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Arquivo : Olimpíadas Rio 2016

Final Olímpica: Suécia e Alemanha em números
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Celso de Miranda

Pela primeira vez, a final de futebol feminino dos Jogos Olímpicos será disputada por dois times europeus: a história dos confrontos entres as duas seleções favorece esmagadoramente a Alemanha.

De seu lado, a Suécia tem no banco a treinadora Pia Sundhage, que disputa sua 4ª final e pode chegar ao seu 3º ouro olímpico consecutivo. Compare:


Germany v Sweden 4-1 Highlights 21-06-2015… por letshavefun-channel

Títulos: (Alemanha vs Suécia):
> Ouro Olímpico: 0 – 0
> Medalhas: 3 (bronze em 2000,  04 e 08) – 0
> Eurocopa: 8 (1989, 91, 95, 97, 2001, 05, 09 e 13) – 1 (1984)
> Copas do Mundo: 2 (2003 e 07) –  0

Confronto direto (Alemanha vs Suécia):
> Total de vitórias: 18 da Alemanha, 7 da Suécia (As equipas nunca empataram!!!)
> Gols: 48 – 31
> Cartões vermelhos: 0 – 0
> Em finais: 3 a 0 (1995 e 2001, na Euro, e 2003, na Copa do Mundo, sempre por 1 gol de diferença)
> No prorrogação: 3 a 0
> Em Jogos Olímpicos em: 3 – 0
> Às sextas-feiras: 1 – 1

Suécia e Alemanha: rivais europeus na decisão Olímpica

Suécia e Alemanha: rivais europeus na decisão Olímpica

Últimos cinco jogos:
> 20/6/2015: Alemanha 4-1 Suécia (Copa do Mundo, Ottawa-CAN)
> 11/3/15: Alemanha 2-1 Suécia (Copa Algarve, Portugal)
> 4/3/15: Alemanha 2-4 Suécia (Copa Algarve)
> 29/10/14: Suécia 2-1 Alemanha (Amistoso, Orebro-SUE)
> 5/3/12: Alemanha 4-0 Suécia (Amistoso, Portugal)

Ouro: Sundhage em busca do 3o ouro consecutivo

Ouro: Sundhage em busca do 3º título consecutivo

Treinadoras:

> Suécia: a técnica Pia Sundhage está em busca de seu 3º triunfo olímpico consecutivo depois de ter guiado os Estados Unidos a ouro em 2008 e 2012.Além disso, ela tem a medalha de prata em 2004

> Alemanha: Silvia Neid, que dirigiu a Alemanha na conquista do bronze olímpico em 2000, 2004 e 2008, vai deixar o cargo após 11 anos como treinador Nationalelf na sexta-feira. Ex-jogadora, Neid esteve na final da Euro 1995, quando a Alemanha venceu a Suécia por 3-2

Entrevista: Almuth Schult
Apesar de já ter feito história chegando pela primeira vez a uma decisão dos Jogos Olímpicos, após vencer o Canadá na terça-feira, a seleção feminina da Alemanha, bicampeã mundial em 2003 e 2007 e atual campeã europeia, não esconde a ansiedade pela final diante da Suécia na sexta-feira, onde vai poder repetir o feito dos homens de 2 anos atrás e vencer um título no Maracanã.

Ainda como jogadora, Silvia Neid venceu a Euro em 1995: 3-2 sobre a Suécia

Ainda como jogadora, Silvia Neid venceu a Euro em 1995: 3-2 sobre a Suécia

“A Suécia é um adversário especial,” avalia a goleira Almuth Schult, do Wolfsburg, que disputa sua primeira grande competição, depois que assumiu a vaga de titular da bicampeã mundial Nadine Angerer, vencedora do Prêmio Bola de Ouro FIFA em 2013, que se aposentou após a Copa do Mundo do ano passado.

“É um time que conhecemos bem, com jogadoras que já nos acostumamos a enfrentar nos torneios europeus e onde várias de nós temos companheiras de clubes e até boas amigas”, diz. “Mas agora estamos na final dos Jogos Olímpicos e essa é uma situação especial.”

Segundo Schult, a equipe está vivendo um momento especial: “Há um forte espírito de equipe e uma alegria fora de campo, que o grupo está compartilhando e que acaba se refletindo na grande coesão que o time tem demonstrado dentro de campo.”

