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EUA e Honduras fazem jogo decisivo nas Eliminatórias da CONCACAF
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Celso de Miranda

Empatados em 3º lugar (com 16 pontos), Estados Unidos e Honduras se enfrentam na noite dessa terça-feira, em San Pedro Sula: o resultado pode ser decisivo na disputa por uma vaga na Copa do Mundo.

A derrota em casa, diante da Costa Rica (0-2), na última sexta-feira, acendeu uma luz amarela nas ambições dos Estados Unidos de chegar à Copa e tornou a partida fora de casa contra Honduras um jogo de vida ou morte.

Com o México já garantido e a Costa Rica à uma vitória da classificação, há apenas mais uma vaga direta em disputa.

De acordo com o especialista em estatísticas da ESPN norte-americana, Paul Carr as chances de classificação dos Estados Unidos continuam boas, cerca de 80%.

Porém, se perderem a partida nessa terça, além de serem superados por Honduras, os norte-americanos correm o risco de acabar a rodada atrás do Panamá, que joga em casa diante do lanterna e já desclassificado Trinidad e Tobago.

Segundo Carr, caso perca a partida amanhã, as chances de classificação dos EUA despencam para 43%.

Vida ou morte: derrota pode deixar EUA fora da zona de classificação

Na CONCACAF, apenas 3 seleções se classificam diretamente e a 4ª colocada disputa um playoff contra o 5º melhor das Eliminatórias Asiáticas.

Gols
E os EUA terão que conseguir a vitória sem seu principal artilheiro: o atacante Jozy Altidore (o 3º maior goleador da história da seleção norte-americana) levou o 3º cartão amarelo na partida contra a Costa Rica e foi suspenso. O jogador já deixou a delegação e viajou de volta e já se apresentou ao Toronto FC.

Bruce Arena tem 3 opções para preencher a vaga no ataque: Clint Dempsey, Chris Wondolowski e Bobby Wood.

Na primeira partida entre as duas equipes nessa fase, em março, no Avaya Stadium, na California, os EUA venceram por 6-0: o veterano Dempsey fez 3 gols. Os meias Sebastian Llegget e Michael Bradley e o atacante Christian Pusilic marcaram os outros 3.

Mas além de trocar seu artilheiro, o treinador norte-americano tem que corrigir uma série de problemas que o time apresentou na Red Bull Arena, que incluem tanto falhas táticas e coletivas, como deficiências técnicas de jogadores que apresentaram um desempenho muito inferior ao esperado.

O problema mais grave foi o mau posicionamento da dupla de zagueiros Geoff Cameron e Tim Ream: Cameron, particularmente, teve um desempenho desastroso.

O jogador do Stoke City estava inseguro e mostrou muita dificuldades ao sair com a bola, errando passes grosseiros.

Lopez: o craque de Honduras

Também houve problemas no meio-campo, onde Arena escalou Michael Bradley e Darlington Nagbe, deixando o setor demasiado ofensivo, mas cedendo muitos espaços para o avanço do rival.

Outro lado
Honduras chegou aonde está graças a uma vitória fora de casa sobre a Trinidad e Tobago (1-2), na qual se destacou o meio-campista Alexander Lopez.

O jogador acertou 95% dos passes, incluindo uma assistência e ainda marcou um dos gols da partida. O outro gol foi do atacante Alberth Ellis (de 21 anos).

Arena: esperando mais dos jogadores que atuam na MLS

O clima pode ser um forte aliado da seleção local: nessa segunda-feira, a temperatura em San Pedro Sula atingiu os 34 graus, com 82% de umidade. A previsão para terça-feira é que essas condições permaneçam as mesmas.

Em entrevista coletiva nessa segunda, Arena disse que os jogadores que atuam nos EUA podem desempenhar um papel mais efetivo, já que fisicamente estão em nível mais elevado que aqueles que atuam na Europa, que ainda vive o início da temporada.


Mineirão recebe prévia da final do futebol feminino nesse sábado
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Celso de Miranda

Duas das equipes mais fortes do futebol feminino atual e grandes favoritas ao Ouro Olímpico, ao lado de Alemanha e Brasil, EUA e França fazem nesse sábado no Estádio Mineirão, em Belo Horizonte, sua segunda partida pelo Grupo C: as duas equipes – número 1 e  3 do ranking da FIFA respectivamente – venceram na estreia.

