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CONCACAF: EUA goleiam Honduras. México bate a Costa Rica e assume a ponta
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Celso de Miranda

Os Estados Unidos venceram Honduras por 6-0, na 3ª rodada da fase final das Eliminatórias da CONCACAF, nessa sexta-feira, no Estádio Avaya, na Califórnia.

Depois de derrotas para México (1-2) e Costa Rica (4-0), a vitória deu aos EUA seus primeiros 3 pontos do hexagonal decisivo e levou o time ao 4º lugar, apenas 1 ponto atrás dos seu próximo adversário, o Panamá, que perdeu para Trinidad e Tobago na rodada.

Apenas as 3 primeiras seleções garantem vaga direta na Copa do Mundo da Rússia: o 4º colocado da CONCACAF ainda disputa uma vaga contra o 6º lugar da Ásia.

Apesar da goleada EUA estão fora da zona de classificação

Jogo
De volta à seleção depois de quase 8 meses, Clint Dempsey marcou 3 vezes: o atacante do Seatlle Sounders chegou a 55 gols com a camisa dos EUA,  apenas 2 atrás de Landon Donovan como o maior goleador da seleção.

Mas foi o estreante Sebastian Lletget quem abriu o placar, logo aos 5′: o meia do LA Galaxy, porém deixou o gramado contundido ainda no primeiro tempo (18′) e não deve enfrentar o Panamá, na próxima terça, no Estádio Rommel Fernandez, na Cidade do Panamá .

O capitão do time Michael Bradley, do Toronto, e o atacante Christian Pulisic, do Dortmund, completaram a goleada

México
O México venceu a Costa Rica (2-0) no Estádio Azteca, e assumiu a liderança do hexagonal.

A noite foi história para Javier Hernandez, que marcou o primeiro gol do jogo (7′), chegando a 46 gols pela seleção, igualando a marca de Jared Borgetti como o maior artilheiro da história da seleção mexicana.

Néstor Araújo, marcou o 2º gol ainda no primeiro tempo (44′): após a cobrança de escanteio, o zagueiro do Santos Laguna acertou uma cabeçada à queima roupa do goleiro Keylor Navas.

Os 3 primeiros garantem vaga

Próximo
A 4ª rodada começa na próxima segunda-feira 27), com Honduras recebendo a Costa Rica, no Estádio Francisco Morazan, em San Pedro Sula.

Na terça (28), o Panamá recebe os EUA, no Estadio Rommel Fernandez, e o México vai Port Of Spain, enfrentar Trinida e Tobago, no Hasely Crawford Stadium.


Eliminatórias da CONCACAF: definidas 4 das 6 vagas na fase final
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Celso de Miranda

As Eliminatórias da CONCACAF para a Copa do Mundo, que começaram em janeiro de 2015 com 35 seleções chegou nessa sexta-feira à 5ª rodada de sua 4ª Fase: 12 seleções entraram em campo, mas agora restando apenas uma rodada, restam apenas duas vagas em disputa: México, Costa Rica, Panamá e Trinidad e Tobago já estão garantidos no hexagonal decisivo.

Honduras e Estados Unidos são favoritos para ficarem com duas últimas vagas, que serão definidas na próxima terça (6): Canadá e Guatemala ainda têm chances e dependem de resultados combinados.

100%: de virada, México elimina El Salvador

100%: de virada, México elimina El Salvador

O Grupo A, o México entrou classificado para enfrentar El Salvador, no Estádio Cuscatlan, em San Salvador e depois do susto inicial, quando o time da casa abriu o placar, com Alexander Larin, de pênalti (24′).

A “Tri” virou com Hector Moreno (52′), Ángel Sepulveda (58′) e Raul Jimenez (73′), mantendo os 100% de aproveitamento.

A outra vaga ainda está em disputa, mas ficou praticamente nas mãos de Honduras com a vitória do time da América Central, também de virada sobre o Canadá, por 2-1, no Estádio Olímpico, em San Pedro Sula.

Manjrekar James abriu o placar para os visitantes (35′), mas Mario Martinez (45’+2′) e Romell Quito (50′) viraram para os hondurenhos.

