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México é a 5ª seleção classificada para a Copa da Rússia
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Celso de Miranda

Com 3 rodadas de antecedência, o México garantiu nessa sexta-feira uma das vagas da CONCACAF na Copa da Rússia, ao vencer o Panamá, por 1-0, na Cidade do México .

O time do técnico Juan Carlos Osorio é 5ª seleção confirmada no Mundial, ao lado de Rússia, Brasil, Irã e Japão.

O gol decisivo foi de Hirving ‘Chuck’ Lozano, do PSV Eindhoven, aos 8′ dos 2º tempo.

Com 5 vitórias e 2 empates, ‘El Tri’ se isolou na liderança do hexagonal decisivo das Eliminatórias, 3 pontos à frente da vice-líder Costa Rica e com 9 de vantagem dos EUA e Honduras, que dividem a 3ª colocação.

Lozano marcou: México na Copa

Nessa fase, 3 equipes da CONCACAF se classificam direto para a Copa. O 4º colocado disputa um playoff decisivo contra o 5º colocado das Eliminatórias Asiáticas.

Será a 7ª participação consecutiva do México na Copa do Mundo.

Mais duas
Mais cedo, nessa sexta-feira, a Costa Rica venceu os Estados Unidos por 2-0, , jogando em Nova York: foi a primeira vitória dos costa-riquenhos nos EUA em 32 anos.

Com 2 gols do atacante Marco Ureña, a vitória deixou a Costa Rica bem perto da Copa.

Na outra partida da noite, mesmo jogando fora de casa, Honduras bateu Trinidad e Tobago e se igulaou aos Estados Unidos, na disputa pela 3ª vaga.


Com um gol do veterano Rafael Marquez no final, México vence os EUA
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Celso de Miranda

Com uma cabeçada perto do apito final, o zagueiro Rafael Marquez pôs fim à “maldição de Columbus” e deu a vitória ao México sobre os Estados Unidos no início do hexagonal decisivo das Eliminatórias da CONCACAF para a Copa do Mundo da Rússia.

A vitória do México quebrou um tabu histórico: o time não vencia uma partida oficial dos Estados Unidos como visitante havia 42 anos.

Nos últimos 15 anos, em jogos das Eliminatórias, El Tri havia sido derrotada nas 4 vezes sempre em Columbus (Ohio) e sempre  pelo mesmo placar (2-0), num tabu que já ficara conhecido como ‘fantasma do Dos-a-Cero’.

Dessa vez, nem o frio de 3º ajudou os norte-americanos, que não perdiam uma partida das eliminatórias a 30 jogos: foram 28 vitórias e 2 empates.

Jogo
O México abriu o placar ainda no primeiro tempo: o lateral esquerdo Miguel Layun, do Porto, marcou aos 20′, num chute da entrada da área, que ainda desviou em Matt Besler antes de entrar.

 

Bobby Wood empatou para o time da casa logo no início do segundo período: o atacante do Hamburgo marcou aos 49′, depois de receber passe de Jozy Altidore.

Depois de boas chances de lado a lado, o gol da vitória saiu na cobrança de um escanteio: Layun cobrou da esquerda e o veterano Rafa Marquez desviou no primeiro pau.

Após a partida, o  Juan Carlos Osório, o técnico colombiano da seleção mexicana agradeceu o apoio do torcedor e dedicou a vitória a todo o povo mexicano “espalhado” pelo mundo

Os poucos torcedores mexicanos fizeram a 'fiesta'

Os poucos torcedores mexicanos fizeram a ‘fiesta’

Visitantes
Nos outros dois jogos da rodada, os visitantes também se deram bem: o Panamá venceu Honduras no Estádio Olímpico em San Pedro Sula (0-1) e a Costa Rica bateu Trinidad & Tobago, no Hasely Crawford Stadium, em Port of Spain (0-2).

Na próxima terça-feira, dia 15, o México enfrenta o Panamá, no Estadio Rommel Fernandez em Panama City e os EUA enfrentam a Costa Rica no Estádio Nacional em San Jose.

Honduras e Trinidad & tobago jogam em San Pedro: nessa fase, as 6 seleções farão jogos de ida e volta e as 3 melhores têm vaga direta na Copa do Mundo: a 4ª melhor seleção ainda terá a chance de se classificar disputando um playoff contra o campeão das Eliminatórias da Oceania.

 


Eliminatórias: EUA e México se enfrentam na esteira da eleição de Trump
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Celso de Miranda

As tensões antes de um jogo de futebol entre Estados Unidos e México sempre são grandes, mas características incomuns cercam a partida nessa sexta-feira, dia 11, na abertura do hexagonal decisivo das Eliminatórias da CONCACAF para a Copa do Mundo.

