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Categoria : CONCACAF

EUA e Honduras fazem jogo decisivo nas Eliminatórias da CONCACAF
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Celso de Miranda

Empatados em 3º lugar (com 16 pontos), Estados Unidos e Honduras se enfrentam na noite dessa terça-feira, em San Pedro Sula: o resultado pode ser decisivo na disputa por uma vaga na Copa do Mundo.

A derrota em casa, diante da Costa Rica (0-2), na última sexta-feira, acendeu uma luz amarela nas ambições dos Estados Unidos de chegar à Copa e tornou a partida fora de casa contra Honduras um jogo de vida ou morte.

Com o México já garantido e a Costa Rica à uma vitória da classificação, há apenas mais uma vaga direta em disputa.

De acordo com o especialista em estatísticas da ESPN norte-americana, Paul Carr as chances de classificação dos Estados Unidos continuam boas, cerca de 80%.

Porém, se perderem a partida nessa terça, além de serem superados por Honduras, os norte-americanos correm o risco de acabar a rodada atrás do Panamá, que joga em casa diante do lanterna e já desclassificado Trinidad e Tobago.

Segundo Carr, caso perca a partida amanhã, as chances de classificação dos EUA despencam para 43%.

Vida ou morte: derrota pode deixar EUA fora da zona de classificação

Na CONCACAF, apenas 3 seleções se classificam diretamente e a 4ª colocada disputa um playoff contra o 5º melhor das Eliminatórias Asiáticas.

Gols
E os EUA terão que conseguir a vitória sem seu principal artilheiro: o atacante Jozy Altidore (o 3º maior goleador da história da seleção norte-americana) levou o 3º cartão amarelo na partida contra a Costa Rica e foi suspenso. O jogador já deixou a delegação e viajou de volta e já se apresentou ao Toronto FC.

Bruce Arena tem 3 opções para preencher a vaga no ataque: Clint Dempsey, Chris Wondolowski e Bobby Wood.

Na primeira partida entre as duas equipes nessa fase, em março, no Avaya Stadium, na California, os EUA venceram por 6-0: o veterano Dempsey fez 3 gols. Os meias Sebastian Llegget e Michael Bradley e o atacante Christian Pusilic marcaram os outros 3.

Mas além de trocar seu artilheiro, o treinador norte-americano tem que corrigir uma série de problemas que o time apresentou na Red Bull Arena, que incluem tanto falhas táticas e coletivas, como deficiências técnicas de jogadores que apresentaram um desempenho muito inferior ao esperado.

O problema mais grave foi o mau posicionamento da dupla de zagueiros Geoff Cameron e Tim Ream: Cameron, particularmente, teve um desempenho desastroso.

O jogador do Stoke City estava inseguro e mostrou muita dificuldades ao sair com a bola, errando passes grosseiros.

Lopez: o craque de Honduras

Também houve problemas no meio-campo, onde Arena escalou Michael Bradley e Darlington Nagbe, deixando o setor demasiado ofensivo, mas cedendo muitos espaços para o avanço do rival.

Outro lado
Honduras chegou aonde está graças a uma vitória fora de casa sobre a Trinidad e Tobago (1-2), na qual se destacou o meio-campista Alexander Lopez.

O jogador acertou 95% dos passes, incluindo uma assistência e ainda marcou um dos gols da partida. O outro gol foi do atacante Alberth Ellis (de 21 anos).

Arena: esperando mais dos jogadores que atuam na MLS

O clima pode ser um forte aliado da seleção local: nessa segunda-feira, a temperatura em San Pedro Sula atingiu os 34 graus, com 82% de umidade. A previsão para terça-feira é que essas condições permaneçam as mesmas.

Em entrevista coletiva nessa segunda, Arena disse que os jogadores que atuam nos EUA podem desempenhar um papel mais efetivo, já que fisicamente estão em nível mais elevado que aqueles que atuam na Europa, que ainda vive o início da temporada.


Alemanha, Nigéria e Costa Rica: quem é a próxima a garantir vaga Copa
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Celso de Miranda

Com Japão, México e Bélgica se classificando nos últimos dias, e Brasil, Irã e Rússia já garantidos, 6 das 32 seleções que vão disputar a da Copa do Mundo do ano que já foram definidos.

Isso deixa 26 lugares ainda em disputa e nos próximos 2 dias novos nomes serão definidos.

Atuais campeões podem garantir vaga nessa segunda

Somente na América do Sul, onde 8 seleções ainda disputam as 3 vagas diretas e a vaga nos playoffs, e na Oceania, onde a única vaga será definida apenas em novembro, no jogo entre o campeão das Eliminatórias local (Nova Zelândia ou Ilhas Salomão) e o 5º colocado do torneio sul-americano, é que nenhuma seleção pode garantir vaga já nessa semana.

