mundo do Canadá, em Ottawa.

A heroína da partida, que novamente usou a braçadeira de capitã, completou hoje seu 200º jogo pela seleção norte-americana.

Com um time mais jovem e mais leve em campo, a partir da escalação de Alex Morgan, Tobin Heath e Morgan Brian desde o início, os EUA foram capazes de manter a posse da bolacom passes rápidos e deslocamentos constantes por todo o campo, dominando a maior parte do jogo e dando poucas oportunidades ao adversário.

[Ironia? Artilheira chega no hotel e elevador não funciona…]

Demorou apenas alguns minutos para as norte-americanas criarem a primeira oportunidade, embora o gol saísse apenas no segundo tempo, quando Lloyd completou de cabeça um cruzamento de Julie Johnston.

E embora os EUA criassem novas chances, até com uma bola na trave de Ali Krieger o time foi incapaz de aumentar o placar.

EUA agora vai enfrentar a Alemanha em Montreal nesta terça-feira em uma reunião semifinal potencialmente épica.

Semifinal
Para a partida semifinal entre EUA e Alemanha, na terça-feira 30 de junho, a US Soccer vai promover uma Fan Fest, no Lincoln Park, em Chicago.  

O jogo será transmitido ao vivo do Estádio Olímpico de Montreal, num telão gigante de alta definição, com 6 x 11 metros e será gratuito e aberto ao público.

No verão passado, durante a Copa do Mundo no Brasil, a US Soccer realizou eventos semelhantes durante quatro partidas no Soldier Field, que atrairam mais de 28 mil torcedores ao parque à beira do lago.


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