Os dois maiores rivais do continente se enfrentam apenas 3 dias após a eleição de Donald Trump reconhecido pela incendiária retórica xenófoba, sobretudo direcionada à imigração de mexicanos como 45º presidente dos EUA.

Trump abertamente denegriu os imigrantes mexicanos, a quem chamou entre outras coisas de ‘estupradores’ e ‘traficantes’ e durante meses de campanha prometeu a deportação em massa de mexicanos dos Estados Unidos criando um cenário, que poderia facilmente  elevar a temperatura de uma rivalidade que já teve seu quinhão de incidentes desagradáveis.

Nos últimos jogos, torcedores mexicanos têm sido criticados por vaiarem ostensivamente o hino dos EUA, enquanto mensagens e cantos racistas e símbolos anti-mexicanos foram vistos e ouvidos entre os torcedores norte-americanos nas arquibancadas.

Desde 2015, a imagem do político do Partido Republicano têm sido associadas a essa famosa rivalidade: tanto a TV Azteca, quanto a FoxSports usaram trechos de suas declarações em vídeos para promover, em outubro passado a partida entre as duas seleções.

O capitão dos EUA Michael Bradley falou sobre o impacto das eleições nos EUA na entrevista coletiva de quarta-feira: “Tudo que aconteceu nos últimos meses criou uma camada adicional para esse jogo,” disse meio-campista do Toronto FC.

“Eu entendo a polarização causada pelas declarações políticas de lado a lado, mas o mais importante é que no estádio haja respeito entre todas as pessoas, independentemente de serem norte-americanos, mexicanos, homens, mulheres ou crianças,” disse o volante do Toronto FC.

Em entrevista ao canal Univision o atacante mexicano Javier ‘Chicharito’ Hernandez concorda que a eleição de Trump acrescentou um elemento especial ao clássico contra os EUA: “Vamos dar tudo nesse jogo,” disse.

“Há momentos em que as coisas não saem como você queria, a terça-feira podia ter sido mais feliz para todos os latinos, mas a vida continua,” comentou o jogador do Bayer Leverkusen.

Hernandez ressaltou que a equipe está ciente que a partida é apenas um evento esportivo, mas afirmou que espera que uma vitória sobre o rival se torne um motivo de alegria para os mexicanos que vivem nos Estados Unidos e que os ajudem a enfrentar esse momento de incerteza.

“Infelizmente, foi a decisão tomada por esse país e devemos enfrentá-la,” afirmou. “Espero que nosso time possa dar alguma alegria às pessoas e ajudar a superar esses maus momentos e sentimentos ruins.”

O veterano goleiro norte-americano Tim Howard, do Colorado Rapids se esquivou das perguntas sobre o assunto, limitando-se a dizer que não votou, mas que se tivesse votado não teria sido em Trump.

Chicharito: "jogo especial"

Chicharito: alegria num momento difícil

O zagueiro da seleção dos EUA Omar Gonzalez, de ascendência mexicana, disse que a rivalidade é natural entre dois grupos que perseguem um mesmo objetivo, mas que espera uma disputa respeitosa.

“Eu não odeio o México, mas eu não quero perder para eles”, disse ele. “Eu sou um mexicano-americano, tenho um monte de familiares e amigos no México. Este jogo é muito importante para mim. Então, eu não odeio os mexicanos, pelo contrário eu respeito muito o futebol, os torcedores bem como todos os mexicanos.”

“Apesar de os ânimos às vezes saírem de controle nos últimos, não creio que haja qualquer má vontade entre os jogadores de lado a lado”, afirmou o jogador que atualmente atua no Pachuca.

Gonzalez admite que em Columbus os jogadores esperam uma vantagem em jogar em casa, que eles raramente têm em outros lugares do país: “Não é o maior estádio, mas é o nosso caldeirão”, disse. “A proximidade da torcida e o clima são ótimos para o jogador.”

Minoria
As tensões têm aumentado entre os dois rivais futebolísticos: 32 prisões foram feitas e 17 torcedores foram retirados do estádio por brigar após o último encontro entre as duas equipes, em outubro de 2015, no Rose Bowl, no jogo que classificou o México para a Copa das Confederações de 2017.

Michael Bradley e Omar Gonzalez foram dois dos 26 convocados por Jürg ...

Bradley e Gonzalez: 2 dos convocados para enfrentar o México

Entre as autoridades de Columbus, há um medo real de que a retórica que Trump durante a eleição possa encontrar eco entre radicais nas arquibancadas e ruas ao redor do estádio, tendo como alvo os torcedores mexicanos, que vão estar em minoria em Ohio.

De acordo com o tenente Marc Dopp, da divisão de eventos especiais do Departamento de Polícia de Columbus, os jogos entre EUA e México já tem uma operação de segurança complexa e dessa vez a não será diferente. Dopp, no entanto não deu detalhes ou números sobre o trabalho da polícia.