Experiente, técnico e elegante, o time da França é hoje um dos mais consistentes do mundo, responsável por uma das duas únicas derrotas dos EUA desde 2014, num amistoso em Lorient, em fevereiro de 2015 (2-0): gols de Eugenie Le Sommer e Jessica Houara.

No último encontro, porém em março desse ano as norte-americanas se vingaram com uma vitória por 1-0: Alex Morgan marcou já nos acréscimos.

Os EUA venceram ainda os dois últimos jogos válidos por grandes torneios, nas Olimpíadas de 2012 (4-2, na 1ª fase) e na Copa do Mundo de 2011, na Alemanha (3-1 na semifinal).

Rivais
Mesmo sendo possível que ainda no final deste mês as duas equipes voltem a se enfrentar na fase eliminatória, com base nos antecedentes não se deve esperar que os times sejam lá muito cautelosos no sábado.

“Honestamente, enfrentar a França é um jogo enorme”, diz a veterana Megan Rapinoe. “Seria mentira nossa dizer que é apenas mais um jogo”.

“Elas são um dos melhores times do mundo e um dos times que nós respeitamos. Mas em última análise, precisamos dos três pontos para definir nossa posição no grupo”, afirma Rapinoe, que não atuou na estreia contra a Nova Zelândia.

“É outra oportunidade para afirmar a nossa posição dominante nesse grupo e no torneio.”

Com pouco tempo de descanso entre as partidas e longas distâncias entre alguns locais de jogos, o torneio de futebol desafia treinadores a tomar decisões difíceis sobre a rotação das atletas.


JO 2016 France-Colombie (4-0), les buts ! por ffftv

Os EUA, por exemplo não confirmam a escalação da meia Tobin Heath e da lateral Mallory Pugh, que fizeram a primeira partida como titulares.

Uma lesão no tornozelo deve quase que certamente afastar Pugh do jogo contra a França, fazendo com que Jill Ellis inicie com Crystal Dunn.

Na frente, as favoritas Alex Morgan e Carli Lloyd devem começar jogando, mas podem ser poupadas durante a partida.

Lindsey Horan (que saiu do banco na quarta) deve ganhar uma vaga no meio campo, poupando ou Allie Long ou Morgan Brian (que iniciaram jogando).

Horan, que em 2012 se tornou a primeira norte-americana a se profissionalizar sem passar pelo futebol universitário, quando se transferiu para o Paris Saint-Germain aos 18 anos, passou 3 temporadas e meia na França e voltou esse ano aos EUA para atuar no Portland Thorns, atual campeão da NWSL (a liga profissional de futebol feminino).

Ambição
Com uma equipe que equilibra força e habilidade e representa a diversidade atual do país, a França superou antigas forças do futebol europeu e hoje faz frente à Alemanha na liderança do futebol feminino do continente: no último fim de semana, a equipe Sub-19  venceu a Eurocopa da categoria.

Na Liga dos Campeões Feminina, Olympique de Lyon (atual campeão e base da seleção) e o PSG se colocam entre dois dos maiores clubes do mundo.

Abily: meia do Lyon foi a melhor da partida contra a Colômbia

Abily: meia do Lyon foi a melhor da partida contra a Colômbia

Na última Copa em 2015, a França foi a 3ª melhor seleção europeia (atrás de Inglaterra e Alemanha), caindo nas quartas de final, e nas Olimpíadas de Londres, em 2012 perdeu a Medalha de Bronze para o Canadá.

No entanto, Les Bleues nunca venceram um grande torneio: “Tecnicamente temos um time muito bom”, disse Camille Abily, autora de um dos gols contra a Colômbia na estreia. “A nossa força está no nosso conjunto.”

“Temos um time consistente, que joga no mesmo padrão há bastante tempo”, afirmou. “Nos defendemos bem, controlamos os passes e o ritmo de jogo.”

“É claro que sempre estamos buscando melhorar e uma vitória sobre os EUA seria um impulso inestimável para a equipe, sobretudo no aspecto psicológico.”

França e EUA se enfrentam no Mineirão a partir das 17h.


Uma vitória para o Rio
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Celso de Miranda

Estados Unidos contra Trinidad e Tobago e Canadá contra Costa Rica: nessa sexta-feira as duas partidas no BBVA Compass Stadium, em Houston, no Texas, definem não só os finalistas do torneio pré-olímpico da CONCACAF de 2016, mas os dois países que representarão o futebol feminino da América do Norte, Central e Caribe nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, em agosto.