Na última rodada, na próxima terça-feira, Honduras (7 pontos) precisa apenas de um empate no Estádio Azteca diante do México.

Além de contar com a derrota do rival, o Canadá (4) precisa vencer o já desclassificado El Salvador (2), no BC Place em Vancouver por uma diferença de gols suficiente para descontar o saldo de 5 gols negativos, que hoje separa as duas equipes.

Trinidad e Tobago avança

Jones: jogador do Seattle Sounders marca duas vezes e Trinidad e Tobago avança

Definidos
Com as vitórias da Costa Rica sobre o Haiti (1-0) em Port-Au-Prince, e do Panamá sobre a Jamaica (2-0) no Estadio Rommel Fernandez, em Panama City, as duas vagas do Grupo B já estão definidas.

Na última rodada, as duas equipes se enfrentam em San Juan, no Estádio Nacional e decidem as posições finais no grupo: um empate  garante a primeira posição à Costa Rica.

Goleada
Trinidad e Tobago garantiu a vaga na próxima fase com um emocionante empate em casa, por 2-2, no Estádio Hasely Crawford, em Port Of Spain, diante da Guatemala: os visitantes abriram o placar Carlos Ruiz (36′).

Mas o time da casa empatou e virou com Joevin Jones (45’+1′, 62′). No final, Ruiz voltou a igualar o placar (87′).

A goleada por 6-0 sobre St. Vincent e Grenadines, em Kingstown, deixou os EUA muito perto da 2ª vaga.

Com 10 pontos, os norte-americanos têm ainda 12 gols de saldo de vantagem sobre a os guatemaltecos que estão 3 pontos atrás.

Assim, na terça, o time de Jürgen Klinsmann enfrenta Trinidad e Tobago em Jacksonville, na Florida, se empatar está classificado, se vencer, serão os primeiros do grupos e, mesmo perdendo ainda podem se classificar.

Saldo: goleadas praticamente garantiram EUA na próxima fase

Saldo: goleadas praticamente garantiram EUA na próxima fase

Para ficar com a vaga, além de torcer contra os EUA, a Guatemala precisa descontar um saldo de 12 gols na partida em casa diante St. Vincent e Grenadines.

Próxima
Na última fase, as 6 equipes se enfrentam em jogos de ida e volta e os 3  primeiros colocados se classificam automaticamente para a Copa do Mundo de 2018, enquanto o 4º colocado disputa um playoff contra o 5º colocado das Eliminatórias da Ásia por uma vaga na Rússia.


Com talento e força coletiva, Colômbia mostra inspiração na estreia
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Celso de Miranda

Em mais um capítulo de uma rivalidade que remonta a Copa do Mundo de 1994, quando os Estados Unidos surpreenderam e eliminaram a Colômbia, na época uma das favoritas ao título, as duas seleções fizeram nessa sexta-feira o jogo de abertura da Copa América Centenário e, dessa vez, quem levou a melhor foi a seleção sul-americana.

Com gols de Cristián Zapata (8′) e Jaime Rodriguez, de pênalti (41′), ainda no primeiro tempo, a vitória por 2-0 diante de no Levi’s Stadium, em Santa Clara, na Califórnia, não deixou de ter um certo gosto de revanche para os colombianos diante da festa e do favoritismo antecipado que muitos atribuíam ao time dos Estados Unidos.

Depois de um primeiro tempo inteiramente dominado pelos colombianos, o jogo foi mais disputado na segunda etapa, com boas jogadas e oportunidades dos dois lados,

A seleção norte-americana teve chances com Clint Dempsey, primeiro numa cobrança de falta que exigiu grande defesa do goleiro David Ospina e depois numa cabeçada salva de cima da linha pelo zagueiro Sebastian Perez.

Talento e força coletiva: Colômbia encontrou o equilíbrio

Talento e força coletiva: Colômbia encontrou o equilíbrio

Com boas apresentações dos meias Juan Cuadrado, James Rodriguez e Daniel Torres, a Colômbia dominou a maioria das ações e também criou boas oportunidades com Carlos Bacca.

