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Nova Zelândia vence Eliminatórias e vai decidir vaga contra 5º da Conmebol
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Celso de Miranda

Depois de vencer as ilhas Salomão por 6-1 em Auckland na última sexta-feira, a Nova Zelândia conquistou o título das Eliminatórias da Oceania nessa terça-feira com um empate em 2-2 no Estádio Lawson Tama, em Honiara.

Para ir à Copa, no entanto os campeões da OFC ainda terá de enfrentar o 5º colocado das Eliminatórias da América do Sul, num playoff ºque será disputado em outubro.

É a 3ª vez consecutiva que a Nova Zelândia chega aos playoffs: em 2010, o time superou o Bahrain (5º colocado da Ásia) para alcançar a Copa da África do Sul 2010.

Na última vez, em 2014, porém os “All Whites” perderam a vaga na Copa no Brasil para o México (4º colocado da Concacaf).

Goleada em casa garantiu a vaga no playoff intercontinental

Jogo
Mesmo enfrentando a umidade extrema na capital das Ilhas Salomões e de atuar sem vários de seus titulares, a Nova Zelândia não teve dificuldades para abrir 2-0 no placar: Myer Bevan(14′) e Heddis Gagame (contra, 21′).

O time da casa reagiu ainda no primeiro tempo: o atacante Micah Lea’Alafa diminuiu de pênalti, aos 28′. No segundo tempo, novamente de pênalti Henry Fa’Arodo empatou (78′).

Mas apesar do domínio em toda a segunda etapa, as Ilhas Salomão não conseguiram chegar à uma inédita vitória sobre os neo-zelandeses: em 8 jogos pelas Eliminatórias, nunca as Ilhas Salomão venceram a Nova Zelândia.


Brasil perde para a Nova Zelândia no Pacaembu
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Celso de Miranda

A seleção feminina do Brasil foi derrotada pela Nova Zelândia nesse sábado no Pacaembu por 1 a 0, em jogo amistoso que serve de preparação para os Jogos Olímpicos do Rio.

O Brasil voltou a jogar mal e apresentar os vícios e defeitos que já se estendem desde o fracasso na Copa do Mundo, quando foi eliminada pela Austrália, ainda nas 8as. de final (1-0).

Lento na saída para o ataque e na recomposição da defesa e limitado em suas opções de jogadas, o Brasil foi sempre um time fácil de ser marcado pela jogadoras neozelandesas, que do ponto de vista atlético sobraram em campo.

As All Whites chegaram ao gol aos 36 minutos: numa cobrança de falta na intermediária, a marcação da defesa brasileira falhou feio, deixando a principal atacante neozelandesa, Amber Hearn, que joga no USV Jena, na Frauen-Bundesliga, livre pela direita.

A jogadora, que completava hoje 31 anos e esteve na Copa do Mundo, recebeu o passe da meio-campista Katie Duncan, dominou com liberdade e bateu cruzado para abrir o placar: foi o 46º da jogadora em 103 jogos pela seleção.

Artilheira neozelandesa: Hearn 46 gols

Artilheira neozelandesa: Hearn 46 gols

O Brasil melhorou no segundo tempo, conseguindo se organizar melhor e acertar mais passes, mas encontrou enormes dificuldades para transpor a organizada defesa da Nova Zelândia.

A melhor chance brasileira foi aos 20 minutos, quando Cristiane invadiu a área e finalizou em cima da goleira Erin Nayler.

Com essa derrota, a 2ª consecutiva da seleção, o Brasil completa 4 jogos sem vencer: desde a Copa, foram 3 derrotas (França, Estados Unidos e Nova Zelândia) e 1 empate (EUA).

Por outro lado, esse foi o primeiro jogo da Nova Zelândia desde a eliminação na Copa, quando o time não passou da fase de grupos, com uma derrota para a Holanda (1-0) e empates diante de China (2-2) e Canadá (0-0).

O dois times voltam a se enfrentar na terça (1 de dezembro), na Arena Pantanal, em Cuiabá.

Depois, a seleção participa do Torneio Internacional que será realizado esse ano em Natal, com todos os jogos na Arena das Dunas, entre 9 e 20 de dezembro: além do Brasil, Canadá (11), México (26) e  Croácia (55) disputarão a edição 2015 do torneio que é realizado desde 2009.

 


Nova Zelândia lamenta desclassificação e promete força na Rio-2016
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Celso de Miranda

Deixar um torneio como Copa do Mundo precocemente não está nos planos de nenhuma equipe.

Não importa o cenário: seja uma equipe estreante, seja uma das favoritas, tenha o time disputado aquele que todos consideravam ser o grupo da morte ou fosse o grupo considerado mais fraco, qualquer equipe que passou pelas Eliminatórias regionais e que fez a viagem até o Canadá tinha a ambição de pelo menos chegar às oitavas de final.