Vencedores do Grupo A, com três vitórias (16 gols marcados e nenhum sofrido), os EUA são favoritos para conseguir a vaga: a seleção participou de todas as 5 edições dos Jogos desde que o torneio feminino de futebol é disputado (1996), tendo vencido o ouro em 4 ocasiões (1996, 2004, 2008 e 2012).

Os atuais campeões olímpicos, são também campeões do mundo, tricampeões do pré-olímpico da CONCACAF e líderes do ranking da FIFA e enfrentam nessa sexta Trinidad e Tobago que tenta pela primeira vez chegar a uma Olimpíada.

Trinidad nunca venceu (ou empatou) com os EUA: foram 9 derrotas em 9 jogos: mas seu melhor jogo foi nas eliminatóriaspara a Copa do Mundo de 2015, , em outubro de 2014, quando perdeu por 1-0, num jogo difícil decidido por um gol de Abby Wambach.

Para chegar a essa semifinal, o time caribenho eliminou a Guiana num jogo em que entrou precisando de uma vitória para avançar (Guiana teve um melhor saldo de gols após bater a Guatemala por 2-1 e perdendo apenas por 5-0 para o Canadá, enquanto Trinidad derrotou a Guatemala por 2-1 e perdeu por 6-0 para o Canadá), mas teve pouca dificuldade para fazer 5-1.

Com passagens pela liga australiana e dos EUA, a atacante Kennya ‘Yaya’ Cordner é o destaque da equipe.

Nos EUA, Carli Lloyd tem 11 gols em torneios de qualificação olímpica, e está a apenas três do recorde de Abby Wambach (14).

Contra a Costa Rica, na estreia, Alex Morgan marcou aos 12′ o gol mais rápido da história da seleção feminina dos EUA e o mais rápido do torneio CONCACAF.

EUA: 4 ouros em 5 participações

EUA: 4 ouros em 5 participações

Na partida contra Porto Rico, a meia Crystal Dunn fez 5 gols igualando o recorde da WSNT de mais gols marcados em uma partida.

Canadá
Na partida que abre a programação, o Canadá é amplo favorito sobre a brava equipe centro-americana: depois de vencerem a França (1-0) e ficar com a medalha de bronze há 4 anos, em Londres, as canadenses receberam a Copa do Mundo em 2015 e chegaram às quartas de final, quando caíram diante da Inglaterra (1-0), que acabou chegando em 3º lugar.

Se vencer será a 3ª participação consecutiva do Canadá nos Jogos (2008, 2012), enquanto a Costa Rica nunca disputou as Olimpíadas.

Canadenses: uma vitória para chegar a 3a Olimpíadas seguida

Canadenses: uma vitória para chegar a 3ª Olimpíada seguida

Os destaques na equipe canadenses, que também venceu as 3 partidas do Grupo B (21 gols a favor, 0 contra) são a meia Christine Sinclair, de 32 anos, que no torneio chegou à marca dos 159 gols se tornando a 2ª maior artilheira da história, e Kadeisha Buchanan, 20, que venceu o prêmio de Melhor Jogador Jovem na Copa do Mundo de 2015.

Road to Rio
Sete países já estão classificados para o Torneio Olímpico de Futebol: Brasil e Colômbia (América do Sul), África do Sul e Zimbabwe (África), Nova Zelândia (Oceania), e França e Alemanha (Europa, definidas como as melhores do continente na Copa do Mundo de 2015.)

Além das duas equipes da CONCACAF, que serão definidas essa noite, outras duas vagas. serão definidas na fase final do pré-olímpico da Ásia, que acontece no Japão entre 29 de fevereiro e 9 de março entre 6 equipes: Japão, Coreia do Norte, Australia, China, Coreia do Sul e Vietnã.

A última vaga será definida num mini-torneio na Europa, em março entre Suécia, Holanda, Noruega e Suíça, que terminaram “empatadas” nas oitavas de final da Copa do Mundo


Sobre pressão, EUA de Klinsmann perde outra vez: agora para a Costa Rica
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Celso de Miranda

A pressão sobre o treinador dos EUA Jurgen Klinsmann só faz aumentar depois que seu time foi derrotado por 1-0,  pela Costa Rica nessa quarta-feira, em amistoso na Red Bull Arena, em New Jersey.