Schult comemora vitória sobre o Canadá e classificação para a final: sonho

Schult comemora a classificação para a final: desfrutando cada momento

Para ela, chegar à decisão já é a realização de um sonho: “Dois anos atrás, quando os homens decidiram a Copa do Mundo no Maracanã fazer uma final no Rio de Janeiro parecia impossível. Agora estamos aqui!”

“É um momento incrível para o futebol feminino do nosso país e quando eu penso nisso sinto que será uma honra apenas estar em campo nessa sexta-feira.”

“O objetivo é, claro, ganhar o ouro e isso certamente não será fácil. Mas vamos jogar e lutar pela vitória sabendo que estamos vivendo um grande momento das nossas vidas. E que temos que desfrutar cada momento.”


Pela 1ª vez um país disputa o ouro no futebol masculino e feminino
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Celso de Miranda

Com a vitória por 2-0 sobre a Nigéria nessa quarta-feira na Arena Corinthians, em São Paulo, a Alemanha se tornou o primeiro país a chegar às finais dos torneio de futebol masculino e feminino na mesma edição dos Jogos Olímpicos.

Na verdade, é apenas a 2ª vez que um mesmo país será medalhista no futebol desde 1996, quando os torneios masculino e feminino passaram a ser disputados simultaneamente.

A medalha é certa: a No masculino, Alemanha faz a final contra o Brasil

A medalha é certa: no masculino, Alemanha faz a final contra o Brasil

A única vez que isso aconteceu anteriormente foi em 2008, em Pequim, quando o Brasil foi Prata no feminino, perdendo a decisão para os EUA, e Bronze no masculino, depois de perder para a Argentina na semifinal num enfático 3-0 e bater a Bélgica na decisão do 3º lugar.

Em outras duas ocasiões, um mesmo país chegou às semifinais, mas saiu com apenas uma medalha: em 2000, em Sydney, os EUA foi vice-campeão feminino e 4º lugar no masculino.

O mesmo aconteceu em Londres, em 2012, com o Japão, que no feminino eliminou a França na semifinal e acabou com a medalha de Prata depois de perder a final para os EUA (2-1), e no masculino perdeu a semifinal para o México (1-3) e voltou a perder na disputa do 3º lugar para a Coreia do Sul (0-2).

Final feminina reedita decisão da Euro 2015

Final feminina marca despedida da técnica Silvia Neid, há 11 anos no cargo

Duas medalhas
No masculino, a classificação para a ‘final dos sonhos’ contra o Brasil, no Estádio do Maracanã veio depois de um duelo intenso diante da Nigéria, medalha de Ouro em 1996 e Prata em 2008: o zagueiro do RB Leipzig Lukas Klosterman marcou o primeiro (9′) e o atacante do Freiburg Nils Petersen, que veio do banco no 2º tempo, marcou seu 6º gol no torneio (89′) e fechou o placar.

Na terça, em Belo Horizonte, com gols de duas jogadoras do Bayern de Munique – Melanie Behringer e Sara Däbritz – a seleção feminina já havia garantido a vaga para enfrentar a Suécia, na primeira final 100% europeia da história do futebol feminino nos Jogos Olímpicos, depois de bater o Canadá, também pelo placar de 2-0.

A decisão no Rio de Janeiro, que pode dar à técnica da Suécia Pia Sundhage o 3º título olímpico consecutivo, depois de ela dirigir os Estados Unidos em 2008 e 2012, marca a despedida da treinadora alemã Silvia Neid, que deixa o cargo após 11 anos.


Nigéria bate a Suécia e garante vaga nas quartas
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Celso de Miranda

Um gol ainda no primeiro tempo do atacante Umar Sadiq, da Roma, deu à Nigéria a vitória sobre a Suécia (1-0) nesse domingo na Arena Amazônia em Manaus e garantiu o time africano nas quartas de final dos Jogos Olímpicos do Rio.

Na outra partida do Grupo B, Japão e Colômbia empataram em 2-2.

Na última rodada, na quarta-feira, a Nigéria enfrenta a 2ª colocada do grupo Colômbia na Arena Corinthians, em São Paulo.