Mas foi o jovem Edwin Cardona, 23, quem esteve mais perto de aumentar o placar em duas boas chegadas: numa delas, o atacante do Monterrey, do México parou no goleiro Brad Guzán, na outra explodiu no travessão.

O técnico dos EUA, porém discordou da superioridade colombiana e questionou a marcação do árbitro mexicano Roberto García Orozco, que viu pênalti no toque de mão de DeAndre Yedlin.

“Tivemos um jogo igual,” disse o técnico Jurgen Klinsmann logo após a partida. “Obviamente a marcação do pênalti foi o ponto decisivo do jogo.”

Copa que segue
As duas equipes voltam a campo na terça-feira, dia 7: os EUA enfrentam a Costa Rica no Soldier Field, em Chicago, enquanto a Colômbia enfrenta o Paraguai, no Rose Bowl, na Califórnia.

Nem tudo, porém foi festa no time do técnico Jose Pekerman, que não sabe se poderá contar com o ídolo James Rodriguez para a próxima partida: o capitão colombiano deixou o gramado aos 73′ sentindo fortes dores no ombro esquerdo.


No último amistoso antes do Pré-Olímpico, EUA goleiam Irlanda
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Celso de Miranda

Na reta final de preparação para disputar o Pré-Olímpico da CONCACAF, em fevereiro, a seleção feminina dos Estados Unidos recebeu a República da Irlanda num amistoso esse sábado à noite em San Diego.

E 23.309 torcedores assistiram às atuais campeãs olímpicas e mundiais golearem: 5-0.

O jogo começou com Carli Lloyd mostrando porque é a melhor do mundo: a atacante marcou três gols seguidos aos  6′, 21′  e 28′.

Alex Morgan, outra veterana do time que venceu a Copa do Mundo no Canadá, em julho passado, marcou o 4º ainda no primeiro tempo.

A técnica Jill Ellis colocou no intervalo algumas de suas novas convocadas, como Crystal Dunn e Emily Sonnet: a maior delas, a meia-atacante Mallory Pugh, de apenas 17 anos, foi quem marcou de cabeça num cruzamento de Chris Press, o 5º gol em sua primeira partida pela seleção.

Os Estados Unidos estreiam no Pré-Olímpico da CONCACAF, que será disputado em Houston e Frisco, no Texas, no dia 10 de fevereiro contra a Costa Rica.

Os EUA estão no Grupo A (Houston), contra Costa Rica, México e Porto Rico. No outro grupo estão Canadá, Guatemala, Trinidad e Tobago e Guiana. As duas primeiras seleções de cada grupo avançam para as semifinais e apenas as duas finalistas têm vaga nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, em agosto.

Centésima
Aos 26 anos, a atacante Alex Morgan fez essa noite em San Diego sua 100ª partida com a camisa dos EUA, na goleada diante da República da Irlanda.

No primeiro tempo, a jogadora campeã do mundo e olímpica, contratada pelo recém criado Orlando Pride deu o passe para dois gols de Carli Lloyd e marcou o seu.


De virada, EUA vencem o Peru em Washington
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Celso de Miranda

Com dois gols de Jozy Altidore os Estados Unidos bateram o Peru, de virada, no amistoso no RFK Stadium em Washington, diante de 28.896 torcedores, nessa sexta-feira a noite.

Na terça, os EUA enfrentam o Brasil no Gillette Stadium, em Foxborough, Massachusetts.

FINAL: USA 2, PER 1. Two goals by Altidore. Big double stop by Guzan. Next up: Brazil in Foxborough: http://ussoc.cr/1JRSafF#OneNationOneTeam

Posted by U.S. Soccer on Sexta, 4 de setembro de 2015

O Peru saiu na frente aos 20′, com Daniel Chaves, num chute de fora da área que desviou na defesa e encobriu o goleiro Brad Guzan.

No segundo tempo, o atacante do Toronto FC  marcou duas vezes: primeiro aos 59′, pegando o rebote do pênalti que ele mesmo cobrou e foi defendido pelo goleiro Pedro Gallese.