Joel Campbell marcou aos 70′ para dar a Costa Rica sua 2ª vitória consecutiva contra os Estados Unidos.

Após a eliminação precoce na Gold Cup em julho, a goleada diante do Brasil e a perda da vaga na Copa das Confederações justamente para no fim de semana, todos diante da própria torcida, Klinsmann já estava sob fogo – e o desempenho de sua equipe nessa noite, novamente em casa, não fez nada para aliviar a pressão.

Seu time foi superado e por sorte não sofreu um placar mais dilatado diante da Costa Rica, um rival direto que vai enfrentar nas Eliminatórias que começam no próximo mês.

Danny Williams e David Guzman... e a bola

David Guzman, Danny Williams… e a bola:

Klinsmann fez várias alterações na equipe que perdeu para o México, algumas delas vinham sendo pedidas há tempos, como trazer de volta o goleiro Tim Howard, do Everton, que começou entre os titulares pela primeira vez desde a Copa do Mundo

Michael Bradley, Clint Dempsey, Nick Rimando, DaMarcus Beasley, Matt Besler, Kyle Beckerman, Graham Zusi e Chris Wondolowski todos foram dispensados.

A próxima partida dos Estados Unidos já são pelas eliminatórias: a seleção enfrenta St. Vincent e Granadinas em 13 de novembro em St. Louis. Quatro dias depois, joga contra Trinidad e Tobago em Port of Spain.

 

 


México vence EUA e garante vaga na Copa das Confederações 2017
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Celso de Miranda

Depois de um empate em 1-1 nos 90 minutos, e outro 1-1 que durou até os 13 minutos da prorrogação e parecia levar a decisão para os pênaltis, o lateral Paul Aguilar acertou um voleio cruzado para dar a vitória ao México sobre os Estados Unidos (3-2),e o título da CONCACAF Cup, numa partida emocionante na noite de sábado no Rose Bowl na Califórnia.

Mais que o taça, a vitória deu ao México uma vaga na Copa das Confederações de 2017 na Rússia: campeão em 1998, será a 7ª participação do México no torneio, igualando o Brasil em participações.

Diante de 93.723 torcedores, Javier Chicarito Hernandez, do Bayer Leverkusen marcou seu primeiro gol contra os EUA logo aos 10 minutos, mas Geoff Cameron, do Stoke City, respondeu seis minutos depois, completando de cabeça um cruzamento de Michael Bradley.

Chicharito: 1-0…

Posted by FastFut on Sábado, 10 de outubro de 2015

O México controlou a partida a partir desse momento e desperdiçou várias chances de voltar à liderança, enquanto os anfitriões se preocupavam em resistir ao ataque mexicano e ao calor californiano que chegou aos 30ºC.

No início da prorrogação (6′), Oribe Peralta, do Club America, recolocou o México na frente completando um cruzamento de seu companheiro de time Aguilar.

bobby wood…2-2!!!

Posted by FastFut on Sábado, 10 de outubro de 2015

Vindo do banco, Bobby Wood voltou a empatar aos 3′ do segundo tempo da prorrogação, recebendo uma ótima assistência de DeAndre Yedlin.

Quando o jogo parecia fadado a ser decidido nos pênaltis, o lateral  Paul Aguilar marcou um golaço que deu o título ao México e fez a festa de parte da torcida.


Famintos: México e EUA prontos para o confronto
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Celso de Miranda

“Nós conversamos a semana toda sobre isso. Todo mundo sabe o que esse jogo representa pra cada um de nós, para cada jogador, para o treinador para os torcedores”, disse Clint Dempsey, 32 anos, durante um bom tempo capitão da seleção dos EUA, que amanhã enfrenta o México no playoff da CONCACAF, na Califórnia, valendo uma vaga na Copa das Confederações.

TOMORROW NIGHT!

Posted by FOX Soccer on Sexta, 9 de outubro de 2015

“E quer saber? Amanhã isso tudo vira uma grande bobagem: quando você entra em campo são apenas 11 caras e você só sabe que do outro lado tem outros 11 caras querendo o mesmo que você, querendo tirar aquilo que que é seu ou que você acha que merece mais que eles.”

“Mas se você olha para trás no tempo, vai ver que temos um time experiente, mas que também desenvolvemos um grupo forte tanto técnica, quanto fisicamente.”