Mesmo com a popularidade do futebol aumentando nos Estados Unidos e torcedores de Seattle, ou Kansas City ansiando para receber uma partida contra o México, a Federação dos EUA programou o encontro o estádio do Columbus Crew, que comporta apenas 23.665mil torcedores e que receberam as partidas entre as duas seleções pelas últimas 4 Eliminatórias, desde 2001: coincidentemente, os EUA venceram todas pelo placar de 2-0.

Muito além da coincidência numérica, porém a escolha de Columbus tem justificativas naturais: em primeiro lugar, os jogos acontecem nos meses de inverno no Hemisfério Norte.

E além do clima frio o estado de Ohio – de menor influência de imigrantes e distante da fronteira – é relativamente inconveniente para o grande número de torcedores pró-México presentes em muitas outras cidades norte-americanas.

“Nós certamente poderíamos ganhar mais com ingressos em estádios maiores,” disse Sunil Gulati, presidente da US Soccer. “Mas esse não é um jogo amistoso e a equação leva em consideração muito mais coisas que o número de acentos vendidos.”

Para Gulati, o ambiente em Columbus é um impulso para sua seleção: “Temos muita confiança em jogar aqui, onde nós tivemos boas performances no passado e sempre contamos com grande apoio da torcida.”

“O clima também tem seu papel, claro”, concorda o dirigente. “Faz parte do jogo: quando vamos no México enfrentamos a altitude e a  norte-americanos começaram a ter um modesto sucesso no futebol, que sempre foi muito mais importante culturalmente no México.

Só vitórias

Só vitórias: EUA nunca perderam para o México em Columbus

História
A história do confronto entre as duas seleções tem 3 períodos bem distintos: primeiro, entre os anos 1930 e 1985 foram os anos de predomínio do México, que venceu 22 dos 27 jogos. Houve ainda 3 empates e apenas duas vitórias dos EUA.

O período entre 1985 e 1999 foi marcado pelo equilíbrio, com 5 vitórias do México, 6 empates e 3 vitórias dos EUA. A partir de 1999 e até hoje, no entanto os norte-americanos viraram o jogo, vencendo a maioria dos confrontos: foram 13 vitórias, 5 empates e 6 derrotas, incluindo a primeira em vitória dos EUA em solo mexicano, já sob a direção de Jurgen Klinsmann, por 1-0 em 2011.

Porém, é o México que comemora as mais recentes conquistas sobre o rival, e ambas em solo norte americano, no ano passado: primeiro o time venceu a CONCACAF Gold Cup, em julho, batendo a Jamaica na final, e depois, em outubro, venceu o rival por 3-2, na prorrogação, no confronto direto por uma vaga na Copa das Confederações da Rússia.

As tensões entre as duas equipes vêm aumentando ao longo dos anos, com as duas seleções lutando pela supremacia e decidindo os principais torneios da CONCACAF: 32 prisões foram feitas e 17 torcedores foram retirados do estádio por brigar após o último encontro entre as duas equipes, em Los Angeles em outubro de 2015, no jogo que classificou o México para a Copa das Confederações de 2017.

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Parte do problema é desportivo e é normalmente visto em rivalidades em todas as regiões do mundo, em jogos entre Brasil e Argentina, Inglaterra e Escócia, por exemplo.

Mas outra parte é um reflexo de que em muitas comunidades norte-americanas os imigrantes mexicanos e seus descendentes ainda serem alvos dos discursos políticos xenófobos, principalmente num cenário de recessão global prolongada.

O esporte sempre tenta fingir que é apolítico, mas na realidade quando as seleções de dois países que têm compartilhado uma história controversa se enfrentam apenas 3 dias depois de uma eleição presidencial que levou a tantas polêmicas não é surpresa que o jogo produza reações que extrapolam o campo de jogo.

Torcedores norte-americanos e mexicanos vão gritar e torcer como sempre e podem achar que tudo é apenas uma brincadeira,  mas é provável que as palavras que músicas que decidirem cantar ou aquilo que resolverem escreverem em suas faixas durante o jogo sejam levados mais a sério nessa sexta-feira.

Eliminatórias
Nessa fase, 6 equipes disputam 3 vagas diretas para a Rússia 2018. Na próxima terça, 15, os Estados Unidos voltam a campo contra a Costa Rica, no Estádio Nacional em San Jose.

Na quarta, o México enfrenta o Panamá, na Cidade do Panamá, na


Eliminatórias da CONCACAF: definidas 4 das 6 vagas na fase final
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Celso de Miranda

As Eliminatórias da CONCACAF para a Copa do Mundo, que começaram em janeiro de 2015 com 35 seleções chegou nessa sexta-feira à 5ª rodada de sua 4ª Fase: 12 seleções entraram em campo, mas agora restando apenas uma rodada, restam apenas duas vagas em disputa: México, Costa Rica, Panamá e Trinidad e Tobago já estão garantidos no hexagonal decisivo.