Veja quem pode garantir vaga essa semana:

Ásia (AFC) –  Já classificados: Irã, Japão
Na última rodada das Eliminatórias, a Coreia do Sul lidera o Grupo A e estará classificada se vencer o Uzbequistão nessa terça-feira em Tashkent. Um empate bata aos sul-coreanos se a Síria não vencer o já classificado Irã, em Teerã.

O Uzbequistão também pode ficar com a vaga: para isso precisa vencer a Coreia do Sul e o Irã bater os sírios.

No Grupo B, 1 gol de saldo dá vantagem à Arábia Saudita diante da Austrália: os árabes garantem vaga se o seu resultado em Riad diante do Japão coincida com o resultado da Austrália contra a Tailândia, em Melbourne.

Por outro lado, a Austrália precisa vencer e torcer contra os sauditas. Se empatarem, os australianos precisa que o já classificado Japão vença a Arábia Saudita, em Riad.

Os Emirados Árabes Unidos também têm uma chance mínima, mas precisaria vencer o Iraque, torcer por derrotas de Arábia Saudita e Austrália e ainda descontar 8 gols de desvantagem no saldo de gols.

África (CAF) – Nenhum classificado
A Nigéria pode se tornar a primeira seleção africano a garantir vaga na Copa com 3 rodadas de antecedência: para isso, os nigerianos precisam vencer Camarões fora de casa (nessa segunda-feira, em Yaundé) e torcer para que a Zâmbia não vença a Argélia, na terça.

Austrália depende de tropeço da Arábia Saudita

América do Norte, Central e Caribe (CONCACAF) – Já classificado: México
Uma vitória em casa diante do México, na terça-feira, garante a Costa Rica na Copa, independentemente dos resultados nas duas últimas rodadas. Até um empate serve aos costa-riquenhos,  dependendo dos resultados das partidas entre Panamá vs. Trinidad e Tobago e Honduras vs. Estados Unidos.

Europa (UEFA) – Já classificados: Rússia (país sede) e Bélgica
Depois da classificação da Bélgica, que venceu a Grécia, nesse domingo, fora de casa, é Alemanha que pode confirmam vaga na Rússia 2018 com duas rodadas de antecedência.

A atual campeã se classifica caso derrote a Noruega nessa segunda-feira, em Stuttgart, e a Irlanda do Norte não vença a República Checa, em Belfast.


México é a 5ª seleção classificada para a Copa da Rússia
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Celso de Miranda

Com 3 rodadas de antecedência, o México garantiu nessa sexta-feira uma das vagas da CONCACAF na Copa da Rússia, ao vencer o Panamá, por 1-0, na Cidade do México .

O time do técnico Juan Carlos Osorio é 5ª seleção confirmada no Mundial, ao lado de Rússia, Brasil, Irã e Japão.

O gol decisivo foi de Hirving ‘Chuck’ Lozano, do PSV Eindhoven, aos 8′ dos 2º tempo.

Com 5 vitórias e 2 empates, ‘El Tri’ se isolou na liderança do hexagonal decisivo das Eliminatórias, 3 pontos à frente da vice-líder Costa Rica e com 9 de vantagem dos EUA e Honduras, que dividem a 3ª colocação.

Lozano marcou: México na Copa

Nessa fase, 3 equipes da CONCACAF se classificam direto para a Copa. O 4º colocado disputa um playoff decisivo contra o 5º colocado das Eliminatórias Asiáticas.

Será a 7ª participação consecutiva do México na Copa do Mundo.

Mais duas
Mais cedo, nessa sexta-feira, a Costa Rica venceu os Estados Unidos por 2-0, , jogando em Nova York: foi a primeira vitória dos costa-riquenhos nos EUA em 32 anos.

Com 2 gols do atacante Marco Ureña, a vitória deixou a Costa Rica bem perto da Copa.

Na outra partida da noite, mesmo jogando fora de casa, Honduras bateu Trinidad e Tobago e se igulaou aos Estados Unidos, na disputa pela 3ª vaga.


CONCACAF: EUA goleiam Honduras. México bate a Costa Rica e assume a ponta
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Celso de Miranda

Os Estados Unidos venceram Honduras por 6-0, na 3ª rodada da fase final das Eliminatórias da CONCACAF, nessa sexta-feira, no Estádio Avaya, na Califórnia.

Depois de derrotas para México (1-2) e Costa Rica (4-0), a vitória deu aos EUA seus primeiros 3 pontos do hexagonal decisivo e levou o time ao 4º lugar, apenas 1 ponto atrás dos seu próximo adversário, o Panamá, que perdeu para Trinidad e Tobago na rodada.