Esse é o clima 24 horas antes da partida que tem se tornado cada vez mais disputada nos últimos confrontos, embora, no placar, os EUA tenham levado vantagem:  “Tem sido sempre jogos difíceis, extremamente disputados”, disse o meia-atacante do Seattle Souders.

El Tri
“A rivalidade está lá, isso não é dá para negar”, disse Andres Guardado, em entrevista coletiva nessa sexta. “Já faz parte da história entre as duas equipes e cada clássicos acentua esta rivalidade. Sabemos que estamos jogando por mais do que uma classificação para a Copa das Confederações.”

Guardado: Há mais aqui do que apenas um jogo de futebol

Guardado: contra os EUA não é apenas um jogo de futebol

O meio-campista do PSV ainda se recupera de uma lesão no tornozelo que sofreu na contra o Manchester United na Liga dos Campeões, em setembro e é dúvida para a partida: “Felizmente, hoje há jogadores de alto nível na equipe nacional.”

De fato, o treinador interino o Ricardo Ferretti tem boas opções entre Javier Hernández, Raúl Jiménez, Oribe Peralta e Carlos Vela: o problema não parece ser falta de talento no grupo, mas descobrir uma maneira de extrair o máximo proveito de talentos individuais colocados juntos.

“Claro que é um orgulho jogar essa partida”, disse Guardado. “Há mais aqui do que apenas jogar quando se enfrenta os Estados Unidos e estamos cientes disso. ”

 

 

 

 

 

Ele ainda está acontecendo estar físico. Ele ainda vai ser competitivo. Esperamos que ele vai ser um bom jogo para os fãs. ”

Estes são os momentos Dempsey saboreia, mas não há garantias para o futuro para a 32-year-old. Ele está atingindo o outono de sua carreira, o tempo em que é mais fácil para refletir sobre suas realizações do que projetar sua influência no futuro. Não há mais nada para ele provar depois de excelência na Premier League, marcando três Copas do Mundo e definindo-se para completar a sua carreira internacional como o artilheiro para o seu país (ele se senta nove gols atrás recorde de Landon Donovan de 57), mas a cálculo é diferente agora.
Dempsey ainda é um componente integrante da equipe. Ele continua a ser a principal ameaça para marcar, mesmo que ele nunca conseguiu a façanha contra o México. Ele observa repetidamente seu desejo de recurso na Copa Centenario próximo ano – se o torneio tem lugar – sem levá-lo para concedido. E ainda o tempo acena quando ele pode se deslocar para fora da equipe como outros jogadores emergir ou girar seu foco completo à sua família e seu papel com o Seattle Sounders.
Estas questões ferver para uma data posterior, mas, em sua mente, ele ainda precisa provar a si mesmo.
“Você levá-la um jogo de cada vez, ver como você está fazendo, realmente”, disse Dempsey. “Mas você está sempre no bloco de desbastamento. Você está sempre tentando provar a si mesmo, não importa se você é um jovem garoto ou não. Porque mesmo que você é jovem, se você não estiver executando, você é não vai ser chamado de volta. Eu acho que é o mesmo para os caras mais velhos. Você tem que estar no seu pé. Você está certificando-se de que você está executando bem para se certificar de que você se ligou. É assim que eu olhar para ele . ”

Dempsey invocado que a ambição para impulsioná-lo para o topo do jogo e garantir seu lugar permanente no firmamento do futebol neste país. Ele precisava de cada última gota de fome e motivação para navegar seu caminho ao longo de sua improvável e colocar-se em posição de jogar fora os cenários da infância neste grande palco mais uma vez. É o que abastece-lo enquanto ele se prepara para emaranhado com o México mais uma vez.
“Bem, eu sempre fui muito orgulho de representar os EUA”, disse Dempsey. “Toda vez que você pode colocar na camisa e jogar em um grande jogo, é um sonho tornado realidade É o que você sonhou quando era criança:.. Jogando em jogos como este com estádios lotados e representar seu país nos jogos importantes I ‘ estou animado para o desafio e estou ansioso para o jogo. ”
As apostas são diferentes agora, mas as divisões e os objectivos permanecem os mesmos. É o mesmo velho jogo jogado para fora nesta fase maciça. É exatamente o cenário Dempsey saboreia com esses direitos de se gabar familiares firmemente em jogo.