Honduras e Estados Unidos são favoritos para ficarem com duas últimas vagas, que serão definidas na próxima terça (6): Canadá e Guatemala ainda têm chances e dependem de resultados combinados.

100%: de virada, México elimina El Salvador

100%: de virada, México elimina El Salvador

O Grupo A, o México entrou classificado para enfrentar El Salvador, no Estádio Cuscatlan, em San Salvador e depois do susto inicial, quando o time da casa abriu o placar, com Alexander Larin, de pênalti (24′).

A “Tri” virou com Hector Moreno (52′), Ángel Sepulveda (58′) e Raul Jimenez (73′), mantendo os 100% de aproveitamento.

A outra vaga ainda está em disputa, mas ficou praticamente nas mãos de Honduras com a vitória do time da América Central, também de virada sobre o Canadá, por 2-1, no Estádio Olímpico, em San Pedro Sula.

Manjrekar James abriu o placar para os visitantes (35′), mas Mario Martinez (45’+2′) e Romell Quito (50′) viraram para os hondurenhos.

Na última rodada, na próxima terça-feira, Honduras (7 pontos) precisa apenas de um empate no Estádio Azteca diante do México.

Além de contar com a derrota do rival, o Canadá (4) precisa vencer o já desclassificado El Salvador (2), no BC Place em Vancouver por uma diferença de gols suficiente para descontar o saldo de 5 gols negativos, que hoje separa as duas equipes.

Trinidad e Tobago avança

Jones: jogador do Seattle Sounders marca duas vezes e Trinidad e Tobago avança

Definidos
Com as vitórias da Costa Rica sobre o Haiti (1-0) em Port-Au-Prince, e do Panamá sobre a Jamaica (2-0) no Estadio Rommel Fernandez, em Panama City, as duas vagas do Grupo B já estão definidas.

Na última rodada, as duas equipes se enfrentam em San Juan, no Estádio Nacional e decidem as posições finais no grupo: um empate  garante a primeira posição à Costa Rica.

Goleada
Trinidad e Tobago garantiu a vaga na próxima fase com um emocionante empate em casa, por 2-2, no Estádio Hasely Crawford, em Port Of Spain, diante da Guatemala: os visitantes abriram o placar Carlos Ruiz (36′).

Mas o time da casa empatou e virou com Joevin Jones (45’+1′, 62′). No final, Ruiz voltou a igualar o placar (87′).

A goleada por 6-0 sobre St. Vincent e Grenadines, em Kingstown, deixou os EUA muito perto da 2ª vaga.

Com 10 pontos, os norte-americanos têm ainda 12 gols de saldo de vantagem sobre a os guatemaltecos que estão 3 pontos atrás.

Assim, na terça, o time de Jürgen Klinsmann enfrenta Trinidad e Tobago em Jacksonville, na Florida, se empatar está classificado, se vencer, serão os primeiros do grupos e, mesmo perdendo ainda podem se classificar.

Saldo: goleadas praticamente garantiram EUA na próxima fase

Saldo: goleadas praticamente garantiram EUA na próxima fase

Para ficar com a vaga, além de torcer contra os EUA, a Guatemala precisa descontar um saldo de 12 gols na partida em casa diante St. Vincent e Grenadines.

Próxima
Na última fase, as 6 equipes se enfrentam em jogos de ida e volta e os 3  primeiros colocados se classificam automaticamente para a Copa do Mundo de 2018, enquanto o 4º colocado disputa um playoff contra o 5º colocado das Eliminatórias da Ásia por uma vaga na Rússia.


Chicharito atinge marca histórica na vitória sobre a Jamaica
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Celso de Miranda

Ao abrir o placar nessa quinta-feira na vitória do México por 2-0 diante da Jamaica, no Estádio ‘Rose Bowl’, em Pasadena na Califórnia, o atacante Javier ‘Chicharito’ Hernandez fez história: aos 28 anos ele já marcou gols nas 4 principais competições que a seleção principal disputa, a Copa do Mundo, Copa Ouro, Copa das Confederações e na Copa América.

Em sua 84ª partida pela seleção, Chicharito marcou seu 45º gol “El Tri” e se aproximou do recorde de Jared Borgetti de 46, definido em 2008, como o maior artilheiro da seleção mexicana em todos os tempos.

Além da importância pessoal, o gol de cabeça de Chicharito, aos 18′, completando o cruzamento de Jesus Corona, abriu caminho para a vitória que garantiu a vaga  nas quartas-de-final do torneio, definindo México e Venezuela como as duas seleções classificadas no Grupo C.