USA 2, PER 1Jozy Altidore had the goals, but how about this double stop from Brad Guzan?!?!#OneNationOneTeam

Posted by U.S. Soccer on Sexta, 4 de setembro de 2015

Aos 68′, o atacante que essa noite assumiu a braçadeira de capitão na ausência de Michael Bradley e Clint Dampsey, aproveitou a jogada que nasceu na direita com DeAndre Yedlin, passou pelos pés de Gyasi Zardes, para marcar o gol da vitória.


25 capas para uma Copa: revista homenageia seleção dos EUA
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Celso de Miranda

A seleção dos EUA fez história ao se tornar a primeira a vencer três Copas do Mundo Feminia, acabando com o jejum de título de 16 anos, batendo o Japão por 5-2 na final em 5 de julho, no Canadá.

One-of-a-kind … Sports Illustrated honors the #USWNT with a cover for each player: http://ussoc.cr/1Je3brf

Posted by U.S. Soccer on Segunda, 13 de julho de 2015

Para homenagear a conquista, a revista Sports Illustrated vai lançar uma edição especial e em meio a discussão de quem seria a homenageada na capa – a Bola de Ouro Carli Lloyd, a maior artilheira da seleção Abby Wambach, a  goleira ídolo Hope Solo, ou a queridinha da torcida Alex Morgan… – foi quando em vez de trazer uma ou outra jogadora na capa resolveu lançar uma capa para cada uma!

Ao todo são 25 capas: uma com cada jogadora, uma com a ténica Jill Ellis e outra coletiva

Ao todo são 25 capas: uma com cada jogadora, uma com a ténica Jill Ellis e outra coletiva

Todas, isso mesmo, as 23 jogadoras e mais a técnica Jill Ellis terão sua própria capa. “A idéia veio de percebermos que nunca uma seleção feminina teve tantos nomes e rostos e famosos, ídolos mais reconhecíveis até que o time masculino, que ainda não é completamente identificado no país inteiro”, explicou Chris Stone, editor-chefe. Sports Illustrated .

 

“Nós poderíamos fazer uma foto com a equipe inteira, que parecia um tanto convencional para esse momento, ou apostar em algo diferente e novo, que homenageasse não apenas uma ou duas jogadoras, mas todas elas”, diz Stone.

Solo, Morgan, Ali, Wambach... muito ídolo para um time só

Solo, Morgan, Ali, Wambach… muito ídolo para um time só

Mas uma coisa é a ideia, outra é realizar: “Achamos que nunca iríamos conseguir produzir a foto a tempo, a equipe estava em Los Angeles para um evento que iria acabar no meio da tarde e em seguida voaria para Nova York para o grande desfile de sexta-feira , o que traria toda a equipe para um único ponto”, conta o jornalista.

“Todo o time foi incrivelmente legal desde o início e concordou em ser fotografado antes e depois do desfile, em Nova York. Tudo isso contribuiu para que fizéssemos a primeira capa desse tipo em 60 anos história da revista.”


EUA vencem a segunda na Gold Cup: 1-0 no Haiti
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Celso de Miranda

Depois da estreia com vitória sobre Honduras (2-1), a seleção dos EUA deu mais um passo na defesa do título da Gold Cup ao vencer o Haiti por 1-0, na noite de sexta no Gillette Stadium em Foxborough, Massachusetts.

Com a vitória o time se isola na liderança do Grupo A. No outro jogo do grupo Honduras e Panamá empataram em 1-1.

Haiti e EUA fizeram mais uma vez um jogo equilibrado, com a equipe do Caribe levando perigo logo aos 10 minutos, numa cobrança de falta do zagueiro Mechack Jerome, do Charlotte Independence, time da USL – United Soccer League.

Jogos equilibrados não são novidades entre as duas seleções: aliás, até a partida dessa noite o Haiti era ao lado do México, os únicos dois times da CONCACAF que tinham um retrospecto de vitórias maior que o de derrotas contra os Estados Unidos.