México gerente interino Ricardo Ferretti deve rifle através de seu corpo para a frente potente e selecione o par de jogadores capazes de disparar El Tri em 2017 a Copa das Confederações com uma vitória sobre os Estados Unidos no sábado (live, 20:00 ET, FS1, FOX Sports GO).
Este é um problema sorte e um pouco de retorno para El Tri. Poucas equipes nas Américas vangloriar este tipo de corpo para a frente profundo e variado. Não é apenas uma questão de escolher entre Javier Hernández, Raúl Jiménez, Oribe Peralta e Carlos Vela. Não há respostas erradas dentro de um grupo tão talentoso. Trata-se de descobrir uma maneira de extrair o máximo proveito de um quarteto de jogadores capazes de rasgar equipes separadas.


TV mexicana usa Trump para provocar EUA: seleções se enfrentam em outubro
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Celso de Miranda

Daqui a um mês, no dia 10 de outubro, a rivalidade entre EUA e México no futebol têm um novo capitulo: as duas melhores seleções da CONCACAF decidem em jogo único no Rose Bowl, na Califórnia a vaga do Continente na Copa da Confederações de 2017.

Os dois lados estão contando com o torcedor para empurrar suas seleções: e como se precisasse algo mais para esquentar o clima, uma TV mexicana resolveu provocar os rivais usando a imagem do pré-candidato republicano à presidência dos Estados Unidos, Donald Trump, famoso por sua retórica anti-imigração e xenófoba.

A TV Azteca editou trechos de algumas declarações polêmicas que o bilionário fez sobre imigrantes mexicanos e virou contra a seleção norte-americana: “O país está em sérios problemas”, diz Trump

Enquanto o comercial mostra imagens do time americano sofrendo gols e os torcedores sofrendo, o empresário conclui: “O sonho americano acabou.”

 


EUA: da China à Alemanha
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Celso de Miranda

Após a vitória sobre a China quartas de final, o #USWNT voltou para Montreal para enfrentar a Alemanha na semifinal.

Pela 7a. vez a seleção dos EUA vai disputar uma semifinal (o único país a alcançar esse feito) no estádio olímpico em Montreal, no Canadá.

A outra semifinal entre Japão e Inglaterra será disputada na quarta (1 de julho), em Edmonton.


Vitoriosas em campo, inglesas e americanas enfrentam machismo da Imprensa
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Celso de Miranda

Apesar da crescente popularidade do futebol feminino e dos bons resultados na Copa do Mundo, em que estão classificadas para as semifinais, as seleções dos Estados Unidos e Inglaterra ainda enfrentam o machismo de parte da Imprensa de seus países.

No caso da Inglaterra, onde a seleção masculina não chega entre as quatro do mundo desde 1990 – e a feminina jamais havia chegado na semifinal -, o jornal Daily Mirror publicou ontem um artigo inacreditavelmente sexista.

Inglês: "jogar mal é trabalho de Gareth Bale"

Inglês: “jogar mal é serviço de Gareth Bale”

Na coluna de apostas e postado por Derek McGovern antes da vitória da Inglaterra sobre o Canadá, o texto começa sarcástico afirmando que “a Copa do Mundo mostrou que o futebol feminino realmente não é tão bom – mas afinal quem poderia ter previsto isso?”.

No entanto, o veterano vai aos limites da decência e do bom gosto ao afirmar que “o lugar das mulheres não é num campo estrangeiro jogando um futebol de segunda categoria — esse é o serviço de Gareth Bale.”

O jornalista critica a BBC por ocupar o horário nobre da TV com os jogos da Copa do Mundo Feminina e diz que não apostaria na seleção inglesa (literalmente, já que na Inglaterra as apostas são permitidas): “As mulheres já me custaram o bastante”, escreve numa pérola do mau gosto, que para muita gente foi além da conta.

Em suas críticas a McGovern e ao jornal, Ceri Jones, uma ativista na questão da igualdade entre gêneros, que compartilhou a foto do artigo no Twitter, disse que não podia acreditar no que chamou de “chocante”, “antiquado” e “patético”.

Seus comentários repercutiram nas redes sociais e atraíram gente famosa, como a atriz Ellen Page, que disse apenas “OMFG (ou, ‘oh, my fucking god!’)

America, America
Do outro lado do Atlântico, a polêmica foi um comentário de um colunista do site norte-americano Sports Illustrated especializado em futebol americano, chamado Andy Benoit, que afirmou que não é só o futebol feminino que não dá pra assistir. Mas qualquer esporte feminino.”