Chicharito: com gols nos 4 maiores torneios e perto de se tornar o maior artilheiro de seu país

Chicharito: com gols nos 4 maiores torneios, perto de se tornar o maior artilheiro de seu país

Na última rodada, na segunda-feira, os dois times se enfrentam em Houston, no NGR Stadium, apenas para definir o campeão do grupo. E para Chicharito ter a chance de igualar o recorde de Borgetti.

Reserva
Em alta com a torcida, Chicharito deixou o campo sob aplausos aos 77′, e seu substituto Oribe Peralta foi quem marcou o gol decisivo apenas 3 minutos depois.

Se algumas questões agora devem estar na mente do técnico Juan Carlos Osorio para o jogo contra a Venezuela – e para a sequência do torenio -, como quem será o goleiro titular (Ochoa ou Tavallera), se volta com Andrés Guardado, expulso no primeiro jogo, ou ainda sobre a real função do veterano Rafa Marquez uma coisa é certa: o ataque mexicano começa com Chicharito.


Conmebol x Concacaf: no duelo de campeões, Chile domina mas México vence
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Celso de Miranda

No teste mais difícil até agora sob o comando do técnico colombiano Juan Carlos Osorio, a seleção do México bateu o Chile por 1-0, no Qualcomm Stadium, em San Diego, na Califórnia – fronteira com o México -, no último jogo de preparação para ambas as equipes antes da Copa América Centenário.

O México estreia no domingo (5) contra o Uruguai, no Grupo A, e o Chile enfrenta a Argentina, na segunda, dia 6.

“El Tri” chegou a 18ª partida sem derrota e, contra o seu adversário mais difícil até agora, o ex-técnico do São Paulo obteve sua 7ª vitória em 7 jogos.

Além disso, o time mexicano bateu seu recorde de minutos sem sofrer gol: 732. O recorde anterior era de 722 minutos e já vinha desde 1971.

Poucos dias antes do início da Copa América, o primeiro torneio oficial de Osorio no comando do México, o técnico mostrou ainda ter dúvidas sobre a equipe para a estreia no Grupo A, onde além do Uruguai, vai enfrentar Jamaica e Venezuela.

Decisivo: Chicharito entrou e marcou o gol da vitótia

Decisivo: Chicharito entrou e marcou o gol da vitótia

O aniversariante da noite Javier ‘Chicharito’ Hernandez, que entrou no jogo nos últimos 15 minutos, teve sua primeira chance numa cabeçada aos 82′, mas o goleiro Christopher Toselli defendeu.

Apenas um minuto depois, Hernandez foi preciso ao completar de cabeça um lançamento de Miguel Layun, marcando o único gol da vitória que, durante a maior parte do jogo parecia pender para o lado chileno, que foi claramente superior ao time asteca.

Além de dar a vitória à sua equipe, Hernandez chegou a 44 gols com a seleção, ficando a apenas dois do recorde de  Jared Borgetti (46).

Chile dominou, México foi mais efetivo.

Chile dominou, mas México foi mais efetivo

Chile
Jogando com a atitude de um campeão sul-americano, o
Chile de Juan Antonio Pizzi teve maior posse de bola e, principalmente no primeiro tempo, esteve perto de abrir o placar, em duas chances com Edson Puch.

Na primeira, o atacante da LDU recebeu de Alexis Sánchez e bateu rente ao gol. Depois, em uma bola retomada na entrada da área mexicana, Puch acertou a trave do goleiro Alfredo Talavera (26′).

Mais 54 mil torcedores lotaram o estádio acostumado a receber os jogos dos times de futebol americano (Chargers) e de beisebol (Padres) da cidade, dando um ideia do que serão os jogos do México nesse torneio.

 


Favoritos, surpresas e ‘zebraças’: as chances de cada um na Copa Centenário
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Celso de Miranda

No 100º aniversário da Copa América, a Argentina sai na frente como favorita para vencer o torneio que pela primeira vez será disputado fora da América do Sul – com 10 seleções da Conmebol e 6 da Concacaf – a partir dessa sexta-feira até 26 de junho.

Com 14 títulos, mas sem vencer desde 1993 a Argentina terá força máxima sob a liderança de Lionel Messi, que continua perseguindo seu primeiro título pela seleção principal.

Messi: em busca do primeiro título com a seleção

Messi: em busca do primeiro título com a seleção

O melhor jogador do mundo sentiu uma lesão nas costas no último jogo de preparação contra Honduras e está sendo poupado dos treinos na Califórnia, onde a seleção argentina está desde segunda-feira, mas deve estar pronto para a estreia na segunda, diante do Chile, no Levi’s Stadium.