Apenas as 3 primeiras seleções garantem vaga direta na Copa do Mundo da Rússia: o 4º colocado da CONCACAF ainda disputa uma vaga contra o 6º lugar da Ásia.

Apesar da goleada EUA estão fora da zona de classificação

Jogo
De volta à seleção depois de quase 8 meses, Clint Dempsey marcou 3 vezes: o atacante do Seatlle Sounders chegou a 55 gols com a camisa dos EUA,  apenas 2 atrás de Landon Donovan como o maior goleador da seleção.

Mas foi o estreante Sebastian Lletget quem abriu o placar, logo aos 5′: o meia do LA Galaxy, porém deixou o gramado contundido ainda no primeiro tempo (18′) e não deve enfrentar o Panamá, na próxima terça, no Estádio Rommel Fernandez, na Cidade do Panamá .

O capitão do time Michael Bradley, do Toronto, e o atacante Christian Pulisic, do Dortmund, completaram a goleada

México
O México venceu a Costa Rica (2-0) no Estádio Azteca, e assumiu a liderança do hexagonal.

A noite foi história para Javier Hernandez, que marcou o primeiro gol do jogo (7′), chegando a 46 gols pela seleção, igualando a marca de Jared Borgetti como o maior artilheiro da história da seleção mexicana.

Néstor Araújo, marcou o 2º gol ainda no primeiro tempo (44′): após a cobrança de escanteio, o zagueiro do Santos Laguna acertou uma cabeçada à queima roupa do goleiro Keylor Navas.

Os 3 primeiros garantem vaga

Próximo
A 4ª rodada começa na próxima segunda-feira 27), com Honduras recebendo a Costa Rica, no Estádio Francisco Morazan, em San Pedro Sula.

Na terça (28), o Panamá recebe os EUA, no Estadio Rommel Fernandez, e o México vai Port Of Spain, enfrentar Trinida e Tobago, no Hasely Crawford Stadium.


Dupla de atacantes da Bundesliga é destaque na convocação dos EUA
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Celso de Miranda

Ainda sem vencer na fase decisiva das Eliminatórias da Copa do Mundo de 2018, o treinador da seleção dos Estados Unidos, Bruce Arena anunciou nessa quarta-feira a lista dos 24 jogadores que vão enfrentar Honduras e Panamá.

Depois de perder os dois jogos  contra Costa Rica (fora) e México (em casa), Arena apostou na experiência e chamou 19 jogadores que já participaram das Eliminatórias.

Com zero ponto depois de perder os 2 primeiros jogos contra Costa Rica (2-0) e México (1-2), os EUA estão na lanterna entre as 6 seleções que disputam as 3 vagas diretas da CONCACAF: Costa Rica (6 pontos), México e Panamá (4) estariam classificados para a Copa do Mundo se o torneio acabasse agora.

Além da volta de alguns veteranos, como Clint Dempsey e Tim Howard, a lista de Arena conta também com dois jovens atacantes, que estão em ótima fase na Bundesliga: Bobby Wood, de 24 anos, no Hamburgo, e Christian Pulisic, de 18, no Dortmund.

“Nós convocamos um grupo equilibrado, que nos dá opções em jogar de várias maneiras diferentes”, disse Arena. “É um grupo qualificado e experiente e todos estão focados em ter sucesso nesses dois jogos.”

“Mas também chamamos alguns jogadores novos, que nós consideramos prontos para ter uma oportunidade e que podem ser importantes nesse momento do time.”

“Nossa abordagem para esses jogos é simples: queremos vencer.”

Os jogadores norte-americanos se apresentam em San José na  Califórnia (19/3), onde o time enfrenta Honduras, na sexta-feira 24/3,  no Avaya Stadium.

Em seguida, na terça (28/3), os EUA enfrentam o Panamá no Estádio Rommel Fernandez, na Cidade do Panamá.

Nos outros jogos da rodada, o México enfrenta a Costa Rica, no Estádio Azteca, e Trinidad e Tobago recebe o Panamá no Hasely Crawford Stadium, em Port of Spain.