A melhor resposta veio dos humoristas Seth Meyers e Amy Poehler, ex-companheiros do Saturday Night Live, que promoveram um reencontro no Late Night para reeditar o quadro ‘Really?’ especialmente para a ocasião.

Jura, Mr. Benoit?


China e EUA: 16 anos depois
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Celso de Miranda

Levou 16 anos, mas, finalmente, EUA e China voltam a se enfrentar numa Copa do Mundo.

A final de 1999 disputada entre as duas equipes continua sendo um dos momentos mais marcantes do futebol feminino, um duelo disputado diante 90.185, que continua a ser o recorde para um jogo de futebol feminino.

Naquele dia, após 120 minutos sem gols, os EUA venceram seu 2º título mundial nas cobranças de pênaltis (por 5-4). Nessa sexta-feira, em Ottawa as duas nações disputam uma vaga nas semifinais da Copa: que vencer entre as duas, enfrenta a vencedora da outra semi quarta de final de amanha, em Montreal, entre Alemanha e França, que também jogam amanhã no Canadá 2015, o prêmio rico aguarda o vencedor.

As lembranças daquela tarde de sol quente em julho em Pasadena, na Califórnia, ainda estão vivas e influenciaram para sempre o futebol feminino no país mais rico (Estados Unidos) e no mais populoso do mundo.

Quase duas décadas mais tarde, várias jovens, então no colégio na época da partida e hoje protagonistas das duas seleções, apontam aquela partida de 1999 como sua maior inspiração para ter escolhido o futebol como carreira.

A lateral norte-americana Ali Krieger era uma adolescente quando assistiu à decisão de 1999, em sua cidade em Northern Virginia. “Eu assisti em casa e todos com meus amigos todos fanáticos por futebol”, disse Krieger, para quem Mia Hamm e Julie Foudy foram verdadeiras mentoras, não só dentro de campo, mas que abriram caminho para aquelas que queriam se profissionalizar no futebol.

“Eu lembro que pensei que era um sonho se tornando realidade apenas assistindo todas as meninas jogando diante daquela multidão. É algo que eu nunca vou esquecer. Lembro-me de querer estar no lugar deles, seja em que campo fosse, eu queria um dia ter essa experiência. Eu queria aquele sonho para mim.”

Amanhã saem dois semifinalistas

Amanhã saem dois semifinalistas

Ali Krieger teve uma dose desse sonho em 2013, quando marcou seu primeiro gol pela seleção e foi justamente num jogo contra a China, na vitória por 5-0 durante a Copa Algarve, em Portugal. Krieger completou de primeira com um meio voleio perfeito o cruzamento da atacante Alex Morgan.

Em 1999, time norte-americano venceu nos pênaltis

Em 1999, time norte-americano venceu nos pênaltis

Krieger, agora com 31 anos e jogando sua segunda Copa do Mundo, diz que ainda é surreal estar vivendo esse sonho. “Toda vez que eu coloco minha camisa eu me sinto orgulhosa e agradecida e é como se fosse um momento absolutamente novo e diferente”, conta.

Disciplina
As memórias são igualmente fortes entre os jogadores chinesas: a goleira Wang Fei, que atualmente joga no Turbine Potsdam, da Alemanha, conta como a final de 1999, apesar da derrota, inspirou também as atletas chinesas.

“O futebol na China sempre foi um esporte difundido entre as jovens”, disse Fei. “Mas nos últimos anos, tem havido um intercâmbio maior com os times e as jogadoras indo atuar mais fora, disputando mais torneios e com isso estamos ganhando força extra.”

Goleira chinesa, Wang Fei tem as melhores médias até agora no torneio

Goleira chinesa, Wang Fei acredita no senso coletivo da equipe

 

Segundo ela, a equipe da China de 1999 ficou famosa por sua resistência física e mental e pela grande determinação tática e coletiva: o time chinês não tomou nenhum gol nas quartas, na semifinal ou na final. “Procuramos nos inspirar na sua concentração e disciplina para atingir nosso objetivo coletivo”, disse Fei

“Elas são rápidas, são inteligentes e técnicas”, diz Krieger, sobre as adversárias. Sobre as norte-americanas, Fei analisa: “São muito fortes, têm um jogo físico e buscam o contato, o corpo a corpo. Atuam coletivamente, sempre preenchendo os espaços do campo.”