Além do craque do Barcelona, Gerardo ‘Tata’ Martino conta com os principais nomes da seleção vice-campeã mundial e sul-americana como Kun Aguero, do City, Gonzalo Higuain, do Napoli, Javier Mascherano, do Barça e Angel Di Maria e Javier Pastore, do PSG.

A lista inclui ainda Erick Lamella (Liverpool), Ramiro Funes More (Everton), Ezequiel Lavezzi (Hebei Fortune), Marcos Rojo (Man United) e Nicolás Otamendi (Man City) entre outros.

Logo na primeira fase, no Grupo D, porém a Argentina terá a concorrência de outro concorrente ao título, o Chile.

Vencedor da Copa América no ano passado, o time de Juan Antonio Pizzi traz suas melhores armas, que encerraram a temporada na Europa em grande forma: sobretudo Arturo Vidal no Bayern de Munique e Alexis Sanchez no Arsenal, mas também o goleiro Claudio Bravo, no Barcelona e o atacante Eduardo Vargas, no Hoffenheim.

Jogando em casa
O maior vencedor da Copa América é o Uruguai (15 vezes), seguido por Argentina (14) e Brasil (8), mas nessa edição, o México não contará apenas com o talento dentro de campo para levantar o título.

Por conta da grande população de descendentes e imigrantes, os mexicanos contarão com o maciço apoio da torcida, e onde que que jogue estará jogando em casa.

O México está no Grupo C com o Uruguai, contra quem ele estreia no domingo (no Arizona), depois enfrenta a Jamaica (na Califórnia) e a Venezuela (no Texas).

O campeão da Copa Ouro CONCACAF não perde nos últimos 17 jogos. Desde que assumiu, o ex-técnico do São Paulo Juan Carlos Osorio ganhou 7 jogos seguidos, e acumula um placar de 16 a 3.

O time tem a segurança do zagueiro Hector Moreno e do meio-campista Andres Guardado, a dupla que fez uma ótima temporada na Holanda, sendo  fundamental para o título do PSV Eindhoven na Eredivisie, além da boa campanha na Liga dos Campeões, quando perdeu nas oitavas, nos pênaltis para o finalista Atlético.

Osório, que não contará com Giovanni dos Santos, do LA Galaxy, que pediu dispensa, aposta na boa fase do atacante Javier  Hernandez, que foi o 4º melhor artilheiro da Bundesliga, com 17 gols.

 

Caras novas na reta final do treinamento USMNT

Caras novas na reta final do treinamento USMNT

No total, Chicharito marcou 26 gols nos 43 jogos que fez em todas as competições pelo  Bayer Leverkusen na temporada 2015-16.

Sul
Maiores campeões do torneio, os uruguaios, de Óscar Tabárez, vêm liderados pelo “chuteira de ouro’ (artilheiro) da Europa Luis Suárez, e mais Edison Cavani (PSG), Diego Godín (Atlético Madrid), Ferando Muslera (Galatasaray) e Maxi Pereira (Porto).

Sem sua grande estrela, poupada para os Jogos Olímpicos, e sem Douglas Costa, talvez o brasileiro em melhor fase na Europa, ao lado de Roberto Firmino – que também não vem – Willian e Philippe Coutinho, o Brasil tem ainda um grandes elenco, é claro.

Craques nunca foram o problema no Brasil: pior que montar um time com estrelas de segunda linha, como Renato Augusto, Hulk e Jonas é chegar com um time que treinou pouco e jogou menos ainda.

Outros
As outras seleções mais fortes são os anfitriões Estados Unidos, de Jürgen Klinsmann, que aposta na experiência de Clint Dempsey, Michael Bradley e Jermaine Jones, misturada a jovens talentos que chegam à USMNT pela primeira vez, como Chrstian Pulisic, do Dortmund, Darlington Nagbe, do Portland, ou Bobby Wood, do Hamburgo.

O Equador, surpreendente co-líder da zona sul-americana de classificação para o Mundial de 2018, após seis rodadas, também chega com ambições, sob o comando de Gustavo Quinteros e com Enner Valencia como pricipal nome.

Andres Guardado marcou o gol da vitória contra o Paraguai no amistoso no último sábado

Andres Guardado marcou o gol da vitória contra o Paraguai no amistoso no último sábado

Por seu lado, a Colômbia tem James Rodríguez, Carlos Bacca e Juan Cuadrado, mas já não apresenta o ataque temível de outros eventos, face à ausência de Radamel Falcao, Teo Guttiérrez e Jackson Martínez.

Paraguai, Peru, Bolívia e Venezuela (América do Sul) e Costa Rica, Jamaica, além dos estreantes Haiti e Panamá (América do Norte, Central e Caribe) são os demais participantes na Copa América do Centenário, que será disputada em 10 estádios.