Com 1 ponto cada, Japão e Suécia ainda lutam pela vaga na Fonte Nova em Salvador.

Entre os 8: gol de Sadiq classificou nigerianos

Entre os 8: gol de Sadiq classificou nigerianos

Duelo
No encontro entre os vencedores dos torneio pré-olímpicos da África e da Europa, a Nigéria mereceu a vitória e podia até ter conseguido um placar maior se não fosse a boa atuação do goleiro Andreas Linde, da Suécia.

No único gol da partida, o atacante Umar Sadiq, que já havia marcado contra o Japão na estreia, mergulhou de cabeça para completar um cruzamento da esquerda de Stanley Amuzie (39′).

Além da Nigéria, apenas Portugal com duas vitórias sobre Argentina e Honduras no Grupo D também já garantiu vaga nas quartas-de-final.


Mineirão recebe prévia da final do futebol feminino nesse sábado
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Celso de Miranda

Duas das equipes mais fortes do futebol feminino atual e grandes favoritas ao Ouro Olímpico, ao lado de Alemanha e Brasil, EUA e França fazem nesse sábado no Estádio Mineirão, em Belo Horizonte, sua segunda partida pelo Grupo C: as duas equipes – número 1 e  3 do ranking da FIFA respectivamente – venceram na estreia.

Experiente, técnico e elegante, o time da França é hoje um dos mais consistentes do mundo, responsável por uma das duas únicas derrotas dos EUA desde 2014, num amistoso em Lorient, em fevereiro de 2015 (2-0): gols de Eugenie Le Sommer e Jessica Houara.

No último encontro, porém em março desse ano as norte-americanas se vingaram com uma vitória por 1-0: Alex Morgan marcou já nos acréscimos.

Os EUA venceram ainda os dois últimos jogos válidos por grandes torneios, nas Olimpíadas de 2012 (4-2, na 1ª fase) e na Copa do Mundo de 2011, na Alemanha (3-1 na semifinal).

Rivais
Mesmo sendo possível que ainda no final deste mês as duas equipes voltem a se enfrentar na fase eliminatória, com base nos antecedentes não se deve esperar que os times sejam lá muito cautelosos no sábado.

“Honestamente, enfrentar a França é um jogo enorme”, diz a veterana Megan Rapinoe. “Seria mentira nossa dizer que é apenas mais um jogo”.

“Elas são um dos melhores times do mundo e um dos times que nós respeitamos. Mas em última análise, precisamos dos três pontos para definir nossa posição no grupo”, afirma Rapinoe, que não atuou na estreia contra a Nova Zelândia.

“É outra oportunidade para afirmar a nossa posição dominante nesse grupo e no torneio.”

Com pouco tempo de descanso entre as partidas e longas distâncias entre alguns locais de jogos, o torneio de futebol desafia treinadores a tomar decisões difíceis sobre a rotação das atletas.


JO 2016 France-Colombie (4-0), les buts ! por ffftv

Os EUA, por exemplo não confirmam a escalação da meia Tobin Heath e da lateral Mallory Pugh, que fizeram a primeira partida como titulares.

Uma lesão no tornozelo deve quase que certamente afastar Pugh do jogo contra a França, fazendo com que Jill Ellis inicie com Crystal Dunn.

Na frente, as favoritas Alex Morgan e Carli Lloyd devem começar jogando, mas podem ser poupadas durante a partida.

Lindsey Horan (que saiu do banco na quarta) deve ganhar uma vaga no meio campo, poupando ou Allie Long ou Morgan Brian (que iniciaram jogando).

Horan, que em 2012 se tornou a primeira norte-americana a se profissionalizar sem passar pelo futebol universitário, quando se transferiu para o Paris Saint-Germain aos 18 anos, passou 3 temporadas e meia na França e voltou esse ano aos EUA para atuar no Portland Thorns, atual campeão da NWSL (a liga profissional de futebol feminino).

Ambição
Com uma equipe que equilibra força e habilidade e representa a diversidade atual do país, a França superou antigas forças do futebol europeu e hoje faz frente à Alemanha na liderança do futebol feminino do continente: no último fim de semana, a equipe Sub-19  venceu a Eurocopa da categoria.

Na Liga dos Campeões Feminina, Olympique de Lyon (atual campeão e base da seleção) e o PSG se colocam entre dois dos maiores clubes do mundo.