Afastado desde junho, Dempsey volta à equipe

Os 24 dos EUA

  • Goleiros: Brad Guzan (Middlesbrough/ING), Tim Howard (Colorado Rapids), Nick Rimando (Real Salt Lake)
  • Zagueiros: DaMarcus Beasley (Houston Dynamo), John Brooks (Hertha Berlim/ALE), Geoff Cameron (Stoke City/ING), Omar González (Pachuca/MEX), Michael Orozco (Clube Tijuana/MEX), Tim Ream (Fulham/ING), Jorge Villafaña (Santos Laguna/MEX), Walker Zimmerman (FC Dallas)
  • Meio-campistas: Kellyn Acosta (FC Dallas), Alejandro Bedoya (Philadelphia Union), Michael Bradley (Toronto FC), Jermaine Jones (Los Angeles Galaxy), Fabian Johnson (Borussia Mönchengladbach), Sebastian Lletget (LA Galaxy), Dax McCarty (Chicago Fire), Darlington Nagbe (Portland Timbers), Christian Pulisic (Borussia Dortmund)

  • Atacantes: Jozy Altidore (Toronto FC), Clint Dempsey (Seattle Sounders), Jordan Morris (Seattle Sounders), Bobby Wood (Hamburgo)

Destaques

  • A lista conta com 19 jogadores com a experiência anterior nas Eliminatórias: 10 jogadores têm 12 ou mais aparições no torneio enquanto 5  disputaram mais de 30 jogos: Clint Dempsey (36), Jozy Altidore, DaMarcus Beasley e Tim Howard (33), e Michael Bradley (31).
  • Os EUA terão o retorno de 3 veteranos recuperados de lesões: depois de ter ficado de fora por causa de um exame que detectou batimento cardíaco irregular, o atacante Clint Dempsey volta ao time pela primeira vez desde a Copa America Centenario, em junho passado. O goleiro Tim Howard também está de volta depois de se recuperar de uma fratura sofrida durante a derrota para o México, em novembro. Fora desde a vitória por 2 a 0 no amistoso diante de Cuba, em outubro de 2016, em Havana, o lateral Geoff Cameron se recuperou de um entorse no ligamento colateral medial sofrido em partida do Stoke City

Em boa fase no Dortmund, Pulisic é esperança de gols

  • Expulso na partida contra o México, o meia Jermaine Jones cumprirá suspensão na partida contra Honduras e só poderá atuar contra o Panamá e
  • Depois de se tornar o mais jovem jogador norte-americano a marcar na Liga dos Campeões, Christian Pulisic deve ser titular em sua 4ª convocação para o time principal: aos 18 anos, ele tem5 gols e 8 assistências nos 30 jogos pela Dortmund, nessa temporada.
  • Bobby Wood marcou 9 gols em 23 jogos nessa temporada pelo Hamburgo: o último, na vitória por 2-1 sobre o Borussia Mönchengladbach no sábado

Tags : Bruce Arena


Ranking da FIFA: campeões africanos têm maior avanço
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Celso de Miranda

Vencedor da Copa Africana das Nações 2017,  a seleção de Camarões foi a que mais progrediu no ranking da FIFA, publicado nessa quinta-feira.

Os ‘Leões Indomáveis’ subiram 29 lugares e atingiram a 33ª posição: apesar de derrotado na decisão da CAN, o Egito subiu 12 colocações e chegou à 23ª posição, se tornando agora a melhor seleção africana do ranking.

Top
No topo, porém quase nada mudou e a Argentina permanece na ponta (1635 pontos), com o Brasil em 2º (1529).  Seguem Alemanha, Chile e Bélgica.

A única mudança entre os ‘top 10’, foi a ascensão da França para o 6º lugar, tomando a posição da Colômbia (7º). Portugal,  Uruguai e  Espanha completam a lista, dividida igualmente (5 a 5) entre sul-americanos e europeus

O campeão africano Camarões teve o melhor desempenho no ranking da FIFA

O campeão africano Camarões teve o melhor desempenho no ranking da FIFA

Se o melhor desempenho foi africano, a pior queda também: desclassificada ainda na primeira fase, a última campeã continental Costa do Marfim caiu 13 posições e agora ocupa o 47º lugar.

Confederações
Outro que subiu no ranking foi o México, que venceu a Islândia (1-0) em seu primeiro amistoso do ano, nessa quarta-feira e agora é o 17º.


Apesar de ter subido apenas uma posição, “El Tri” ultrapassou a Costa Rica (19ª) e assumiu a posição de melhor seleção da CONCACAF.

O Irã caiu 3 posições, mas se manteve como a melhor seleção da Ásia, em 32º do ranking. Melhor seleção da Oceania, a Nova Zelândia caiu duas posições e é apenas a 111ª.

A próxima edição do ranking FIFA de seleções será publicado no dia 9 de março.

 


Com um gol do veterano Rafael Marquez no final, México vence os EUA
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Celso de Miranda

Com uma cabeçada perto do apito final, o zagueiro Rafael Marquez pôs fim à “maldição de Columbus” e deu a vitória ao México sobre os Estados Unidos no início do hexagonal decisivo das Eliminatórias da CONCACAF para a Copa do Mundo da Rússia.

A vitória do México quebrou um tabu histórico: o time não vencia uma partida oficial dos Estados Unidos como visitante havia 42 anos.