Na primeira fase, Estados Unidos, Colômbia, Costa Rica e Paraguai compõem o Grupo A, Brasil, Equador, Haiti e Peru o B, México, Uruguai, Jamaica e Venezuela o C e Argentina, Chile, Panamá e Bolívia o D.


México vence EUA e garante vaga na Copa das Confederações 2017
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Celso de Miranda

Depois de um empate em 1-1 nos 90 minutos, e outro 1-1 que durou até os 13 minutos da prorrogação e parecia levar a decisão para os pênaltis, o lateral Paul Aguilar acertou um voleio cruzado para dar a vitória ao México sobre os Estados Unidos (3-2),e o título da CONCACAF Cup, numa partida emocionante na noite de sábado no Rose Bowl na Califórnia.

Mais que o taça, a vitória deu ao México uma vaga na Copa das Confederações de 2017 na Rússia: campeão em 1998, será a 7ª participação do México no torneio, igualando o Brasil em participações.

Diante de 93.723 torcedores, Javier Chicarito Hernandez, do Bayer Leverkusen marcou seu primeiro gol contra os EUA logo aos 10 minutos, mas Geoff Cameron, do Stoke City, respondeu seis minutos depois, completando de cabeça um cruzamento de Michael Bradley.

Chicharito: 1-0…

Posted by FastFut on Sábado, 10 de outubro de 2015

O México controlou a partida a partir desse momento e desperdiçou várias chances de voltar à liderança, enquanto os anfitriões se preocupavam em resistir ao ataque mexicano e ao calor californiano que chegou aos 30ºC.

No início da prorrogação (6′), Oribe Peralta, do Club America, recolocou o México na frente completando um cruzamento de seu companheiro de time Aguilar.

bobby wood…2-2!!!

Posted by FastFut on Sábado, 10 de outubro de 2015

Vindo do banco, Bobby Wood voltou a empatar aos 3′ do segundo tempo da prorrogação, recebendo uma ótima assistência de DeAndre Yedlin.

Quando o jogo parecia fadado a ser decidido nos pênaltis, o lateral  Paul Aguilar marcou um golaço que deu o título ao México e fez a festa de parte da torcida.


Famintos: México e EUA prontos para o confronto
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Celso de Miranda

“Nós conversamos a semana toda sobre isso. Todo mundo sabe o que esse jogo representa pra cada um de nós, para cada jogador, para o treinador para os torcedores”, disse Clint Dempsey, 32 anos, durante um bom tempo capitão da seleção dos EUA, que amanhã enfrenta o México no playoff da CONCACAF, na Califórnia, valendo uma vaga na Copa das Confederações.

TOMORROW NIGHT!

Posted by FOX Soccer on Sexta, 9 de outubro de 2015

“E quer saber? Amanhã isso tudo vira uma grande bobagem: quando você entra em campo são apenas 11 caras e você só sabe que do outro lado tem outros 11 caras querendo o mesmo que você, querendo tirar aquilo que que é seu ou que você acha que merece mais que eles.”

“Mas se você olha para trás no tempo, vai ver que temos um time experiente, mas que também desenvolvemos um grupo forte tanto técnica, quanto fisicamente.”


Esse é o clima 24 horas antes da partida que tem se tornado cada vez mais disputada nos últimos confrontos, embora, no placar, os EUA tenham levado vantagem:  “Tem sido sempre jogos difíceis, extremamente disputados”, disse o meia-atacante do Seattle Souders.

El Tri
“A rivalidade está lá, isso não é dá para negar”, disse Andres Guardado, em entrevista coletiva nessa sexta. “Já faz parte da história entre as duas equipes e cada clássicos acentua esta rivalidade. Sabemos que estamos jogando por mais do que uma classificação para a Copa das Confederações.”

Guardado: Há mais aqui do que apenas um jogo de futebol

Guardado: contra os EUA não é apenas um jogo de futebol

O meio-campista do PSV ainda se recupera de uma lesão no tornozelo que sofreu na contra o Manchester United na Liga dos Campeões, em setembro e é dúvida para a partida: “Felizmente, hoje há jogadores de alto nível na equipe nacional.”

De fato, o treinador interino o Ricardo Ferretti tem boas opções entre Javier Hernández, Raúl Jiménez, Oribe Peralta e Carlos Vela: o problema não parece ser falta de talento no grupo, mas descobrir uma maneira de extrair o máximo proveito de talentos individuais colocados juntos.