Abily: meia do Lyon foi a melhor da partida contra a Colômbia

Abily: meia do Lyon foi a melhor da partida contra a Colômbia

Na última Copa em 2015, a França foi a 3ª melhor seleção europeia (atrás de Inglaterra e Alemanha), caindo nas quartas de final, e nas Olimpíadas de Londres, em 2012 perdeu a Medalha de Bronze para o Canadá.

No entanto, Les Bleues nunca venceram um grande torneio: “Tecnicamente temos um time muito bom”, disse Camille Abily, autora de um dos gols contra a Colômbia na estreia. “A nossa força está no nosso conjunto.”

“Temos um time consistente, que joga no mesmo padrão há bastante tempo”, afirmou. “Nos defendemos bem, controlamos os passes e o ritmo de jogo.”

“É claro que sempre estamos buscando melhorar e uma vitória sobre os EUA seria um impulso inestimável para a equipe, sobretudo no aspecto psicológico.”

França e EUA se enfrentam no Mineirão a partir das 17h.


Com 4 gols sobre o Japão, nigeriano é o primeiro destaque no futebol
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Celso de Miranda

O atacante Oghenekaro Etebo foi a estrela da noite, marcando 4 gols na emocionante vitória da Nigéria sobre o Japão por 5-4, nessa quinta-feira pelo Grupo B do torneio de futebol dos Jogos Olímpicos. que ainda tem Suécia e Colômbia do torneio olímpico masculino na Arena da Amazônia, em Manaus.

A vitória deixou a seleção africana na liderança do grupo, já que na outra partida Suécia e Colômbia empataram em 2-2.

“Mas marcar todos os gols do time na competição e não ganhar a medalha de Ouro vai ser um desperdício e esse não é o meu objetivo, disse o jogador do Feirense de Portugal, que garantiu estar focado em ganhar o segundo Ouro Olímpico para a Nigéria e não necessariamente ser o artilheiro do torneio.

“Sim, seria ótimo ver meus gols contribuindo para o sucesso da equipe, mas se eles não nos levarem à Ouro, então não vão adiantar nada e não é o que eu quero,” afirmou.

Estrela da noite

Estrela: Etebo foi o artilheiro do Pré-olímpico em dezembro

Etebo revelou, ainda que o principal motivador da equipe hoje é o técnico Samson Siasia, ex-atacante nigeriano, que tem desempenhado o papel de um pai para os jogadores, fazendo com que eles acreditem em seu potencial e que sempre podem fazer mais do que se espera deles.

“Esse é o grupo mais unido e motivado em que já estive. Todos queremos fazer o melhor e ganhar por ele [Siasia]”, disse o jogador de apenas 20 anos, que começou no Warri Wolves, onde se profissionalizou em 2013 e fez 63 jogos e 25 gols.

Em dezembro de 2015, foi um dos destaques da equipe da Nigéria, que conquistou a vaga olímpica na Copa Africana Sub-23, acabando como artilheiro (com 5 gols) incluindo os 2 da final sobre a Argélia (2-1).

Em janeiro desse ano, venceu o prêmio “Revelação 2015” da Confederação Africana (CAF). e em seguida se transferiu para o Feirense, onde fez apenas 4 partidas e marcou 3 gols.  Já fez 7 jogos pela seleção principal e marcou 5 gols.

 


Heróis do Futebol Olímpico: Kazimierz Deyna (Polônia,1972)
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Celso de Miranda

Quando a seleção olímpica da Hungria entrou no Olympiapark de Munique, na Alemanha Ocidental na tarde de 10 de setembro de 1972 para decidir o torneio de futebol diante da Polônia, além de tentar o 3º título consecutivos, defendia uma série invicta de 18 partidas (16 vitórias, 2 empates): a última derrota havia sido para a Dinamarca, por 2-0, nas semifinais em 1960, em Tóquio.

E os “Mágicos Magiares”  já venciam por 1-0 no intervalo, gol de Béla Várady, quando a Polônia revelou mundo – e para os mais de 80 mil torcedores no Estádio Olímpico o meia Kazimierz Deyna, autor dos dois gols da virada, que deram o Ouro aos poloneses.