Nos últimos 15 anos, em jogos das Eliminatórias, El Tri havia sido derrotada nas 4 vezes sempre em Columbus (Ohio) e sempre  pelo mesmo placar (2-0), num tabu que já ficara conhecido como ‘fantasma do Dos-a-Cero’.

Dessa vez, nem o frio de 3º ajudou os norte-americanos, que não perdiam uma partida das eliminatórias a 30 jogos: foram 28 vitórias e 2 empates.

Jogo
O México abriu o placar ainda no primeiro tempo: o lateral esquerdo Miguel Layun, do Porto, marcou aos 20′, num chute da entrada da área, que ainda desviou em Matt Besler antes de entrar.

 

Bobby Wood empatou para o time da casa logo no início do segundo período: o atacante do Hamburgo marcou aos 49′, depois de receber passe de Jozy Altidore.

Depois de boas chances de lado a lado, o gol da vitória saiu na cobrança de um escanteio: Layun cobrou da esquerda e o veterano Rafa Marquez desviou no primeiro pau.

Após a partida, o  Juan Carlos Osório, o técnico colombiano da seleção mexicana agradeceu o apoio do torcedor e dedicou a vitória a todo o povo mexicano “espalhado” pelo mundo

Os poucos torcedores mexicanos fizeram a 'fiesta'

Os poucos torcedores mexicanos fizeram a ‘fiesta’

Visitantes
Nos outros dois jogos da rodada, os visitantes também se deram bem: o Panamá venceu Honduras no Estádio Olímpico em San Pedro Sula (0-1) e a Costa Rica bateu Trinidad & Tobago, no Hasely Crawford Stadium, em Port of Spain (0-2).

Na próxima terça-feira, dia 15, o México enfrenta o Panamá, no Estadio Rommel Fernandez em Panama City e os EUA enfrentam a Costa Rica no Estádio Nacional em San Jose.

Honduras e Trinidad & tobago jogam em San Pedro: nessa fase, as 6 seleções farão jogos de ida e volta e as 3 melhores têm vaga direta na Copa do Mundo: a 4ª melhor seleção ainda terá a chance de se classificar disputando um playoff contra o campeão das Eliminatórias da Oceania.

 


Eliminatórias: EUA e México se enfrentam na esteira da eleição de Trump
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Celso de Miranda

As tensões antes de um jogo de futebol entre Estados Unidos e México sempre são grandes, mas características incomuns cercam a partida nessa sexta-feira, dia 11, na abertura do hexagonal decisivo das Eliminatórias da CONCACAF para a Copa do Mundo.

Os dois maiores rivais do continente se enfrentam apenas 3 dias após a eleição de Donald Trump reconhecido pela incendiária retórica xenófoba, sobretudo direcionada à imigração de mexicanos como 45º presidente dos EUA.

Trump abertamente denegriu os imigrantes mexicanos, a quem chamou entre outras coisas de ‘estupradores’ e ‘traficantes’ e durante meses de campanha prometeu a deportação em massa de mexicanos dos Estados Unidos criando um cenário, que poderia facilmente  elevar a temperatura de uma rivalidade que já teve seu quinhão de incidentes desagradáveis.

Nos últimos jogos, torcedores mexicanos têm sido criticados por vaiarem ostensivamente o hino dos EUA, enquanto mensagens e cantos racistas e símbolos anti-mexicanos foram vistos e ouvidos entre os torcedores norte-americanos nas arquibancadas.

Desde 2015, a imagem do político do Partido Republicano têm sido associadas a essa famosa rivalidade: tanto a TV Azteca, quanto a FoxSports usaram trechos de suas declarações em vídeos para promover, em outubro passado a partida entre as duas seleções.

O capitão dos EUA Michael Bradley falou sobre o impacto das eleições nos EUA na entrevista coletiva de quarta-feira: “Tudo que aconteceu nos últimos meses criou uma camada adicional para esse jogo,” disse meio-campista do Toronto FC.

“Eu entendo a polarização causada pelas declarações políticas de lado a lado, mas o mais importante é que no estádio haja respeito entre todas as pessoas, independentemente de serem norte-americanos, mexicanos, homens, mulheres ou crianças,” disse o volante do Toronto FC.

Em entrevista ao canal Univision o atacante mexicano Javier ‘Chicharito’ Hernandez concorda que a eleição de Trump acrescentou um elemento especial ao clássico contra os EUA: “Vamos dar tudo nesse jogo,” disse.

“Há momentos em que as coisas não saem como você queria, a terça-feira podia ter sido mais feliz para todos os latinos, mas a vida continua,” comentou o jogador do Bayer Leverkusen.