Hoje, na 17ª partida entre as duas seleções, porém a seleção norte-americana enfim igualou o retrospecto diante da nação caribenha: agora o registro de EUA e Haiti é 6v-6d-5e.

Gols e multidão
Os EUA chegaram tiveram um gol mal anulado num impedimento de Aron Jóhansson, atacante do AZ Alkmaar, que estreava pela seleção.

O gol da vitória, no entanto saiu no primeiro minuto do segundo tempo:  mais uma vez com Clint Dempsey, que havia marcado os dois gols contra Honduras, dessa vez aproveitando um passe de Gyasi Zardes.

O meia do Seattle Sounders chegou ao seu 44ºgol com a camisa da seleção norte-americana.

Ontem, pela segunda vez consecutiva a audiência bateu recorde: depois de mais de 22 mil torcedores em Frisco, no Texas, os 46.720 torcedores no Gillete Stadium, casa do New England Revolution, quebraram o recorde de maior público num jogo da Gold Cup em Massachusetts.

As equipes voltam a campo na segunda-feira (13), com a última rodada do grupo, no Sporting Park, em Kansas City, Kansas.: os EUA enfrentam o Panamá e Haiti joga contra Honduras


As “Soccer Moms” da Final
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Celso de Miranda

Na cultura norte-americana, as ‘soccer-moms‘ viraram sinônimos daquilo que no Brasil a gente chamaria de dona de casa de classe média, que não trabalha, vive do salário do marido, dirige uma minivan e com ela se dedica – às vezes até demais – às atividades extracurriculares dos filhos: como o “soccer” .

Christie Rampone, Shannon Boxx e Amy Rodriguez são o oposto disso.

Atletas profissionais, mães em tempo integral, elas conciliam trabalho e maternidade e estão perto de atingir o ápice de suas carreiras nesse domigo, quando podem se tornar campeãs do mundo, conquistando o 3º título na Copa do Mundo para os EUA, nesse domingo diante do Japão, no BC Place Stadium, em Vancouver.

As três falam sobre o desafio de buscar o título mundial de futebol sendo mãe e jogadora profissional e explicam porque nem sempre é fácil, mas sempre tem enormes recompensas ser uma “mãe da seleção”

Além das três jogadoras, a treinadora Jill Ellis também é mãe.

Shannon Boxx explicou que a US Soccer permite que os filhos viajem junto elas a cada campo de treinamento e ainda paga o custo de um acompanhante, geralmente um amigo próximo ou parente, além de suas passagens aéreas e alojamento.

“É importante ter as crianças por perto para continuar a contribuir para a seleção”, diz Boxx, 37. “Mas acho que nisso não somos diferente de nenhuma mulher trabalhadora, que só pode fazer seu trabalho direito se souber que seus filhos estão bem cuidados, saudáveis, felizes.”

A US.Soccer permite a presença dos filhos juntos das mães nos torneios

A US Soccer permite a presença dos filhos juntos das mães nos torneios

“Como toda mãe, é claro que no dia a dia às vezes a gente sente falta de estar mais com eles, de seguir cada passo de cada um”, diz Rodriguez. “Mas por outro lado o futebol tem dado a possibilidade de equilibrar meu trabalho sem ter que estar longe de crianças por longos períodos de tempo, já que ou se preocupar em como eles equilibrar a sua família e carreira, enquanto na estrada durante um acampamento de treinamento.”

Outro lado
Atuais campeões mundiais, o Japão não têm mães em seu atual elenco no Canadá.

Mas já teve anteriormente e a Federação Japonesa (JFA) mantém na Comissão técnica uma equipe de profissionais responsáveis pela assistência aos filhos das jogadoras, que estão autorizadas a levar aos Campos de Treinamento e viagens crianças de 18 meses a 3 anos.

A política atual da JFA é válida desde 2008 e oferece além de uma cuidadora, serviço médico especializado.