Deyna, que terminou o torneio como artilheiro com 9 gols, estava longe de ser uma estrela individualista e fazia parte de um time que tinha Grzegroz Lato e Robert Gadocha, e serviria de base para as conquistas da medalha de prata em Montreal, em 1976, e da 3ª posição na Copa do Mundo de 1974, na Alemanha Ocidental.

Dois gols na final e a medalha de ouro

Dois gols na final e a medalha de ouro

Na disputa do 3º lugar União Soviética e Alemanha Oriental empataram em 2-2 e dividiram o Bronze (na época não havia nenhum mecanismo para determinar o vencedor).

O Brasil com apenas 1 ponto – empate com a Hungria (2-2) e derrotas para Dinamarca (3-2) e Irã (1-0) – não superou a primeira fase, ficando em último em seu grupo.

‘Szacunek’
Após a Copa voltou a Polônia e ao Legia Warszawa, onde jogou de 1966 a 1978 (304 jogos e 93 gols). Uma estátua de bronze de Deyna está na rua Łazienkowska, em Varsóvia, diante do estádio do Legia e não é raro ver flores aos  normalmente coberto de flores colocadas junto à bola e ajeitadas bem adiante de pé direito.

Eterno: ouro na medalha, bronze na estátua

Eterno: ouro na medalha, bronze na estátua

Em 1978, Deyna foi para o Manchester City, onde virou ídolo: “O rapaz era icônico”, lembra Brian Kidd, ex-companheiro do polonês e atual assistente do City. “Era sublime. Tão elegante.”

“Tinha uma excelente visão de jogo e uma… sofisticação, não encontro outra palavra pra descrever a forma com que conduzia e passava a bola. As pessoas falam sobre a técnica do afluxo de jogadores estrangeiros nos dias de hoje. Kazi estava bem acima.”

Em 1981, ainda jogador do City, apareceu no filme “Fuga para a Vitória”, ao lado de Pelé, Bobby Moore e Sylvester Stallone, onde fazia um dos prisioneiros que enfrentava o time de soldados alemães.

Vitória: no filme de 1981, ao lado de Pelé e Bobby Moore

Vitória: no filme de 1981, ao lado de Pelé e Bobby Moore e do “goleiro” Stallone

No mesmo ano, Deyna assinou com o San Diego Sockers, da North American Soccer League (NASL), onde jogou 7 temporadas – sendo 3 na Liga Indoor – até 1987.

Deyna permaneceu nos Estados Unidos depois de aposentados. Dois anos depois, em 1989, morreu em um acidente de carro em San Diego, Califórnia, aos 41 anos.

Seu número 10 é aposentado pelo Legia Warsaw. Em junho de 2012, os restos mortais de Kazimierz Deyna foram trasladados para Varsóvia e enterrados num Cemitério Militar: nas lápide de mármore, ou nas paredes de Varsóvia, onde os torcedores não esquecem de homenagear seu ídolo, apenas uma palavra: “Szacunek” (ou ‘Respeito’).


França já treina em Belo Horizonte
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Celso de Miranda

Depois de 22 horas do voo, a seleção feminina da França desembarcou  no Rio de Janeiro nessa terça-feira e seguiu para Belo Horizonte, onde as jogadoras conheceram rapidamente o Mineirão e em seguida fizeram uma rápida sessão de recuperação física.


Equipe de France Féminine : voyage et premières… por ffftv

Nessa quarta, sob o comando do técnico Philippe Bergeroo a equipe semifinalista em Londres terá dois períodos de treinamentos em Belo Horizonte, onde o time estreia nos Jogos Olímpicos no dia 3 de agosto diante da Colômbia.

Em busca do Ouro: francesas já treinam em Belo Horizonte

Em busca do Ouro: francesas já treinam em Belo Horizonte

No Mineirão, a França enfrenta ainda os Estados Unidos, no sábado, dia 6.

Em seguida, as francesas encerram sua participação na 1ª fase contra a Nova Zelândia na Fonte Nova, em Salvador (terça, 9)

Despedida
No sábado passado, França e Canadá reencenaram no Stade Abbe Deschamps, em Auxerre, a disputa pelo 3º lugar nos Jogos Olímpicos de Londres.