Hernandez ressaltou que a equipe está ciente que a partida é apenas um evento esportivo, mas afirmou que espera que uma vitória sobre o rival se torne um motivo de alegria para os mexicanos que vivem nos Estados Unidos e que os ajudem a enfrentar esse momento de incerteza.

“Infelizmente, foi a decisão tomada por esse país e devemos enfrentá-la,” afirmou. “Espero que nosso time possa dar alguma alegria às pessoas e ajudar a superar esses maus momentos e sentimentos ruins.”

O veterano goleiro norte-americano Tim Howard, do Colorado Rapids se esquivou das perguntas sobre o assunto, limitando-se a dizer que não votou, mas que se tivesse votado não teria sido em Trump.

Chicharito: "jogo especial"

Chicharito: alegria num momento difícil

O zagueiro da seleção dos EUA Omar Gonzalez, de ascendência mexicana, disse que a rivalidade é natural entre dois grupos que perseguem um mesmo objetivo, mas que espera uma disputa respeitosa.

“Eu não odeio o México, mas eu não quero perder para eles”, disse ele. “Eu sou um mexicano-americano, tenho um monte de familiares e amigos no México. Este jogo é muito importante para mim. Então, eu não odeio os mexicanos, pelo contrário eu respeito muito o futebol, os torcedores bem como todos os mexicanos.”

“Apesar de os ânimos às vezes saírem de controle nos últimos, não creio que haja qualquer má vontade entre os jogadores de lado a lado”, afirmou o jogador que atualmente atua no Pachuca.

Gonzalez admite que em Columbus os jogadores esperam uma vantagem em jogar em casa, que eles raramente têm em outros lugares do país: “Não é o maior estádio, mas é o nosso caldeirão”, disse. “A proximidade da torcida e o clima são ótimos para o jogador.”

Minoria
As tensões têm aumentado entre os dois rivais futebolísticos: 32 prisões foram feitas e 17 torcedores foram retirados do estádio por brigar após o último encontro entre as duas equipes, em outubro de 2015, no Rose Bowl, no jogo que classificou o México para a Copa das Confederações de 2017.

Michael Bradley e Omar Gonzalez foram dois dos 26 convocados por Jürg ...

Bradley e Gonzalez: 2 dos convocados para enfrentar o México

Entre as autoridades de Columbus, há um medo real de que a retórica que Trump durante a eleição possa encontrar eco entre radicais nas arquibancadas e ruas ao redor do estádio, tendo como alvo os torcedores mexicanos, que vão estar em minoria em Ohio.

De acordo com o tenente Marc Dopp, da divisão de eventos especiais do Departamento de Polícia de Columbus, os jogos entre EUA e México já tem uma operação de segurança complexa e dessa vez a não será diferente. Dopp, no entanto não deu detalhes ou números sobre o trabalho da polícia.

Mesmo com a popularidade do futebol aumentando nos Estados Unidos e torcedores de Seattle, ou Kansas City ansiando para receber uma partida contra o México, a Federação dos EUA programou o encontro o estádio do Columbus Crew, que comporta apenas 23.665mil torcedores e que receberam as partidas entre as duas seleções pelas últimas 4 Eliminatórias, desde 2001: coincidentemente, os EUA venceram todas pelo placar de 2-0.

Muito além da coincidência numérica, porém a escolha de Columbus tem justificativas naturais: em primeiro lugar, os jogos acontecem nos meses de inverno no Hemisfério Norte.

E além do clima frio o estado de Ohio – de menor influência de imigrantes e distante da fronteira – é relativamente inconveniente para o grande número de torcedores pró-México presentes em muitas outras cidades norte-americanas.

“Nós certamente poderíamos ganhar mais com ingressos em estádios maiores,” disse Sunil Gulati, presidente da US Soccer. “Mas esse não é um jogo amistoso e a equação leva em consideração muito mais coisas que o número de acentos vendidos.”

Para Gulati, o ambiente em Columbus é um impulso para sua seleção: “Temos muita confiança em jogar aqui, onde nós tivemos boas performances no passado e sempre contamos com grande apoio da torcida.”

“O clima também tem seu papel, claro”, concorda o dirigente. “Faz parte do jogo: quando vamos no México enfrentamos a altitude e a  norte-americanos começaram a ter um modesto sucesso no futebol, que sempre foi muito mais importante culturalmente no México.

Só vitórias

Só vitórias: EUA nunca perderam para o México em Columbus

História
A história do confronto entre as duas seleções tem 3 períodos bem distintos: primeiro, entre os anos 1930 e 1985 foram os anos de predomínio do México, que venceu 22 dos 27 jogos. Houve ainda 3 empates e apenas duas vitórias dos EUA.