Nova Zelândia: desclassificação precoce

Nova Zelândia: desclassificação precoce no Grupo A

E é por isso que uma combinação de melancolia e frustração, de desapontamento e ressentimento ainda pairava sobre o time da Nova Zelândia, como uma nuvem escura durante a entrevista após o duro empate em 2-2 contra a China.

No entanto, apesar da tristeza imediata e da dor que vem com uma saída precoce, as jogadoras da Nova Zelândia conseguiram manter a cabeça erguida enquanto saíam do Winnipeg Stadium, e pareciam determinadas a levar algo de positivo de sua experiência na Copa do Mundo Feminina.

“Obviamente, o momento é agridoce”, disse a zagueira Rebekah Stott, autora de um dos gols da partida de ontem. “Tem sido uma experiência incrível. Joguei todos os minutos, de todos os jogos e aprendi muito. Toda a equipe aprendeu, na verdade.”

Stott, de 21 anos, ressaltou que tudo que o time viveu durante o Mundial vai servir de aprendizado: “É claro que ainda estamos nos sentindo extremamente decepcionada agora”, afirma.

Stott: jovem ala de 21 anos abriu o placar contra a China

Stott: jovem ala de 21 anos abriu o placar contra a China

“Queríamos ter avançado e em alguns momentos pareceu que podíamos ter conseguido. Infelizmente isso não foi o bastante no final.”

Jogos Olímpicos
“Com certeza há lições positivas para retirar de nossa participação no Canadá”, disse o treinador Tony Readings. “A equipe ganhou uma experiência inestimável que vai sem dúvida nos ajudar daqui pra frente.”

Segundo Readings, as Olimpíadas no Rio de Janeiro é, naturalmente, o próximo grande objetivo. “O grupo é muito jovem e isso é uma vantagem que vamos capitalizar nos próximos meses e anos”.

A média de idade do time da Nova Zelândia no Canadá é de aproximadamente 24 anos e 9 meses, com vários jogadoras titulares anda não completaram 23 anos.

Técnico inglês promete Nova Zelândia mais forte no Rio 2016

Técnico inglês promete Nova Zelândia mais forte no Rio 2016

“Mostramos que podemos competir em alto nível”, disse o treinador inglês. “Vamos lamber nossas feridas, reavaliar nossas falhas e voltar muito fortes no próximo ano para os Jogos Olímpicos.”

Stott concordou com o treinador quanto a capacidade da equipe de se recuperar da eliminação precoce: “O nosso principal objetivo agora deve ser os Jogos Olímpicos”, disse.

“É claro que agora ainda parece difícil colocar de lado o desapontamento de estar fora da Copa. O grupo todo ainda está lamentando, mas somos jovens e ainda temos muito pela frente na seleção. Por isso vamos ser fortes e nos unir em torno dos objetivos do time.”


Canadá e Nova Zelândia ficam no 0-0, num jogo que teve raios e arco-íris
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Celso de Miranda

Foi 0-0… mas um 0-0 que teve de tudo: muita chuva, partida interrompida, raios, um tremendo arco-íris, e quando o jogo voltou, um pênalti perdido, um gol anulado e muita pressão do time da casa.

Depois de muita chuva e relâmpagos... essa maravilha de cenário

Depois de muita chuva e relâmpagos… essa maravilha de cenário

Na verdade canadenses e neozelandesas lutaram muito para tirar o zero do placar ontem no Estádio Commonwealth: até contra a forte chuva que caía no início da partida e que levou a árbitra alemã Bibiana Steinhaus a interromper o jogo depois de apenas 30 minutos devido ao risco de relâmpagos em Edmonton.

Depois de quase 40 minutos, a partida foi reiniciada e o belo cenário inspirou a jogadoras que fizeram – ainda nos 15 minutos restantes no primeiro tempo – um jogo movimentado com chances de ambos os lados.

Na principal delas, a seleção Nova Zelândia perdeu um pênalti cobrado por Amber Hearn no travessão.

Em seguida, as anfitriãs chegaram a ter o gostinho de marcar: num cruzamento da meia Sophie Schmidt, a atacante Jonelle Filigno desviou de cabeça e Melissa Tancredi ficou de frete para a gol para estufar as redes.

Porém o gol foi corretamente anulado, pois Tancredi estava à frente da última zagueira neozelandesa, em impedimento.

No segundo tempo o Canadá pressionou, tendo pelo menos três boas chances: a primeira num voleio de Christine Sinclair desviado pela goleira Erin Neyler antes de tocar no travessão.

Depois uma falta cobrada por Schmidt atingiu direto o travessão e no final Neyler, que acabou escolhida a “Jogadora da Partida”, evitou o gol com os pés, interceptando com os pés um chute cara-a-cara de Feligno.

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Na última rodada do Grupo A, o Canadá enfrenta a Holanda no estádio Olímpico de Montreal, na segunda-feira (15).

No mesmo dia, a Nova Zelândia enfrenta a China no Estádio Winnipeg.


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