No último amistoso das duas seleções antes da viagem ao Brasil, a França devolveu o placar que há 4 anos garantiu a Medalha de Bronze para as canadenses e venceu por 1-0, com um gol da meia do Lyon Camille Abily, numa linda cobrança de falta.


Alemãs goleiam em último amistoso antes dos Jogos Olímpicos
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Celso de Miranda

Doze dias antes da estreia contra o Zimbábue nos Jogos Olímpicos no Brasil, a seleção feminina da Alemanha fez hoje seu último amistoso e, após marcar incríveis 9 gols no primeiro tempo, goleou Gana por 11-0.

Além de preparação para o torneio, a partida serviu para a torcida se despedir da técnica Silvia Neid, que dirigiu a seleção pela última vez na Alemanha diante de 6.243 torcedores, que compareceram à Benteler Arena, em Paderborn.

 

Depois de 20 anos na seleção alemã – primeiro como assistente de Tina Theune, entre 1996 e 2004, e desde então como técnica principal – Neid vai entregar o cargo para sua assistente, a ex-zagueira e ex-capitã do time Steffi Jones, após as Olimpíadas.

Além da técnica duas vezes vencedora da Copa do Mundo (em 2003 e 2007) e três vezes medalha de bronze nas Olimpíadas, a ex-jogadora Nadine Kessler, do Wolfsburg, vencedora do prêmio FIFA de melhor do mundo em 2014, que abandonou a seleção e o futebol nessa temporada com apenas 28 anos, por causa de um problema crônico no joelho, também foi homenageada antes da partida.

E as campeãs europeias demoraram apenas 45 segundos para abrir o placar: a veterana Melanie Bahringer, do Bayern arriscou da entrada da área, a goleira Patrícia Mantey não segurou e a atacante Anja Mittag, do Paris Saint-Germain, marcou no rebote o primeiro de seus 4 gols no jogo.

Goleada e despedida: Alemanha pronta para os Jogos

Goleada e despedida: Alemanha pronta para os Jogos

Dzsenifer Marozsán, ex-Frankfurt aumentou aos 6′, pegando de primeira um cruzamento de Alexandra Popp da direita. A atacante recém contratada pelo Lyon marcou 2 na partida.

Popp (Wolfsburg),  Saskia Bartusiak (Frankfurt), Sara Däbritz (Bayern) e Mandy Islacker (Frankfurt), além de um gol contra da lateral Cynthia Abobea completaram o placar.

“Nós jogamos muito concentradas e estamos confiantes para os Jogos no Brasil”, disse Neid, na coletiva após a partida.

Neid passa o comando à Jones: continuidade

Neid passa o comando à Jones: continuidade

Belo Horizonte
A Alemanha estreia no Grupo F contra o Zimbábue na Arena Itaquera no dia 3, depois enfrenta a Austrália (São Paulo, dia 6 ) e o Canadá (Brasília, dia 9).

“Entramos muito focadas no primeiro tempo e conseguimos criar e converter as oportunidades os gols”, disse Alexandra Popp, que entrou de titular na vaga que tem sido da sua companheira de Wolfsburg Lena Goeßling, que foi poupada.

“Depois do intervalo o time voltou pouco fora do ar, mas estamos confiantes que o time é capaz de jogar num bom nível. Estamos com um bom sentimento para o Brasil.”


Les Bleues vencem a China
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Celso de Miranda

Em fase final de preparação para os Jogos Olímpicos Rio 2016, a seleção feminina da França venceu a China por 3-0 nesse sábado, em um amistoso no estádio Charléty.

A atacante Kadidiatou Diani abriu o placar no início da partida (15′), depois de um cruzamento de Amel Majri: a atacante Eugénie Le Sommer disputou a bola com a goleira Zhao Lina, e a jogadora do Juvisy aproveitou a sobra para tocar de esquerda para o fundo das redes.

A capitã Wendie Renard ampliou aos 30′, completando de cabeça o cruzamento de Louisa Necib. Le Sommer quase aumentou
ainda no primeiro tempo: a atacante do Lyon recebeu passe de Necib na área e bateu cruzado, mas Zhao desviou a bola que ainda bateu na trave.

A melhor chance da China aconteceu no 2º tempo, com a atacante Wang Shanshan, que fez boa jogada pela direita e ia colocando Gao Chen em condições de marcar, mas a goleira Amandine Gerrard fez boa defesa.