O período entre 1985 e 1999 foi marcado pelo equilíbrio, com 5 vitórias do México, 6 empates e 3 vitórias dos EUA. A partir de 1999 e até hoje, no entanto os norte-americanos viraram o jogo, vencendo a maioria dos confrontos: foram 13 vitórias, 5 empates e 6 derrotas, incluindo a primeira em vitória dos EUA em solo mexicano, já sob a direção de Jurgen Klinsmann, por 1-0 em 2011.

Porém, é o México que comemora as mais recentes conquistas sobre o rival, e ambas em solo norte americano, no ano passado: primeiro o time venceu a CONCACAF Gold Cup, em julho, batendo a Jamaica na final, e depois, em outubro, venceu o rival por 3-2, na prorrogação, no confronto direto por uma vaga na Copa das Confederações da Rússia.

As tensões entre as duas equipes vêm aumentando ao longo dos anos, com as duas seleções lutando pela supremacia e decidindo os principais torneios da CONCACAF: 32 prisões foram feitas e 17 torcedores foram retirados do estádio por brigar após o último encontro entre as duas equipes, em Los Angeles em outubro de 2015, no jogo que classificou o México para a Copa das Confederações de 2017.

American Outlaws: os "ultras" acusados de radicalizar contra

‘American Outlaws’: organizada contra estrangeiros

Parte do problema é desportivo e é normalmente visto em rivalidades em todas as regiões do mundo, em jogos entre Brasil e Argentina, Inglaterra e Escócia, por exemplo.

Mas outra parte é um reflexo de que em muitas comunidades norte-americanas os imigrantes mexicanos e seus descendentes ainda serem alvos dos discursos políticos xenófobos, principalmente num cenário de recessão global prolongada.

O esporte sempre tenta fingir que é apolítico, mas na realidade quando as seleções de dois países que têm compartilhado uma história controversa se enfrentam apenas 3 dias depois de uma eleição presidencial que levou a tantas polêmicas não é surpresa que o jogo produza reações que extrapolam o campo de jogo.

Torcedores norte-americanos e mexicanos vão gritar e torcer como sempre e podem achar que tudo é apenas uma brincadeira,  mas é provável que as palavras que músicas que decidirem cantar ou aquilo que resolverem escreverem em suas faixas durante o jogo sejam levados mais a sério nessa sexta-feira.

Eliminatórias
Nessa fase, 6 equipes disputam 3 vagas diretas para a Rússia 2018. Na próxima terça, 15, os Estados Unidos voltam a campo contra a Costa Rica, no Estádio Nacional em San Jose.

Na quarta, o México enfrenta o Panamá, na Cidade do Panamá, na


Eliminatórias da CONCACAF: definidas 4 das 6 vagas na fase final
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Celso de Miranda

As Eliminatórias da CONCACAF para a Copa do Mundo, que começaram em janeiro de 2015 com 35 seleções chegou nessa sexta-feira à 5ª rodada de sua 4ª Fase: 12 seleções entraram em campo, mas agora restando apenas uma rodada, restam apenas duas vagas em disputa: México, Costa Rica, Panamá e Trinidad e Tobago já estão garantidos no hexagonal decisivo.

Honduras e Estados Unidos são favoritos para ficarem com duas últimas vagas, que serão definidas na próxima terça (6): Canadá e Guatemala ainda têm chances e dependem de resultados combinados.

100%: de virada, México elimina El Salvador

100%: de virada, México elimina El Salvador

O Grupo A, o México entrou classificado para enfrentar El Salvador, no Estádio Cuscatlan, em San Salvador e depois do susto inicial, quando o time da casa abriu o placar, com Alexander Larin, de pênalti (24′).

A “Tri” virou com Hector Moreno (52′), Ángel Sepulveda (58′) e Raul Jimenez (73′), mantendo os 100% de aproveitamento.

A outra vaga ainda está em disputa, mas ficou praticamente nas mãos de Honduras com a vitória do time da América Central, também de virada sobre o Canadá, por 2-1, no Estádio Olímpico, em San Pedro Sula.

Manjrekar James abriu o placar para os visitantes (35′), mas Mario Martinez (45’+2′) e Romell Quito (50′) viraram para os hondurenhos.

Na última rodada, na próxima terça-feira, Honduras (7 pontos) precisa apenas de um empate no Estádio Azteca diante do México.

Além de contar com a derrota do rival, o Canadá (4) precisa vencer o já desclassificado El Salvador (2), no BC Place em Vancouver por uma diferença de gols suficiente para descontar o saldo de 5 gols negativos, que hoje separa as duas equipes.

Trinidad e Tobago avança

Jones: jogador do Seattle Sounders marca duas vezes e Trinidad e Tobago avança

Definidos
Com as vitórias da Costa Rica sobre o Haiti (1-0) em Port-Au-Prince, e do Panamá sobre a Jamaica (2-0) no Estadio Rommel Fernandez, em Panama City, as duas vagas do Grupo B já estão definidas.