“Claro que é um orgulho jogar essa partida”, disse Guardado. “Há mais aqui do que apenas jogar quando se enfrenta os Estados Unidos e estamos cientes disso. ”

 

 

 

 

 

Ele ainda está acontecendo estar físico. Ele ainda vai ser competitivo. Esperamos que ele vai ser um bom jogo para os fãs. ”

Estes são os momentos Dempsey saboreia, mas não há garantias para o futuro para a 32-year-old. Ele está atingindo o outono de sua carreira, o tempo em que é mais fácil para refletir sobre suas realizações do que projetar sua influência no futuro. Não há mais nada para ele provar depois de excelência na Premier League, marcando três Copas do Mundo e definindo-se para completar a sua carreira internacional como o artilheiro para o seu país (ele se senta nove gols atrás recorde de Landon Donovan de 57), mas a cálculo é diferente agora.
Dempsey ainda é um componente integrante da equipe. Ele continua a ser a principal ameaça para marcar, mesmo que ele nunca conseguiu a façanha contra o México. Ele observa repetidamente seu desejo de recurso na Copa Centenario próximo ano – se o torneio tem lugar – sem levá-lo para concedido. E ainda o tempo acena quando ele pode se deslocar para fora da equipe como outros jogadores emergir ou girar seu foco completo à sua família e seu papel com o Seattle Sounders.
Estas questões ferver para uma data posterior, mas, em sua mente, ele ainda precisa provar a si mesmo.
“Você levá-la um jogo de cada vez, ver como você está fazendo, realmente”, disse Dempsey. “Mas você está sempre no bloco de desbastamento. Você está sempre tentando provar a si mesmo, não importa se você é um jovem garoto ou não. Porque mesmo que você é jovem, se você não estiver executando, você é não vai ser chamado de volta. Eu acho que é o mesmo para os caras mais velhos. Você tem que estar no seu pé. Você está certificando-se de que você está executando bem para se certificar de que você se ligou. É assim que eu olhar para ele . ”

Dempsey invocado que a ambição para impulsioná-lo para o topo do jogo e garantir seu lugar permanente no firmamento do futebol neste país. Ele precisava de cada última gota de fome e motivação para navegar seu caminho ao longo de sua improvável e colocar-se em posição de jogar fora os cenários da infância neste grande palco mais uma vez. É o que abastece-lo enquanto ele se prepara para emaranhado com o México mais uma vez.
“Bem, eu sempre fui muito orgulho de representar os EUA”, disse Dempsey. “Toda vez que você pode colocar na camisa e jogar em um grande jogo, é um sonho tornado realidade É o que você sonhou quando era criança:.. Jogando em jogos como este com estádios lotados e representar seu país nos jogos importantes I ‘ estou animado para o desafio e estou ansioso para o jogo. ”
As apostas são diferentes agora, mas as divisões e os objectivos permanecem os mesmos. É o mesmo velho jogo jogado para fora nesta fase maciça. É exatamente o cenário Dempsey saboreia com esses direitos de se gabar familiares firmemente em jogo.

México gerente interino Ricardo Ferretti deve rifle através de seu corpo para a frente potente e selecione o par de jogadores capazes de disparar El Tri em 2017 a Copa das Confederações com uma vitória sobre os Estados Unidos no sábado (live, 20:00 ET, FS1, FOX Sports GO).
Este é um problema sorte e um pouco de retorno para El Tri. Poucas equipes nas Américas vangloriar este tipo de corpo para a frente profundo e variado. Não é apenas uma questão de escolher entre Javier Hernández, Raúl Jiménez, Oribe Peralta e Carlos Vela. Não há respostas erradas dentro de um grupo tão talentoso. Trata-se de descobrir uma maneira de extrair o máximo proveito de um quarteto de jogadores capazes de rasgar equipes separadas.


Donovan seca Klinsmann: “Se perder para o México devia ser demitido”
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Celso de Miranda

A ex-estrela da seleção dos Estados Unidos, Landon Donovan disse hoje que se o time perder para o México no sábado, no jogo que vale uma vaga na Copa das Confederações de 2017, o técnico Jurgen Klinsmann deveria deixar o cargo.

que se aposentou logo depois de ficar de fora da convocação para a Copa do Mundo no Brasil afirmou que depois da eliminação na semifinal da Gold Cup em julho, para a Jamaica e depois a derrota por  4-1 para o Brasil, colocou o técnico alemão no limite.

“Jurgen disse muitas vezes que ele queria que nossos jogadores sentisse a pressão – por isso, se eles perdem um jogo não podíamos nem ir ao supermercado no dia seguinte”, contou o ex-jogador do LA Galaxy, em entrevista a EspnFC, dos EUA . “Se perdem um jogo, os jogadores são massacrados na imprensa.”

Com amigos assim...

Com amigos assim…

“Bem, o mesmo deve valer para o treinador”, opinou Donovan. “Tivemos um verão muito ruim, com maus resultados na Gold Cup e o último jogo contra o Brasil foi provavelmente o pior jogo que eu vi a seleção jogar com Jurgen.”

“A realidade é que em qualquer outro lugar no mundo se um treinador tivesse os resultados que ele teve e perdesse esse jogo contra o México, ele seria demitido”, concluiu.