Busca:

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No final, a capitã Li Dongna derrubou Diani na área e a árbitra suíça Desiree Grundbacher marcou pênalti: a jovem meia Claire Lavogez cobrou e marcou (81′), para a festa dos mais de 8 mil torcedores em Paris.

Foi a primeira derrota do time do técnico Bruno Bini desde o 2-0 contra Estados Unidos em dezembro: desde então, o time havia se classificado invicto no Pré-olímpico da Ásia, no Japão, e vencido os 5 amistosos visando os Jogos Olímpicos.

A China ainda enfrenta o Canadá na quarta-feira (20) e o Zimbábue no dia 29 de julho, já em São Paulo. No sábado (23), é a vez da França enfrentar o Canadá em seu último amistoso antes de viajar para o Brasil.

Le Sommer: boas chances

Le Sommer: boas chances

Olimpíadas
Depois do 4º lugar em Londres, a França vem ao Brasil com expectativa de chegar ao pódio e estreia contra a Colômbia, no dia 3, em Belo Horizonte. Ainda no Mineirão, a França enfrenta os EUA, no dia 6 e encerra sua participação no Grupo G contra a Nova Zelândia, no dia 9, na Fonte Nova, em Salvador.

A China está no Grupo E, e estreia contra o Brasil, no dia 3, no Maracanã, onde enfrenta também a África do Sul, no dia 6. No dia 9, joga com a Suécia, no Mané Garrincha em Brasília.


Francesa compara sua seleção à do Brasil: “Isso que é Samba!”
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Celso de Miranda

“C’est le Brésil! Ça y est c’est Samba!” (algo como “Isso é o Brasil! Isso que é Samba!’) disse Camille Abilly, meia do Lyon e da seleção francesa, brincando com o ritmo acelerado durante os treinamentos em Clairefontaine, um dia antes do amistoso preparatório para os Jogos Olímpicos do Rio, nesse sábado diante da China no Estádio Charléty, em Paris.

Após a confirmação das 18 jogadoras que vêm aos Jogos do Rio, a seleção da França está encarando o jogo contra a China, que será adversária do Brasil, na estreia da seleção brasileira no dia 3 de agosto, no Maracanã, e que está invicta desde o início do ano, como um teste definitivo para suas aspirações de medalha.

O técnico Philippe Bergeroo chamou 12 jogadoras do Lyon, que recentemente conquistou a Liga dos Campeões da UEFA, entre elas a goleira Sarah Bouhaddi, as meias Camille Abily e Louisa Necib, a zagueira Wendie Renard e a atacante Eugénie Le Sommer, todas do time titular.

Abily: um pouquinho de Brasil

Abily: um pouquinho de Brasil

Semifinalista nas Olimpíadas de Londres, em 2012, e atual 3ª colocada do Ranking da FIFA, a França faz ainda mais um teste antes de viajar para o Brasil: no próximo sábado, o time enfrenta o Canadá, medalha de bronze em Londres, no estádio Abbé Deschamps, em Auxerre.

Nas Olimpíadas, o time faz seus dois primeiros jogos no Mineirão contra Colômbia (3 de agosto) e Estados Unidos (6). Depois enfrenta a Nova Zelândia na Fonte Nova, no dia 9.

Henry:campeã pelo Lyon se transferiu para o Portland

Henry:campeã pelo Lyon se transferiu para o Portland

Adversária
Treinada pelo ex-técnico da seleção francesa (2007-2013) Bruno Bini, a China eliminou Japão, Coreia do Sul e Coréia do Norte para garantir sua vaga no Brasil. Suas últimas performances, especialmente contra os Estados Unidos (1-0 em um amistoso), permitiu-lhe dar um salto no ranking da FIFA, onde agora ocupa o 12º lugar.

A China estreia contra o Brasil (dia 3) e depois enfrenta a África do Sul no Maracanã (6). Em seguida viaja para Brasília para encerrar a fase de grupos contra a Suécia, no Mané Garrincha (9).

Entre as duas equipes, o retrospecto é favorável às visitantes desse sábado: foram 4 vitórias chinesas, 3 empates e duas vitórias da França, justamente nos dois últimos jogos (em 2006 e 2007).

 

 

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