Na última rodada, as duas equipes se enfrentam em San Juan, no Estádio Nacional e decidem as posições finais no grupo: um empate  garante a primeira posição à Costa Rica.

Goleada
Trinidad e Tobago garantiu a vaga na próxima fase com um emocionante empate em casa, por 2-2, no Estádio Hasely Crawford, em Port Of Spain, diante da Guatemala: os visitantes abriram o placar Carlos Ruiz (36′).

Mas o time da casa empatou e virou com Joevin Jones (45’+1′, 62′). No final, Ruiz voltou a igualar o placar (87′).

A goleada por 6-0 sobre St. Vincent e Grenadines, em Kingstown, deixou os EUA muito perto da 2ª vaga.

Com 10 pontos, os norte-americanos têm ainda 12 gols de saldo de vantagem sobre a os guatemaltecos que estão 3 pontos atrás.

Assim, na terça, o time de Jürgen Klinsmann enfrenta Trinidad e Tobago em Jacksonville, na Florida, se empatar está classificado, se vencer, serão os primeiros do grupos e, mesmo perdendo ainda podem se classificar.

Saldo: goleadas praticamente garantiram EUA na próxima fase

Saldo: goleadas praticamente garantiram EUA na próxima fase

Para ficar com a vaga, além de torcer contra os EUA, a Guatemala precisa descontar um saldo de 12 gols na partida em casa diante St. Vincent e Grenadines.

Próxima
Na última fase, as 6 equipes se enfrentam em jogos de ida e volta e os 3  primeiros colocados se classificam automaticamente para a Copa do Mundo de 2018, enquanto o 4º colocado disputa um playoff contra o 5º colocado das Eliminatórias da Ásia por uma vaga na Rússia.


Brasil atinge sua pior posição na história do Ranking Feminino da FIFA
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Celso de Miranda

Com a conquista da medalha de bronze no torneio de Futebol Feminino nos Jogos Olímpicos do Rio 2016, o Canadá alcançou a 4ª colocação no Ranking da FIFA publicado nessa sexta-feira, sua mais alta posição na história.

O Torneio Olímpico Feminino representou cerca de 40% dos 63 jogos realizados nos últimos dois meses, com a maioria das outras partidas sendo amistosas.

Fora do pódio, com 2 vitórias, 3 empates e uma derrota na competição, o Brasil caiu duas posições do ranking e agora é o 10º colocado, a pior classificação do País desde 2003, quando o ranking foi criado.

Canadá: melhor posição de sua história

Canadá: melhor posição de sua história

Ganhando 5 dos seus 6 jogos na Rio 2016, incluindo a decisão de 3º lugar diante do Brasil, por 2-1, o Canadá não apenas repetiu o feito dos Jogos Olímpicos de Londres em 2012, mas foi recompensado ​​com um aumento de 93 pontos, saltando da 10ª para a 4ª posição.

A conquista de 93 pontos no período de 4 meses (intervalo da publicação do ranking) estabeleceu um novo recorde na história de 13 anos do Ranking Feminino, superando as marcas de Camarões (87 pts/jul.2015 ) e de Guiné Equatorial (80 pts/dez.2008).

É a primeira vez que o Canadá fica entre os 5 primeiros, superando seu recorde anterior de 7º lugar.

Lista
Apesar da derrota nos pênaltis para a Suécia, nas quartas de final, após o empate em 1-1 no tempo normal e na prorrogação, os EUA permanecem no topo do ranking.

No entanto, o time atingiu sua menor pontuação e viu a vantagem sobre a campeã olímpica Alemanha, que manteve a 2ª posição no ranking, ser reduzida em mais da metade.

Embora tenha chegado à decisão e conquistado sua primeira vez medalha olímpica, a Suécia perdeu 7  pontos de rating mas manteve o 6º lugar.

Ouro: título no Rio deixou alemãs apenas 25 pontos dos EUA

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Eliminada nos pênaltis pelo Brasil nas quartas de final, a Austrália caiu dois lugares para o 7º lugar. Inglaterra e Japão, que caíram uma posição para 5º e 8º lugares, respectivamente completam os “top 10”.

Além do Canadá, outras duas seleções atingiram sua melhor classificação no ranking nessa edição: depois de empatar sem gols com o Brasil na fase de grupos da Rio 2016, a África do Sul subiu quatro lugares e atingiu o 48º lugar).

Além deles, Ilhas Faroe subiu 5 posições (75º), após vitórias em amistosos sobre a Lituânia e a Letônia no início desse mês.

Com 134 equipes, o próximo Ranking da FIFA será publicado em 23 de dezembro de 2016.