Japão não tem mães no elenco: mas a federação mantém a assistência

Japão não tem mães no atual elenco: mas a federação mantém a assistência

“Mesmo que não esteja sendo utilizado pelo atual elenco o programa é mantido porque consideramos sua existência uma espécie de rede de segurança para as jogadoras-mães”, diz a representante do Football Family, da JFA, Nadeshiko Hirob”.

“Para que quando venham a ser chamadas possam aceitar a convocação com a garantia de que elas e seus filhos estarão seguros no ambiente da seleção.”

Segundo a direigente, a JFA espera que o Programa reforce a equipe nacional, permitindo que as jogadores que são mães possam se concentrar no jogo. “Ao mesmo tempo queremos dar nossa contribuição ao futebol feminino no Japão como um todo, mostrando esperança e uma imagem reconfortante do futuro para os jogadoras do sexo feminino.”

 


EUA na final aguardam vencedor de Japão e Inglaterra
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Celso de Miranda

Os EUA garantiram vaga na segunda decisão consecutiva daCopa do Mundo Feminina ao vencer a Alemanha em Montreal por 2-0.

Apesar de pressionar todo o primeiro tempo, foi a Alemanha que teve a grande chance de abrir o marcar, quando a zagueira norte-americana Julie Johnston derrubou Alex Popp, aos 15′ do segundo tempo: no entanto, a artilheira Silvia Sasic chutou o pênalti para fora.

Dez minutos depois, a árbitra Teodora Albona, da Romênia se equivocou ao marcar pênalti sobre de Annike Khan sobre Alex Morga: a capitã Carli Lloyd abriu o placar.

Abaladas, as alemãs não se recuperaram da falha no ataque e do gol sofrido: aos 84′ Kelley O’Hara marcou o gol decisivo.

Japão e Inglaterra decidem outra vaga

Japão e Inglaterra decidem outra vaga

Os EUA enfrentam o vencedor da segunda semifina, que acontece nessa quarta-feira (1 de julho) entre Japão e Inglaterra, na decisão, que acontece no domingo (5), no BC Place Stadium, em Vancouver.  

Imediatamente após o final da partida, a Federação Alemã, pelas redes sociais, elogiou o desempenho da seleção dos EUA e desejou boa sorte às jogadoras norte-americanas, bem como às duas outras seleções, Japão e Inglaterra que continuam na competição.


EUA vencem a China e terão a Alemanha na semi
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Celso de Miranda

Um gol de cabeça de Carli Lloyd aos seis minutos depois do intervalo foi o suficiente para os EUA eliminarem a disciplinada e elegante equipe da China nas quartas de final da Copa do Mundo do Canadá, em Ottawa.

A heroína da partida, que novamente usou a braçadeira de capitã, completou hoje seu 200º jogo pela seleção norte-americana.

Com um time mais jovem e mais leve em campo, a partir da escalação de Alex Morgan, Tobin Heath e Morgan Brian desde o início, os EUA foram capazes de manter a posse da bolacom passes rápidos e deslocamentos constantes por todo o campo, dominando a maior parte do jogo e dando poucas oportunidades ao adversário.

[Ironia? Artilheira chega no hotel e elevador não funciona…]

Demorou apenas alguns minutos para as norte-americanas criarem a primeira oportunidade, embora o gol saísse apenas no segundo tempo, quando Lloyd completou de cabeça um cruzamento de Julie Johnston.

E embora os EUA criassem novas chances, até com uma bola na trave de Ali Krieger o time foi incapaz de aumentar o placar.

EUA agora vai enfrentar a Alemanha em Montreal nesta terça-feira em uma reunião semifinal potencialmente épica.

Semifinal
Para a partida semifinal entre EUA e Alemanha, na terça-feira 30 de junho, a US Soccer vai promover uma Fan Fest, no Lincoln Park, em Chicago.  

O jogo será transmitido ao vivo do Estádio Olímpico de Montreal, num telão gigante de alta definição, com 6 x 11 metros e será gratuito e aberto ao público.

No verão passado, durante a Copa do Mundo no Brasil, a US Soccer realizou eventos semelhantes durante quatro partidas no Soldier Field, que atrairam mais de 28 mil torcedores ao parque à beira do lago.